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Em busca da cura:  Remissão da infecção por HIV e controle de Pós-tratamento de longo prazo sugere possibilidade de cura funcional

Seria esta mais uma rota de acesso à via da cura funcional? Ler com reservas

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Mujer en el mar frente a la luna llenaUma jovem mulher que estava infectada com o HIV no nascimento de sua filha e recebido de terapia antiretroviral (TARV) muito cedo bem como um bebê têm mantido uma carga viral abaixo do limite de detectabilidade de testes padrão por mais de doze anos após a suspensão do tratamento, derramando mais luz sobre o “controle pós-tratamento ” como uma potencial estratégia de cura funcional.

Em 2014, pesquisadores relataram decepcionante notícia na busca de uma cura de HIV. A “Mississippi Baby” — uma criança que  levou muitos peritos a pensar que a menina poderia ter sido do HIV — foi encontrada ainda portadora do vírus e um par de pacientes submetidos a transplante de medula óssea em Boston; houve rebote viral vários meses após a interrupção do tratamento experimental. Isso deixa Timóth Brown, O paciente de Berlim, como a única pessoa que ainda parece ter sido curada do HIV.

Durante a  Conferência International AIDS Society em Julho, Asier Saez-Cirion do Institut Pasteur de Paris Descreveu o caso de uma jovem mulher, que nasceu de uma mãe HIV positiva com uma elevada carga viral, a quem foi dada manutenção preventiva com zidovudina (AZT) logo após o parto, mas no entanto se tornou soropositiva. Ela começou a combinação TARV 3 meses após o nascimento, mas cerca de 6 anos depois ela foi retirada do cuidado coma TARV. Quando ela retornou ao centro clínico um ano mais tarde ela tinha carga viral indetectável e mantivemo-la sem tratamento. Agora, desligada da TARV por mais de doze anos, a mulher tem níveis indetectáveis de carga viral plasmática de acordo com testes padronizados e sua contagem de CD4 permanece elevada e estável, mas os investigadores puderam detectar a replicação do DNA do HIV em suas células.

Saez-Cirion disse este é o primeiro caso conhecido de remissão de muito longo prazo do HIV  em uma pessoa infectada em torno do nascimento e tratadas precocemente — cerca de dez anos mais do que o bebê de Mississippi.

Com efeito, tais controles pós-tratamento aparecem de forma muito rara. Saez-Cirion tem seguido a um grupo de franceses adultos num estudo conhecido como o coorte de VISCONTI que iniciaram o tratamento na fase aguda ou precoce da infecção pelo HIV, interrompendo-o em seguida, e que tem mantido a terapia indetectável de carga viral plasmática. Mas elas não são livres de DNA do HIV em suas células T e noutros partes do corpo.

Um Estudo apresentado em ID Semana Em Outubro verificou que apenas 4 indivíduos num grupo de  quase 5 mil pessoas que recebem cuidados em saúde militar dos EUA mostrou controle imunológico do HIV após o arranque da TARV, atingindo supressão viral e a interrupção do tratamento.

Ao contrário dos “controladores de elite” , que têm uma forte resposta imune ao HIV e mantém baixa a carga viral sem tratamento, o estudo francês e alguns pacientes na  coorte VISCONTI parecem ter uma invulgarmente fraca resposta ao vírus. Isto pode ser vantajoso, como seu repouso de células T não ser ativado e eles podem evitar a inflamação persistente normalmente observada em pessoas com HIV não tratadas. Isto sugere que a acalmar a resposta imune ao HIV — em vez de reforça-la — pode ser uma abordagem para alcançar uma  cura funcional.

Publicado na quinta-feira, 30 de Dezembro de 2015 00:00

Escritos por Liz Highleyman

Asier Saez-Cirion em 2015 IAS para uma reunião de cura HIV

Traduzido por Cláudio Souza do original em Long-term HIV Remission and Post-Treatment Control em AIDSMAP.COM

Revisado por Mara Macedo em 3 de Janeiro de 2016

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Sobre Claudio Santos (524 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois ou tres, quase quatro anos, fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus...

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