Anticorpos de HIV podem precisar da ajuda de segundo anticorpo
AVISO IMPORTANTEEste texto é informativo e não substitui avaliação médica. Eu escrevo também a partir da minha experiência como paciente, mas decisões sobre exames, diagnóstico e tratamento devem ser...
Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a possibilidade de este ser o único lugar onde este conteúdo ainda exista.
Temas Tratados Nesta Página
- Cientistas apoiados pelo NIAID descobrem cooperação com segundo anticorpo
- Uma estratégia para o desenvolvimento de uma vacina altamente eficaz contra o HIV é aprender como algumas pessoas infectadas pelo vírus naturalmente desenvolvem determinados anticorpos, os quais são capazes de impedir uma grande parte das cepas de HIV de infectar células humanas em laboratório. Esses chamados anticorpos amplamente neutralizadores (bNAbs) desenvolvem-se tarde demais para ajudar as pessoas infectadas a vencer o vírus, mas se uma vacina pudesse estimular o sistema imunológico de pessoas não infectadas a produzir bNAbs, estes poderiam protegê-las da infecção pelo HIV.
- Pesquisadores têm estudado amostras seriadas de sangue doadas por um indivíduo sul-africano portador de HIV durante o seguinte período: da 15ª semana até o 4º ano após o contágio. A intenção é compreender como o sistema imunológico dessa pessoa desenvolveu o poderoso bNAb. Os cientistas já haviam observado como seu bNAb havia mudado de sua forma inicial, imatura, para sua forma final, a mais poderosa no combate ao HIV, por meio de interações com o vírus durante muitos meses. Em uma nova pesquisa, os cientistas descobriram que, no início do processo de infecção, um segundo anticorpo, mais comum, havia influenciado o vírus a desenvolver uma mutação que ajudaria o bNAb a desenvolver sua capacidade amplamente neutralizadora. Assim, o processo de coevolução do anticorpo e do HIV pode envolver mais de um anticorpo, o que consiste em uma descoberta com possíveis implicações para o desenvolvimento de uma vacina anti-HIV.
- O novo estudo foi liderado por Barton F. Haynes, Doutor em Medicina, diretor do Instituto de Vacina Humana da Faculdade de Medicina da Universidade Duke e pesquisador do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID, na sigla em inglês), que é parte dos Institutos Nacionais da Saúde (NIH) dos Estados Unidos. Os cientistas do Centro de Pesquisas de Vacinas (VRC) que colaboraram foram liderados por John R. Mascola, Doutor em Medicina e diretor do centro.
- ARTIGO: F Gao et al. Cooperation of B-cell lineages in induction of HIV-1 broadly neutralizing antibodies. Cell DOI: 10.1016/j.cell.2014.06.022 (2014).
- QUEM: Anthony S. Fauci, Doutor em Medicina e diretor do NIAID, e John R. Mascola, Doutor em Medicina e diretor do Centro de Pesquisas de Vacinas do NIAID, estão à disposição para esclarecimentos.
- CONTATO: Para agendar entrevistas, favor entrar em contato com Laura S. Leifman, (301) 402-1663, niaidnews@niaid.nih.gov.
-
- http://www.niaid.nih.gov/news/newsreleases/2014/Pages/HIVAntibodiesCooperation.aspx
- Leia também
- Fale com o Blog Soropositivo
- Like this:
- Relacionado
- Discover more from
Este site é mantido de forma totalmente independente por Cláudio Souza, diagnosticado com HIV/AIDS em 1994 e enfrentando, mais recentemente, os diagnósticos de Insuficiência Pancreática Exógena e Miastenia Gravis.
Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.
Se você pode e quer ajudar a manter esta história no ar, faça um PIX de qualquer valor:
Cientistas apoiados pelo NIAID descobrem cooperação com segundo anticorpo
John R. Mascola, Doutor em Medicina, à direita, liderou uma equipe para o estudo no Centro de Pesquisas em Vacinas do NIAID.
