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África: Fundação pede legalização da prostituição para combater AIDS

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África: Fundação pede legalização da prostituição para combater AIDS

 

A descriminalização do trabalho sexual poderia reduzir drasticamente as novas infecções pelo HIV na África do Sul, segundo opinou nesta quarta-feira (6) a especialista Linda Bekker, da Fundação Desmond Tutu Contra a Aids.

 

 

Prostituta sul-africana passa a noite em uma das ruas de Tshwane (Antiga Pretória)

Bekker pediu às autoridades médicas nacionais que empreendessem um estudo social minucioso e avaliassem diferentes medidas, no sentido de converter a venda de sexo em uma profissão que resultasse menos perigosa para trabalhadores e clientes, considerou. A legalização da prostituição tornarias estas pessoas mais acessíveis à prevenção.

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De acordo com informes policiais, há 170 mil prostitutas ativas no país. Não é a primeira vez que especialistas e organizações não governamentais sugerem uma descriminalização de tais trabalhos.

Entre 2012 e 2013 a Liga Feminina do Congresso Nacional Africano (ANC) e a Comissão para a Igualdade de Gênero também se pronunciaram a favor da legalização da prostituição com a meta de que estas mulheres “recuperem direitos humanos, dignidade e tenham melhores condições de vida”.

Bekker comentou que atualmente existe neste país o pernicioso paradoxo de que se uma mulher é pega pela polícia com várias camisinhas, pode ser presa sob a presunção oficial de que se dedica à prostituição,

“Soa incrível, mas pode ser perigoso para as trabalhadoras sexuais portar camisinhas na África do Sul”, destacou a socióloga associada à Fundação Tutu.

Investigações globais enunciadas recentemente na Conferência Internacional Sobre a Aids, na Austrália, revelaram que o contágio com a doença poderia ser reduzido em 46% se o trabalho sexual se convertesse em lícito, agregou.

A prostituição na África do Sul é ilegal desde 1957, crime previsto na Ata de Delitos Sociais, e ratificada e ampliada no ano de 1977, e depois também em 2007, com a inclusão também da compra de favores sexuais como uma transgressão por meio de uma emenda judicial.

Fonte: Prensa Latina.

Nota do Editor de Soropositivo Web Site: A legalização da prostituição é, a meu ver, uma necessidade básica da sociedade, pois estas pessoas estão num nível de vulnerabilidade social dos mais chocantes


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