Conteúdos gerais do Soropositivo.Org sobre saúde, prevenção, tratamento, cidadania, qualidade de vida e utilidade pública.
Com tantas conquistas, por que a mulher ainda apanha? A violência contra a mulher não é companhia do amor!
Tem alguma coisa errada nesse discurso de que a mulher conquistou tudo, se muitas ainda são vítimas de violência física e moral dentro da própria casa!
A independência tem o dinheiro, trabalho, patrimônio como indicativo da sua presença… Mas não é somente isso!
A maior independência começa em casa, primeiro na dos pais, em poder dizer e ser ouvida sobre o que pensa, acredita e sente, depois, na própria casa, seja para morar sozinha ou com alguém que escolheu para isso, a violência contra a mulher compromete tudo isso.
Nesse terreno de violência, a física aparece na face, nos braços e pernas, enquanto a moral que não deixa marcas visíveis, fere a alma, se reitera na conduta de entregar os filhos para a mulher cuidar e arcar sozinha com todas as despesas.
Deixar de pagar alimentos aos filhos para atingir a mulher é uma atitude muito mais comum do que se imagina, isso também é violência!
Aqui, gostaria de dizer que é um absurdo a altíssima incidência de violência contra a mulher, elas, embora vítimas, estão presas num círculo vicioso, ‘se denuncio ele me mata’, ‘se não denuncio continuo apanhando…’ Lamentável as que ainda acreditam que o agressor irá mudar e seguem firmes nessa tentativa.
O medo e o conflito sobre a própria capacidade existencial fazem de muitas vítimas reincidentes…
Dizer sobre a base lá da infância não resolve nada, muito menos culpar os pais seja lá pelo que for… A questão é aqui e agora!
Se não consegue sozinha, busque ajuda!
A doença de um pode estar ligada à dependência do outro, desatar esse nó traz saúde emocional.
Uma perguntinha simples, por que você ainda ‘aceita’ apanhar? Que dívida é esta?
Nota do Editor de soropositivo Web Site: A violência contra a mulher é algo que tem, lamento dizer, um componente cultural. Quando o motorista irritado diz para a motorista do carro ao lado que ela tem mais é que ir lavar roupa, isso também é uma forma de violência de gênero. Pior que a mulher agride o próprio genero dizendo “manda a sua”… É… É absurdo mas é verdade. Nao sei se eu sou muito adepto a conto de fadas, mas acredito que o forte exista para proteger o fraco e nao para oprimí0lo, violentá-lo e explorá-lo.
Eu já fiz muita coisa na vida, mas muita coisa. Fui homem de ter três, quatro mulheres ao mesmo tempo, mas nunca fui homem de bater em uma delas.
Isso se deve ao fato de um instrutor de vida muito antigo ter me dito que se você sente a necessidade de levantar a mão contra uma mulher, seja qual motivo for, a convivência não vale mais a pena pois, depois do primeiro tapa, acabou-se tudo.
Respeito mútuo e confiança são as duas coisas que caem primeiro e a mágoa no coração da mulher agredida é indizível. Se você pensa que esta controle porque aplica violência contra a mulher em sua casa, quero contar breve anedota onde uma amiga minha, cansada de ser espancada, jogou o ferro de passar roupas, quente, na cara do agressor. A delegada riu muito e ainda meteu o cara em cana!
Quer saber mais? Bem feito para ele
Cláudio Souza
Respeito mútuo e confiança são as duas coisas que caem primeiro e a mágoa no coração da mulher agredida é indizível. Se você pensa que esta controle porque aplica violência contra a mulher em sua casa, quero contar breve anedota onde uma amiga minha, cansada de ser espancada, jogou o ferro de passar roupas, quente, na cara do agressor. A delegada riu muito e ainda meteu o cara em cana!



O projeto de lei (PL) que prevê o tratamento psicológico a homossexuais, conhecido como “Cura Gay”, voltou a tramitar na Câmara dos Deputados. O deputado integrante da banca evangélica, Pastor Eurico (PSB-PE), encaminhou a resolução à Comissão de Direitos Humanos (CDH). Na proposta, as pessoas que queiram reverter a homossexualidade teriam direito a acompanhamento de psicólogos.
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