O projeto-piloto começa a ser testado em 24 serviços especializados de 13 cidades da Região Sul. Segundo Marcelo Freitas, do DEPARTAMENTO DE DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, a ideia é qualificar o atendimento nessas unidades para incentivar o diagnóstico precoce e o tratamento. “Na população que tem TUBERCULOSE, que tem um diagnóstico já de TUBERCULOSE, nós queremos aumentar o nível de detecção do HIV nessa população. Com as pessoas que têm HIV, nós queremos identificar a TUBERCULOSE e usar medidas de profilaxia para prevenir o desenvolvimento da doença nessa população, e aí também impacta na mortalidade. Nós queremos que o tratamento, tanto de TUBERCULOSE quanto da infecção pelo HIV, sejam oportunos.”
O projeto terá duração de um ano e deve servir de modelo para ações semelhantes em outros estados. Foram selecionados, neste primeiro momento, municípios com prevalência de 20% ou mais de casos de HIV em pessoas com TUBERCULOSE, percentual considerado alto pelo Ministério da Saúde.
CORREIO DO ESTADO – MS |
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