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O Jornal Diario.com, na sua edição eletrônica para a cidade de Maringá noticiou que uma família inteira praticou suicídio coletivo devido ao fato de ter sido expulsa de casa em Pondicherry, na Índia; viviam em uma comunidade coletiva, o que é comum na Índia devido à miséria que campeia aquele superpopuloso país, depois que “Suprema Corte” determinou sua saída.
Sem ter para onde ir, adentraram o mar em uma tentativa de suicídio coletiva. A mãe e duas das irmãs dela se afogaram, enquanto vítima, as outras duas irmãs e o pai foram levados para a praia em diferentes locais ao longo da costa.
Esta moça afogou-se mas conseguiu chegar à praia onde, ao invés de ser socorrida, FOI ESTUPRADA por dois “pescadores” que a encontraram ainda nas vascas da morte!
A mulher afirmou, segundo o diario.com, com informatizações do Daily Mail , um periódico do reino Unido, que foi encontrada a cerca de um quilômetro do local da tentativa de suicídio, relatou que foi estuprada enquanto estava deitada inconsciente na praia. (…)
Ainda em consonância com o diario.com, a polícia avaliou gravações de câmeras de segurança de hotéis e pousadas na área e percebeu dois homens agindo de forma suspeita no momento do ataque. Os dois suspeitos, identificados como os catadores de caranguejo S Raja, de 35 anos e um parente dele, K Vijaykumar, de 32, são de Pillaichavadi, no Distrito Villupuram, em Tamil Nadu, foram presos no dia seguinte. O superintendente sênior da polícia, VJ Chandran, confirmou que os acusados confessaram ter estuprado a mulher.
A Índia está lutando contra uma cultura do estupro endêmica que chamou a atenção internacional pela primeira vez em 2012 pelo caso chocante de uma mulher que morreu depois de ter sido estuprada em Nova Delhi.
O país fez leis mais duras contra agressores sexuais no ano passado após o estupro coletivo de uma estudante em Nova Delhi, em dezembro de 2012, mas a legislação não conseguiu conter a onda de violência contra as mulheres.

A modesta opinião do editor de Soropositivo Web Site, quase sempre leniente com crimes menores, pensa que Nova Délhi precisa recurudescer a lei e submter à prisão perpétua ou pena de morte quem comete este tipo de crime. Explico-me dizendo que quando a “coisa” toma tais dimensões, somente te o pavor a uma pena de grande monta pode começar, aos poucos, com as primeiras condenações, e que sejam condenações exemplares, se podria, em décadas, restringir um tipo de ação criminosa tão deplorável quanto imunda.
O vítima de estupro é como vítima de sequestro e passa a a ser refém, por toda a sua vida e, portanto, é extremamente justo que o algoz, ou algozes, sofram penas similares ou mesmo definitivas.

Vaticinando nisso, fico me perguntando se o Fascínora do Bolsonaro não tem, em suas deploráveis ilações, a intenção de criar um Estado, aqui no Brasil, onde o estupro se tornasse uma “coisa corriqueira”.
É imprescindível que ele seja expulso da casa e que seus direitos políticos sejam extintos ad eternum.
Por outro lado, pesquisando na wikipedia percebi que o estupro é um contumaz crime de guerra e que os soldados russos, em seu avanço para Berlim, cometeram milhões destes crimes, como você pode ler neste link que abre em outra janela.
Enfim, chego a me envergonhar de ser home por conta de explos tão deploráveis que os homens, seja em situação de crise (que nem explica e nem justifica), abusam da força bruta contra a mulher, sempre vítima fácil de cães como os listados aqui, incluindo os crimes de Sarajevo, de “limpeza étinica” que consistia em matar os homens de cada cidade tomada e violentar as mulheres remanescentes. Note-se que os meninos também eram mortos e somente as mulheres em fase de procriação eram “poupadas”; tenho certeza que elas teriam preferido a morte
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