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ANGOLA PRESS | Lubango – Beneficiários da Associação de Seropositivos e Activistas da Luta contra o SIDA (Aspalsida) estão a abandonar o tratamento com ANTI-RETROVIRAIS para aderirem à Igreja Universal onde alegam encontrar supostamente a cura, denunciou hoje, no Lubango, província da Huíla, a administradora da organização, Ana Paz. Ao falar à Angop, a propósito da aderência de pessoas infectadas pelo vírus do HIV à associação em busca de testagem, aconselhamento e tratamentos, a responsável considerou esta abstenção como uma das principais dificuldades para a sua actividade, pelo que solicitou maior apoio na divulgação de informações na comunicação social. No seu ponto de vista, as pessoas precisam saber mais sobre as vias de transmissão e prevenção do VIH/SIDA, o tratamento anti-retroviral e reinfecção, de modo a se evitar situações de menosprezo, maus-tratos e discriminação. Por isso, avançou, para se combater a estigmatização torna-se necessário acatar-se o exemplo da República da Zâmbia de veiculação de informação específica e detalhada sobre o VIH/SIDA, bem como criar-se parcerias entre organizações para analisar a comunicação sobre a epidemia e resolver-se o problema. A controlar actualmente 527 beneficiários adultos e 96 crianças, a Aspalsida realiza todos os dias úteis, de segunda a sexta-feira, palestras nos hospitais Central, Sanatório e Pediatria, assim como nas escolas e Faculdades, onde passa informações sobre as vias de transmissão e prevenção (primária e secundária). |
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