Desigualdade de gênero ainda é um dos principais fatores de infecção pelo HIV em mulheres jovens, acreditam ativistas
AVISO IMPORTANTEEste texto é informativo e não substitui avaliação médica. Eu escrevo também a partir da minha experiência como paciente, mas decisões sobre exames, diagnóstico e tratamento devem ser...
Tópicos Tratados Nesta Página
Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a possibilidade de este ser o único lugar onde este conteúdo ainda exista.
Este site é mantido de forma totalmente independente por Cláudio Souza, diagnosticado com HIV/AIDS em 1994 e enfrentando, mais recentemente, os diagnósticos de Insuficiência Pancreática Exógena e Miastenia Gravis.
Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.
Se você pode e quer ajudar a manter esta história no ar, faça um PIX de qualquer valor:
25/11/2009 – 18h30
Para a pesquisadora da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e membro do Instituto Cultural Barong, Regina Figueiredo, por motivos culturais a sociedade evita passar informações sobre sexo para adolescentes. “A principal preocupação delas é a gravidez”, disse. Um segundo fator apontado por ela, também cultural, é a confiança das mulheres no parceiro. “As meninas, quando iniciam a vida sexual, geralmente usam o preservativo, mas logo quando começam a namorar já negociam com o não uso da camisinha. Ou seja, os dois sexos são vulneráveis, porém os meninos acabam se relacionando com mais de uma jovem, por isso o número maior em mulheres infectadas”, explica Figueiredo. ”Outro ponto importante é incluir a sexualidade como uma das disciplinas nas escolas. O programa SPE (Saúde e Prevenção nas Escolas) é do governo federal, mas as escolas são dos Estados e Municípios, por isso nem todas aderiram ao programa. Na pesquisa que realizei, pude observar que em São Paulo o SPE atinge apenas 43% das escolas”, disse Regina Figueiredo. Micaela Carolina Cyrino da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/AIDS (RNAJVHA) também acredita em fatores culturais. “As meninas depositam muita confiança no parceiro e as mulheres sempre foram desvalorizadas perante os homens na decisão de escolha de usar o preservativo ou até mesmo se querem ou não fazer sexo”, disse. Para ela, o Brasil precisa realizar um trabalho de prevenção que vá além da questão do preservativo. “É preciso promover mais a confiança e autonomia das mulheres, além do uso do preservativo feminino”, destacou a ativista. A tendência crescimento do número de mulheres infectadas também foi destacada no relatório do Programa das Nações Unidas para HIV e AIDS (UnAids), divulgado ontem. Ele mostra que dos 2,7 milhões de novos casos da doença estimados para 2008, 48% foram em mulheres. Rodrigo Vasconcellos e Talita Martins AGÊNCIA AIDS | Editoria: | Pág. | Dia / Mês/Ano: |
|
| 26/NOVEMBRO/09 |
Se você gosta deste trabalho, se ele te ajudou de alguma forma, deixe um comentário abaixo — eu leio todos e sempre respondo, mesmo que demore um pouco.
E se quiser, mande um Pix de R$ 0,25 pelos 25 anos de trabalho:
Chave Pix: solidariedade@soropositivo.org
Você também pode me escrever para: claudio@soropositivo.org
Fale com o Blog Soropositivo
Tem uma pergunta, sugestão ou quer falar sobre janela imunológica, sexo oral, PEP, PrEP ou outro assunto? Use o formulário abaixo.
Error: Contact form not found.
Discover more from
Subscribe to get the latest posts sent to your email.

No Comment! Be the first one.