Conteúdos gerais do Soropositivo.Org sobre saúde, prevenção, tratamento, cidadania, qualidade de vida e utilidade pública.
, Sexo & Comportamento No final de fevereiro, os ministérios da Saúde e Educação anunciaram o projeto sobre a implantação de máquinas de distribuição de preservativos nas escolas da rede pública. A notícia causou muitas discussões e debates entre pais, professores e funcionários. No próprio jornal, as cartas recebidas na época apresentavam muitas opiniões diferentes, a maioria de uma não-aceitação, pois algumas delas acreditavam, ou melhor, acreditam que uma máquina como esta pode “”incentivar o aluno a iniciar a prática sexual””. Mas o que se sabe é que no início de agosto a Comissão de Seguridade Social e Família realizou uma audiência pública para discutir com o secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação e a diretora do Programa Nacional DST/AIDS do Ministério da Saúde o projeto de instalar máquinas dispensadoras de preservativos em escolas. Bem, diante de tudo isto, será que, com ou sem máquina, devemos distribuir preservativos na escola? Acredito que o mais importante não seja discutir se devemos ou não distribuí-los na escola, mas sim de que forma isto pode ocorrer? Será que vale a pena entregar só por entregar? Com certeza não! É preciso muito mais do isto. A entrega de preservativos na escola pode se tornar superficial e não toca na questão fundamental: a conscientização dos jovens. Realmente, o que está faltando não é a distribuição de preservativos na escola, mas sim uma Educação Sexual de verdade.Mitos e Verdades – Mito: Dizer que a Educação Sexual na escola pode estimular a iniciação sexual precoce dos alunos. – Verdade: Entregar preservativo por entregar não tem sentido. Ricardo Desidério da Silva, professor mestrando e educador sexualVoltar
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