Conteúdos gerais do Soropositivo.Org sobre saúde, prevenção, tratamento, cidadania, qualidade de vida e utilidade pública.
A CIDADE – VOTUPORANGA | SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
27/06/2012
Conteúdos gerais do Soropositivo.Org sobre saúde, prevenção, tratamento, cidadania, qualidade de vida e utilidade pública.
A CIDADE – VOTUPORANGA | SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
27/06/2012
Segundo a Organização Mundial da Saúde, falta prevenção
Segundo um dos artigos, essa é a primeira causa de morte entre meninas de 15 a 19 anos. Entre os homens, o suicídio ocupa o terceiro lugar, depois de acidentes de trânsito e da violência.
No Brasil, o suicídio é a terceira causa de morte entre jovens, ficando atrás de acidentes e homicídios.
“Antes as taxas eram maiores na terceira idade. Hoje a gente observa que, entre os jovens, elas sobem assustadoramente”, afirma Alexandrina Meleiro, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.
Entre os jovens, a taxa multiplicou-se por dez de 1980 a 2000: de 0,4 para 4 a cada 100 mil pessoas.
Segundo o estudo, os adolescentes evitam procurar ajuda por temerem o estigma e que rumores sobre seus pensamentos suicidas se espalhem pela escola.
Há outra mudança no perfil dos que cometem suicídio. O risco, que sempre foi maior entre homens, tem aumentado entre as meninas.
Segundo Meleiro, isso se deve a gestações precoces e não desejadas, Prostituição e abuso de drogas.
SILÊNCIO
O problema, porém, é negligenciado, como mostram dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). A entidade afirma que os casos de suicídio aumentaram 60% nos últimos 45 anos e que 1 milhão de pessoas no mundo morrem dessa forma por ano.
No Brasil, estima-se que ocorram 24 suicídios por dia. O número de tentativas é até 20 vezes maior que o de mortes. “O suicídio é uma epidemia silenciosa”, diz Meleiro.
Segundo a OMS, pouco tem sido feito em termos de prevenção. Os pesquisadores, da Universidade de Oxford e da Universidade Stirling, na Escócia, dizem que mais pesquisas são necessárias para compreender os fatores de risco e melhorar a prevenção.
Uma estratégia é limitar o acesso a meios que facilitem o suicídio, como armas.
“O preconceito em torno das doenças mentais faz com que as pessoas não procurem ajuda”, diz Meleiro. Cerca de 90% dos suicídios estão ligados a transtornos mentais.
Ela diz que as pessoas costumam dar sinais antes de uma tentativa. “Acredita-se que perguntar se a pessoa tem pensamentos suicidas vai estimulá-la, mas isso pode levá-la a procurar ajuda.”
MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO
FOLHA DE S. PAULO – SP | CIÊNCIA SAÚDE
22/06/2012
O vírus H1N1 volta a assustar o Sul do Brasil. Apesar de não haver sinais de uma nova epidemia, em Santa Catarina já foram registrados 28 óbitos e 1.080 casos, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde. O município mais afetado é Blumenau, com 85 notificações, entre suspeitas e confirmações. Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde informou que “se mantém alerta, monitorando os casos de infecção respiratória grave” e implementando ações, como campanhas educativas e de imunização. No Rio Grande do Sul, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) informou que, até quarta-feira, houve 26 casos, com dois óbitos. No Paraná, há 64 casos confirmados e cinco mortes. Não se sabe ainda o motivo pelo qual o Sul já contabilizava tantas notificações antes mesmo do início do inverno, estação que começou ontem e na qual as infecções respiratórias são mais comuns. De acordo com o Ministério da Saúde, porém, a região inspira mais cuidados porque tem um inverno mais rigoroso. De acordo com o órgão, grande parte da população brasileira já está protegida contra o vírus H1N1, seja por causa da infecção de 2009 ou devido às vacinações. Ontem, o ministério divulgou uma nota técnica, reforçando os cuidados necessários para evitar a infecção pelos diversos subtipos de gripes. Entre eles, a adoção, por parte dos profissionais de saúde, do novo Protocolo de Tratamento da Influenza, que passou por revisão no ano passado. Para a população em geral, as recomendações são lavar a mão com frequência, evitar tocar o rosto e proteger a tosse e o espirro com lenço descartável. |
CORREIO BRAZILIENSE – DF | SAÚDE
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
22/06/2012
Dentre os mais de 200 artigos que integram o documento final da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, oito tratam especificamente sobre a saúde. O texto destaca, por exemplo, o combate a Aids, Tuberculose, gripe e doenças crônicas como diabetes e hipertensão, e afirma que é preciso redobrar esforços para alcançar o acesso universal à prevenção, tratamento, cuidados e apoio. “As metas de desenvolvimento sustentável só podem ser alcançadas a partir da redução dessas doenças, propiciando às populações o bem-estar físico, mental e social”, afirma o material. Em outro artigo, os participantes da conferência reconhecem que a redução da poluição do ar, da água e do uso de produtos químicos pode gerar efeitos positivos na saúde. O texto final traz ainda um apelo para que os países signatários colaborem para fortalecer os sistemas de saúde, aumentando o financiamento e a força de trabalho no setor. A distribuição de medicamentos seguros e a ampliação do acesso a vacinas e tecnologias médicas também são ações estratégicas descritas pelos representantes dos países. “As políticas públicas de saúde contribuem para que o ser humano esteja no centro da agenda do desenvolvimento de qualquer País. E ter um sistema público de saúde ultrapassa o direito individual de cada cidadão. Ele permite e obriga que a organização do meio ambiente e espaços urbanos coloquem a defesa da vida na regulação de cidades mais saudáveis”, avalia o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo Padilha, o Brasil contribuiu para uma grande experiência oferecendo saúde gratuita, integral e universal. “Isso tem impacto direto no desenvolvimento sustentável, pois gera uma mobilização entre o poder público em parceria com a sociedade civil para colocar a defesa da vida no planejamento e no esforço político nas decisões estratégicas”. A Pasta informa que, desde a Conferência Rio 92, o Brasil expandiu o acesso da atenção primária à saúde, que saltou de uma cobertura de 3% em 1992 para aproximadamente 63% em 2012. “Não há dúvidas que o SUS contribuiu significativamente para a melhoria da qualidade de vida da população brasileira. Por isso, a Conferência Rio+20 é uma oportunidade para ampliar a agenda de compromissos também do setor saúde”, acredita Guilherme Franco Netto, diretor do departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. Redação da Agência de Notícias da Aids com informações da Agência Saúde |
AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
20/06/2012
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