Descuido na prevenção

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 Ainda não há cura para a AIDS. Proteja-se

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As estatísticas do Programa DST/AIDS e Hepatites Virais do Departamento de Ações Programática do município de Rondonópolis, revelaram uma situação preocupante esta semana, segundo matéria divulgada pelo Jornal A TRIBUNA em sua edição de domingo (26), quando revela que o índice de contaminação pelo vírus HIV na população jovem continua alto.

Na verdade, a preocupação dos organismos de saúde pública é com a falta de prevenção e conscientização dos perigos da doença. Inúmeras campanhas institucionais são veiculadas ao longo do ano e são reforçadas nos períodos mais críticos relativos às grandes festas de concentração populares, como carnaval etc, e ainda assim, a progressão da doença continua alta. De acordo com os levantamentos estatísticos, nas últimas duas décadas, a situação que antes era concentrada no público considerado de risco, ou seja nos profissionais do sexo e homossexuais masculinos, se modificou, e hoje em dia o quadro de vulnerabilidade migrou para a população jovem. O mais preocupante nisso tudo é que para cada homem infectado com o vírus hoje, existem duas mulheres jovens infectadas. A suposta razão para essa realidade preocupante é que entre os jovens, a “desinformação”, o desinteresse e o descuido na prevenção durante as relações sexuais, ainda se configuram o maior fator de risco e os colocam numa situação de maior vulnerabilidade quanto ao alastramento da doença. E a pergunta que se faz então, é a seguinte: o que fazer nesses casos? A população sexualmente ativa continua se contaminando com o vírus HIV, mas por receio do preconceito social não realiza os exames anti-HIV, e desconhece o seu “status sorológico”. Na verdade, muitas vezes, as pessoas só tomam conhecimento da contaminação pelo HIV quando começam a desenvolver a doença de AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). A doença ataca o sistema imunológico do paciente debilitando-o, a ponto de qualquer doença oportunista, como uma gripe mais forte ou uma infecção pulmonar, poder leva-lo a morte. Com tudo isso, apesar de toda informação disponibilizada, a doença continua progredindo e fazendo mais vítimas. Então os jovens precisam acordar para esta situação de perigo iminente, e se cuidarem mais, se prevenirem mais durante as relações sexuais. Sob pena de comprometerem seriamente o seu futuro, apesar do considerável ganho no aumento da sobrevida dos pacientes que desenvolveram a doença (AIDS), e se tratam com os chamados antiretrovirais (coquetéis). Todavia, não devemos nos esquecer de que, apesar desses avanços todos, a doença de AIDS ainda não tem cura.

A TRIBUNA – MT |

 


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