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01/DEZEMBRO/07 |
Numeradas (Consuêlo Badra)
2- A médica Mônica Mulatinho será a mestre-de-cerimônias do grande evento preparado pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal para este sábado, dia 1°, Dia Mundial de Combate à Aids. A ação, que acontece das 9 às 14 horas na Torre de TV, será aberta pelo Batalá. Na seqüência, haverá teatro e muita música. A banda Móveis Coloniais de Acaju prepara um show com músicas de grandes ícones vitimados pelo HIV.
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01/DEZEMBRO/07
Governo quer máquinas nas escolas
O governo federal premiou na sexta-feira, após a realização de concurso nos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets), a máquina “dispensadora” de camisinhas escolhida para ser implantada em escolas públicas do país. Inicialmente, as máquinas serão colocadas somente nos colégios que fazem parte do projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), presente em cerca de 1,5 mil escolas de 400 municípios brasileiros.
“Isso não quer dizer que todas as escolas do país vão ter uma máquina de preservativos sem uma discussão prévia. Faremos, de início, uma produção em menor escala (da máquina) para teste piloto.
Depois queremos fechar parcerias para ter uma produção industrial até o fim do próximo ano que vai para todas as escolas que queiram implantar esse projeto”, explicou a diretora do Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde, Mariangela Simão.
Diário de Pernambuco – PE |
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01/DEZEMBRO/07
País inova em remédio anti-Aids
SAÚDE // Farmanguinhos mantém nome do remédio e do laboratório parceiro em segredo
Brasília – O laboratório Farmanguinhos prepara-se para lançar duas novas drogas de combate à Aids. Um dos medicamentos, cujo processo de registro de patente está em andamento, é uma inovação feita a partir de um remédio desenvolvido por um laboratório internacional e que é comercializado no Brasil por alto preço. “Fizemos alterações na molécula. A nova droga terá um custo muito mais baixo para o país, caso seja incorporado ao programa de distribuição”, contou o diretor do Farmanguinhos, Eduardo Azeredo Costa. O segundo medicamento à espera de lançamento é uma associação de três anti-retrovirais.
Costa afirma que os dois produtos são candidatos a integrar a lista de medicamentos distribuídos pelo Programa Nacional de DST-Aids. Mas não é um processo imediato. “É preciso um estudo prévio.
Mas não temos dúvida de que as duas opções podem trazer ganhos significativos para o programa, do ponto de vista econômico e do conforto para pacientes”. A associação de drogas é vista por especialistas como uma ferramenta importante para facilitar o tratamento e garantir que pacientes tomem de forma adequada a medicação.
O Farmanguinhos não revela nem o nome dos novos remédios, nem o laboratório internacional para manter o sigilo industrial da produção e patenteamento. O Farmanguinhos, em conjunto com o Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe), também deverá começar a produzir, a partir de maio de 2008, o genérico do Efavirenz, antiAids da Merck Sharp e Dhome, que teve sua licença compulsória decretada em maio.
Pela legislação, o País tem até um ano, contados a partir da licença compulsória, para iniciar a produção do medicamento. É isso que agora será feito. Lapefe ficará encarregado de abastecer 50% do mercado; Farmanguinhos produzirá o restante. Ao todo, serão 30 milhões de comprimidos de 600 miligramas por ano. “Isso trará uma economia de US$ 20 milhões”, avaliou Costa.
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A Notícia – SC |
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01/DEZEMBRO/07
Ações reduzem casos da doença no Litoral Norte
Itajaí sempre esteve entre as cidades com maior índice de portadores do vírus HIV no País. Desde 2004, a incidência de novos casos de Aids vem se estabilizando. Segundo o programa DST/Aids, da Secretaria de Saúde de Itajaí, em 2004 foram registrados 127 novos casos de Aids. O número baixou para 84, em 2005, e para 72, no ano passado.
“Um dos fatores para a diminuição é a cidade ter absorvido a Aids como um problema e perceber que é preciso acabar com o preconceito”, diz a coordenadora técnica da Secretaria de Saúde, Rosálie Knoll. De 1997 a 2006, foram confirmados 1.818 casos de HIV na cidade, o que corresponde a aproximadamente 2% da população itajaiense.
Rosálie chama a atenção para o aumento do contágio entre heterossexuais, com idades entre 15 e 19 anos, 20 e 34 anos e maiores de 50 anos. “Na maioria, são mulheres que, por terem parceiro estável, acreditam que estão imunes e não se protegem na relação sexual”, destaca. Outro dado que surpreende é a incidência da doença em adolescentes grávidas: 10% das gestantes com o vírus HIV, em Itajaí, têm entre dez e 19 anos.
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