Créditos: NIAID
Uma estratégia para o desenvolvimento de uma vacina altamente eficaz contra o HIV é aprender como algumas pessoas infectadas pelo vírus naturalmente desenvolvem determinados anticorpos, os quais são capazes de impedir uma grande parte das cepas de HIV de infectar células humanas em laboratório. Esses chamados anticorpos amplamente neutralizadores (bNAbs) desenvolvem-se tarde demais para ajudar as pessoas infectadas a vencer o vírus, mas se uma vacina pudesse estimular o sistema imunológico de pessoas não infectadas a produzir bNAbs, estes poderiam protegê-las da infecção pelo HIV.
Pesquisadores têm estudado amostras seriadas de sangue doadas por um indivíduo sul-africano portador de HIV durante o seguinte período: da 15ª semana até o 4º ano após o contágio. A intenção é compreender como o sistema imunológico dessa pessoa desenvolveu o poderoso bNAb. Os cientistas já haviam observado como seu bNAb havia mudado de sua forma inicial, imatura, para sua forma final, a mais poderosa no combate ao HIV, por meio de interações com o vírus durante muitos meses. Em uma nova pesquisa, os cientistas descobriram que, no início do processo de infecção, um segundo anticorpo, mais comum, havia influenciado o vírus a desenvolver uma mutação que ajudaria o bNAb a desenvolver sua capacidade amplamente neutralizadora. Assim, o processo de coevolução do anticorpo e do HIV pode envolver mais de um anticorpo, o que consiste em uma descoberta com possíveis implicações para o desenvolvimento de uma vacina anti-HIV.
O novo estudo foi liderado por Barton F. Haynes, Doutor em Medicina, diretor do Instituto de Vacina Humana da Faculdade de Medicina da Universidade Duke e pesquisador do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID, na sigla em inglês), que é parte dos Institutos Nacionais da Saúde (NIH) dos Estados Unidos. Os cientistas do Centro de Pesquisas de Vacinas (VRC) que colaboraram foram liderados por John R. Mascola, Doutor em Medicina e diretor do centro.
ARTIGO: F Gao et al. Cooperation of B-cell lineages in induction of HIV-1 broadly neutralizing antibodies. Cell DOI: 10.1016/j.cell.2014.06.022 (2014).
QUEM: Anthony S. Fauci, Doutor em Medicina e diretor do NIAID, e John R. Mascola, Doutor em Medicina e diretor do Centro de Pesquisas de Vacinas do NIAID, estão à disposição para esclarecimentos.
CONTATO: Para agendar entrevistas, favor entrar em contato com Laura S. Leifman, (301) 402-1663, niaidnews@niaid.nih.gov.
http://www.niaid.nih.gov/news/newsreleases/2014/Pages/HIVAntibodiesCooperation.aspx
Tradução: Evandro Gomideevandrobgomide@yahoo.com.br
Copyscape has not detected any matches for the current post. (675 words checked)

Digiproved: 29 October 2014 14:20:30 UTC, certificate P560642

Um cara como qualquer outro, que vive a vida, que curte, que vai na faculdade, nem que seja para trancar a matrícula; com sonhos, aspirações, meia duzia de medos e a certeza de estar fazendo a coisa certa pois, se assim não o fosse, Deus já teria caçado meu mandado
Se você gosta deste trabalho, se ele te ajudou de alguma forma, deixe um comentário abaixo — eu leio todos e sempre respondo, mesmo que demore um pouco.
E se quiser, mande um Pix de R$ 0,25 pelos 25 anos de trabalho:
Chave Pix: solidariedade@soropositivo.org
Você também pode me escrever para: claudio@soropositivo.org
Fale com o Blog Soropositivo
Tem uma pergunta, sugestão ou quer falar sobre janela imunológica, sexo oral, PEP, PrEP ou outro assunto? Use o formulário abaixo.
Error: Contact form not found.
Discover more from
Subscribe to get the latest posts sent to your email.

No Comment! Be the first one.