Este texto foi publicado em 19/07/2026 e já está online há 2 meses e 26 dias. Em nossas pesquisas diárias não encontramos nada que possa desfazer ou contradizer qualquer coisa em seu conteúdo e você pode ler com tranquilidade.
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Guia para envelhecer com saúde
(Your Guide to Healthy Aging)Autoria: Cláudio Santos de Souza. Texto adaptado e reescrito em português, com colaboração de inteligência artificial, a partir de conteúdo da Verywell Health. Não se trata de tradução literal. Conteúdo informativo; não substitui avaliação médica, nutricional ou de educação física. Teem uma coisa bastante curiosa a respeito da passagem o tempo que é a seguinte: Ela não é igual para toos. Sim, viajamos no tempo à razão e um segundo or segundo e a igualdade termina ai. No dia 2 de março deste ano (2026) eu fiz 62 nos e ganhei de presente uma guerra. Trump (Tramp?) tocou as trombetas do apocalipse para o Irã e percebeu que a tíbia resposta ao primeiro ataque fora uma cilada O Irã (A Pérsia) está se preparando para esta guerra há quarenta anos e tem dezenas de formações naturais onde pode esconder tanques, drones, mísseis, soldados, a guarda revolucionária e agora que e;e entrou nisso, o Trump, não sabe como sair. Contudo, não foi mesmo este o presente que recebi de aniversário. Quando as pessoas com HIV, a primeira leva delas completou 50 anos, se fez um pequeno alarde dizendo que não se sabe bem o que fazer com pessoas que deveriam ter morrido trinta anos atrás, mas que insistem em estar aqui, vivas, consumindo recursos. Os laboratórios gostam, afinal, eu sou um pecúlio. O Estado, bem, o estado tem opiniões tão diversas que não vale a pena cita-las. Mas a verdade inexorável é que nós, os que ousamos passar dos 50 anos e que agora passamos, silenciosamente, dos 60 anos formamos uma espécie de fundo de caixa que é muito cômodo para os laboratório, Pedi ao chat GPT uma estimativa e ele me deu esta: Pelos preços oficiais mais recentes que encontrei no Banco de Preços em Saúde, usados pela Conitec em 2025, seu esquema custa aproximadamente R$ 15,59 por dia somente em medicamentos:
Darunavir 800 mg: R$ 10,06
Dolutegravir 50 mg: R$ 4,46
Ritonavir 100 mg — o Norvir: R$ 1,07
Isso dá:R$ 467,70 a cada 30 diasR$ 5.690,35 por anoDo total anual, aproximadamente R$ 3.671,90 são do darunavir, R$ 1.627,90 do dolutegravir e R$ 390,55 do ritonavir.A própria Conitec já apresenta exatamente esse esquema — darunavir uma vez ao dia, ritonavir uma vez ao dia e dolutegravir uma vez ao dia — com custo anual de R$ 5.690,35 por paciente. Os valores foram baseados no menor preço encontrado em compras públicas entre novembro de 2021 e maio de 2025. Portanto, arredondando: você custa cerca de R$ 474 por mês ou R$ 5,7 mil por ano ao SUS em antirretrovirais. Isso não inclui exames, consultas, transporte, armazenamento nem distribuição. E não é o preço de farmácia: é preço de compra governamental em grande escala.Cínico que sou, disse ao GPT (Alcyone, é assim que a chamo) que sou uma garantia interessante aos laboratórios e ela me veio com esta:
Do ponto de vista mais cínico da indústria, sim: uma pessoa que toma medicação todos os dias por décadas representa demanda contínua, previsível e com pouca sazonalidade. É o tipo de cliente que o Excel chama de sonho.Mas há um detalhe importante: no SUS, você não fica necessariamente “preso” a um laboratório específico. O governo negocia, licita, compra genéricos, troca fornecedores e pressiona preços. Então você garante mercado para o medicamento, não fidelidade eterna a uma marca.E há o outro lado da conta: seus cerca de R$ 5,7 mil anuais em antirretrovirais ajudam a evitar internações, infecções oportunistas, procedimentos caríssimos e novas transmissões. Para o Estado, tratar você direito é muito mais barato do que deixá-lo adoecer.Você não é uma garantia para laboratório. É uma prova ambulante de que medicamento contínuo pode comprar décadas de vida — e isso, sim, vale uma fortuna. Vale sim, R$ 1600 reais por mês de aposentadoria por invalidez, uma dúzia ou mais de outros comprimidos de alto custo que começarei a pegar na farmácia de alto custo qui de Santos e só não sei o que fazer com a colesteramina, que vem em uma caixa com 50 embalagens e eu pergunto porque não 30 ou, porque não 60, à bagatela de R$ 450,00 por mês, um terço, eu repito, um terço de minha aposentadoria. E é uma medicação sem a qual não posso existir porque, entrando na escatologia, eu vinha há um ano com uma diarreia crônica que nenhum gastro aqui em Santos pode resolver, todos chutavam Clostridium e pediram dez mil exames pata o clostridium quando, depois de encontrar um médico que não custou barato e ele, em uma consulta, onde pediu exames e medicou matou a charada na primeira consulta:
