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12/FEVEREIRO/08 |
12-Fev-2008
Técnicos e representantes de movimentos sociais estiveram reunidos ontem, 11, para debater o combate das Doenças Sexualmente Transmissíveis, em especial a Aids, como prioridade entre as ações de saúde a serem desenvolvidas no Maranhão.
Técnicos e representantes de movimentos sociais estiveram reunidos ontem, 11, para debater o combate das Doenças Sexualmente Transmissíveis, em especial a Aids, como prioridade entre as ações de saúde a serem desenvolvidas no Maranhão. Na ocasião, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) apresentou medidas prioritárias do Programa de Controle das DST/AIDS para 2008.
Representantes da Universidade Federal do Maranhão e de entidades civis defensoras dos direitos das mulheres e dos homossexuais compareceram ao encontro. “Os números mostram que a Aids é realmente uma epidemia e nós temos que nos mobilizar cada vez mais. Precisamos de voluntários para chegar ao maior número de municípios possível”, disse Sílvia Viana, coordenadora do Programa Estadual.
Além do recrutamento de voluntários através da formação de comissões de trabalho e conscientização da população, outra ação é o maior suporte financeiro para os municípios, aliado a uma maior circulação da informação por meio de campanhas educativas.
Descentralizar as ações de prevenção e tratamento também é objetivo da SES, seguindo as recomendações do SUS quanto à universalidade do atendimento, regionalização, hierarquização e integralidade. Promover uma maior interação entre os modelos de assistência em Aids/DST’s também faz parte dos planos para 2008 da SES.
Aids no Estado
O Maranhão tem notificados 3.769 casos de Aids, a maior parte deles em pessoas na faixa dos 19 aos 49 anos. Além de São Luís (1.904 casos), Imperatriz, São José de Ribamar, Bacabal e Paço do Lumiar são os municípios maranhenses com maior incidência da doença. “Vamos nos empenhar para que o acesso à informação, aos serviços e insumos seja universal, e mais fortemente no interior do Estado”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Edmundo Costa Gomes.
Graças ao trabalho de 18 gerências regionais, 24 ong’s, 14 coordenações municipais, 21 unidades de saúde e 80 equipes de prevenção nas escolas, todos os municípios maranhenses já têm acesso gratuito ao preservativo, uma das melhores maneiras de prevenção da Aids e DST’s.
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