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Um casal de Jaraguá do Sul sabe que o lema “Viver com Aids É Possível. Com o Preconceito Não” é verdadeiro. Durante 13 anos, o marido conviveu com o irmão doente. Segundo ele, o irmão não tomava medicamento para controlar a doença. Há quatro meses, o irmão morreu, mas a vida dele serviu de exemplo para a família.
“Não tenho preconceito nenhum, porque convivi com meu irmão, mas passei a conhecer melhor as formas de prevenção”, diz o marido. A mulher dele avalia que é muito comum o preconceito, apesar das campanhas feitas pelo governo. Para ela, o tema da conscientização é fundamental para ajudar a pessoa que tem a doença a viver melhor.
“Quando meu cunhado estava na fase terminal, as pessoas me perguntavam se não tínhamos medo de ficarmos junto com ele, mas até o final ficamos do lado dele e sem preconceito”, lembra. A dona de casa ainda diz que, com a convivência, as pessoas aprendem que todo doente é um pessoa normal e pode viver como outra qualquer, com aperto de mão, beijos e abraços.
Para o casal, o preconceito ainda existe porque falta informação. “As pessoas precisam conhecer e saber o que é a doença. A falta de informação gera o preconceito”, comenta o casal.
A Notícia – SC | Editoria: | Pág. | Dia / Mês/Ano: |
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| 01/DEZEMBRO/09 |
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