Insuficiência Pancreática Exócrina
Para mim, por enquanto, está custando esta insuficiência, uma insônia crônica, a necessidade de um CPAP ou BPAC, ainda a se averiguar e dezenas de viagens a São Paulo para passar na Beneficência Portuguesa, além de alguns problemas de equilíbrio. E março para cá fui entubado duas vezes e nem sabia que estava entubado. Na primeira vez cai da cama e aspirei, na segunda vez por causa de uma doença autoimune, a miastenia gravis, que gera fraqueza muscular por causa de um anticorpo que, não tendo nada melhor com que se parecer, se parece com o terminal que recebe o impulso nervoso que dá ao musculo o comando necessário para que ele faça o trabalho que tem de fazer que muitas vezes é respire. O problema é ser atendido rápido e o ideal, mas impossível, é que uma viatura do SAMU ficasse estacionada aqui na porta do prédio. Minha síndica disse para mim que o respons’vel pelo menu caso no SAMU afirmou que eu estava com uma parada cárdio respiratória e, com isso, climinamente morto. Não sei como, mas sou grato a ele e ao Dr Bezerra de Meneses, fui trazido de volta ao mundo dos clinicamente vivos, todo minha medicação de maneira espartana e, quanto parece, estou bem. Com isso você vê o óbvio ululante
Envelhecer bem não é fingir que o tempo parou
Envelhecimento saudável não significa chegar a uma idade avançada sem nenhuma dor, diagnóstico ou limitação. Significa preservar, pelo maior tempo possível, a capacidade de fazer aquilo que dá sentido à vida: cuidar de si, conversar, circular pela cidade, trabalhar, viajar, brincar com os netos, manter vínculos e tomar decisões sobre a própria rotina. A ideia central é simples: o objetivo não é derrotar o relógio. É impedir que ele leve, antes da hora, força, equilíbrio, memória, autonomia e prazer de viver. Uma parte das mudanças do corpo é inevitável, mas fragilidade, isolamento e perda funcional não precisam ser tratados como destino obrigatório.
Quatro pilares que sustentam a autonomia
Casal jogando frescobol
Alimentação: com o passar dos anos, o corpo pode responder menos aos estímulos que mantêm a massa muscular. Por isso, proteína suficiente, verduras, legumes, frutas, grãos integrais, feijões, sementes e gorduras de boa qualidade tornam-se ainda mais importantes.
Movimento: caminhar, pedalar, nadar, dançar ou realizar atividades domésticas reduz o tempo sentado e protege coração, circulação, humor e capacidade respiratória.
Força e equilíbrio: exercícios contra resistência ajudam músculos e ossos. Treinos de equilíbrio, mobilidade dos tornozelos e quadris e mudanças controladas de direção ajudam a reduzir quedas.
Acompanhamento: consultas, vacinação, revisão de medicamentos, saúde bucal, audição, visão, sono e saúde mental fazem parte do envelhecimento saudável tanto quanto comida e exercício.
Começar pequeno funciona
Uma rotina impossível dura três dias e vira culpa. Uma rotina modesta pode virar parte da vida. Dez minutos de caminhada já são um começo. Levantar-se da cadeira algumas vezes, praticar sentar-se e levantar com segurança, preparar uma refeição mais completa ou dormir em horário mais regular também conta. Para adultos com 65 anos ou mais, recomendações internacionais costumam apontar pelo menos 150 minutos semanais de atividade aeróbica moderada, fortalecimento muscular em dois ou mais dias e exercícios de equilíbrio. Isso é uma meta, não uma porta de entrada proibida: quem está parado deve começar abaixo dela e progredir conforme a própria condição.
Tecnologia pode ajudar, mas não precisa mandar
O celular ou um relógio inteligente pode registrar passos, sono, frequência cardíaca e períodos de inatividade. O valor desses dados está em mostrar tendências pessoais, não em transformar a vida numa competição contra números. Escolha uma ou duas medidas úteis, como passos e horário de dormir. Observe a média de várias semanas. Um dia ruim não define saúde, assim como um número bonito no relógio não substitui sintomas, exames ou avaliação profissional.
O que mais importa
Corpos envelhecidos continuam capazes de adaptação. Músculos podem ganhar força, equilíbrio pode melhorar e o condicionamento pode responder ao treino em qualquer idade. A resposta talvez seja mais lenta do que aos 20 anos, mas continua existindo. Envelhecer bem é uma direção escolhida repetidamente. Não exige perfeição. Exige continuidade, ajustes e a decisão de não abandonar o próprio corpo só porque o calendário avançou.
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