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O LIBERAL – PA | ATUALIDADES
NECESSIDADE Tabu é deixado de lado quando a questão vira problema de saúde A EDUCAÇÃO SEXUAL começa a tomar espaço nas escolas da Região Metropolitana de Belém (RMB). Por meio de aulas e palestras, alunos e pais são convidados a discutir questões polêmicas como primeira relação sexual, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada. A forma como o assunto é abordado, porém, ainda é superficial, segundo especialistas, afinal, qual é a idade certa de conversar com os filhos sobre a sexualidade? E em que momento as escolas devem abordar o assunto em sala de aula? Internet, televisão, revistas. São inúmeros os meios pelos quais as crianças e jovens podem ter contato com a temática da sexualidade. Diante das inovações tecnológicas e ampliação dos veículos de comunicação, a orientação é fundamental para que saibam selecionar as informações que recebem. É o que afirma a psicóloga Lúcia Abreu. De acordo com ela, a mídia é uma das principais responsáveis pela iniciação precoce e banalização da vida sexual. Para Lúcia, as primeiras conversas devem começar em casa, ainda na infância. “Hoje, por falta de tempo e por medo de ensinar algo errado, os pais confiam que a escola irá esclarecer as dúvidas de seus filhos e acabam não falando sobre o assunto”, disse. Nas instituições de ensino, no entanto, este ainda é um tema abordado com restrições, limitado às aulas de Biologia. Lúcia explicou que o ideal seria a escola ter bons profissionais para dar suporte aos alunos e trabalhe em parceria com a família. Para a psicóloga, o assunto deveria ser introduzido ainda na alfabetização, mas de forma limitada.
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