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Camisinha, entre o saber e o uso

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A última pesquisa do Ministério da Saúde sobre comportamento sexual do brasileiro ouviu 8 mil entrevistados nas cinco regiões do país. Foram homens e mulheres entre 15 e 64 anos. De acordo com o estudo, 77% dessa população (66,7 milhões) teve relações sexuais nos 12 meses que antecederam a pesquisa, finalizada no final de 2008. As principais diferenças de comportamento estão entre homens e mulheres.

Entre eles, 13,2% tiveram mais de cinco parceiros casuais no ano anterior à pesquisa; entre elas, esse índice é três vezes menor (4,1%). Dez por cento deles tiveram, pelo menos, um parceiro do mesmo sexo na vida, enquanto só 5,2% delas já fizeram sexo com outras mulheres. A vida sexual deles também começa mais cedo: 36,9% deles tiveram relações sexuais antes dos 15 anos; entre elas, esse índice cai para menos da metade, 17%.

A pesquisa constatou ainda que quase metade da população (45,7%) faz uso consistente do PRESERVATIVO com seus parceiros casuais (usou em todas as relações eventuais nos últimos 12 meses). As principais diferenças estão entre homens e mulheres e por faixa etária. Homens usam mais PRESERVATIVOS do que as mulheres em todas as situações.

Brasileiro sabe que não tem cura e que CAMISINHA protege

A população brasileira tem um elevado índice de conhecimento sobre as formas de infecção e de prevenção da AIDS – mais de 95% da população sabe que o uso do PRESERVATIVO é a melhor maneira de evitar a infecção. O conhecimento é maior entre pessoas de maior escolaridade. Mas mesmo entre aqueles com primário incompleto, o PRESERVATIVO é bastante conhecido. Além disso, 90% dos brasileiros afirmaram saber que a AIDS ainda não tem cura.

A comparação dos resultados de 2008 com os da mesma pesquisa realizada em 2004 acenderam o alerta para o Ministério da Saúde: o brasileiro tem feito mais sexo casual. Em 2004, 4% das pessoas haviam tido mais de cinco parceiros casuais no ano anterior. Em 2008, esse índice subiu para 9,3%. A pesquisa identificou, também, uma tendência na queda no uso do PRESERVATIVO. Passou de 51,6% em todas as parcerias eventuais, em 2004, para 46,5% em 2008.

 

DIÁRIO CATARINENSE – SC | GERAL

 


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