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AIDS Não Pode Ser Banalidade

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a-aids-mata  AIDS Não Pode Ser Banalidade a aids mata

 

 

A Assembleia-Geral das Nações Unidas, que se realizará em Nova York em 8 a 10 do corrente, deverá aprovar uma declaração sobre HIV/AIDS. Já passaram 30 anos desde a data de descoberta dessa doença horrível. Desde então, ceifou 30 milhões de vidas humanas no planeta. E, não obstante as providências tomadas no combate à AIDS, o número de doentes vai aumentando a cada ano.


Nos últimos dez anos, as despesas globais realizadas no combate a esse mal terrível aumentaram dos 300 milhões para 17 bilhões de dólares. Essa política já permitiu alcançar uns certos êxitos. Por exemplo, na África, responsável por dois terços dos casos da epidemia AIDS, o número de novos casos vai diminuindo anualmente. E, contudo, como indica Dennis Brown, diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/AIDS para a Europa e a Ásia Central, atualmente, é justamente essa região alvo de uma preocupação especial, porque nesses países quase 2,2 milhões de pessoas são portadores de AIDS, ou seja, o dobro em comparação com 2000. Esse especialista internacional continua seu relato:


À medida que a epidemia vai grassando, desenvolve-se também a estratégia usada para lhe fazer frente. No momento, o mundo já tem formulados três objetivos principais. São: zero novos casos da doença, zero mortes por causa da AIDS e zero casos de discriminação e estigmatização. Não vai ser fácil, naturalmente, sobretudo na nossa região em que a maioria dos novos casos da AIDS são consumidores de drogas injetáveis.


São precisamente os narcomanos que hoje representam o grupo de risco principal. E não somente pela alta probabilidade de contaminação, como também pelo fato de que depois de detetada a infeção AIDS eles não se tratam sistematicamente, o que é muito importante na luta contra essa enfermidade. Mais de 20 por cento das pessoas infecionadas deixam de se tratar um ano depois. Sabe-se, entretanto, que um tratamento adequado previne a propagação do vírus.


Na Rússia, a situação no que se refere à transmissão da AIDS mediante injeções continua bastante grave, embora já se tenha delineado um certo progresso – diz Vladimir Ibraghimov, diretor do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime na Rússia. – Isso se pode explicar, em parte, pelos programas adotados pelo Governo e os órgãos governamentais pertinentes e pelos serviços policiais e médicos.


Segundo Serghei Kolessnikov, membro da Academia Nacional de Ciências Médicas e vice-presidente da comissão para os Assuntos Médicos na Câmara Baixa do Parlamento federal da Rússia, até meados de 2005, o problema da AIDS era aqui subvalorizado. Em 2005, porém, o Governo começou a aumentar verticalmente o financiamento dos programas de combate à AIDS, com destaque para as providências preventivas, assim como os recursos para o diagnóstico e o tratamento dos aidéticos. Esse especialista continua:

Quanto ao número de habitantes examinados, nosso país situa-se entre os mais avançados no mundo. Na última década, o financiamento para esses fins aumentou entre 15 e 20 vezes. Presentemente, são liberados para a prevenção o diagnóstico e o tratamento dos aidéticos um total de fundos comparável aos liberados pelo orçamento federal para o tratamento dos doentes oncológicos.


Os especialistas apontam entre os êxitos incontestáveis a resolução do problema da qualidade do sangue para transfusões, a qual é considerada impecável. Além disso, a Rússia alcançou importantes avanços na área de prevenção da transmissão da AIDS da mãe para o bebé durante a gravidez, parto e amamentação.


Está sendo resolvido com sucesso o problema dos fármacos antivirulentos, vão aumentando as aquisições desses materiais no Exterior e a indústria farmacêutica vai sendo paralelamente orientada para desenvolvimento de remédios antiretrovirulentos nacionais. A Rússia deverá se prover por inteiro desses medicamentos. Porém, o mais importante é que a atitude para com as pessoas infecionadas pela AIDS. Nos últimos trinta anos, a sociedade adquiriu a consciência de que elas possuem os mesmos direitos que os demais. E que em vez de isolá-las é necessário ajudá-las na batalha contra essa doença mortal.

VOZ DA RÚSSIA |

 

 

Nota do Editor de Soropositivo.Org

 

O texto fala em _grupo de risco_ e se refere aos “narcômanos”

 

Até onde eu vejo, narcômanos são usuários de drogas em geral e isso não se adequa à realidade

.

 

Embora o termo correto seja comportamento de risco, o usuário de drogas não representa um grupo de risco.

 

O comportamento de risco deriva de inúmeras circunstãncias e uma delas é o apetite sexual das pessoas que, muitsa vezes, abalam a capacidade de julgamento de uma pessoa (como eu, um adicto do sexo na juventude).

 

Um exmplo de comportamento de risco reside na pessoa que conseome uma dose exacerbada de álcool e, embriagada, prtaica sexo inseguro.

Se ela vai contrair HIV e desenvolver AIDXS é algo qeu só deus pode responer, mas o comportamento foi de risco.

Entretanto, dentros os segmentos de usuários de drogas, o que mais se arrisca é o de usuários de drogas injetáveis que, em geral, não são aeptos do consumo seguro de drogas.

 

Entenda-se por consumo seguro o NÃO COMPARTILHAMENTO DE SERINGAS, AGULHAS E OUTROS PARAMENTOS necessários para o uso de drogas injetáveis.

 

Não se iluda com o Termo Grupo de Risco.

ISSO NÃO EXISTE.

 

O Comportamento de risco independe de drogas, legalizadas ou não, e é preciso uma boa dose de juízo para não se ceder à tentação de “um feeling” diferente.

 

Cláudio


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