Metade dos gays HIV Positivos recebe tratamento inadequado

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Metade dos homens gays HIV Positivos nos EUA não recebe tratamento adequado

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O relatório dos CDC recomenda que seja feito um esforço maior para incentivar os testes ,e para que os pacientes sigam o tratamento antiretroviral

TERÇA-FEIRA, 25 de setembro de 2014 (HealthDay News) – Embora os homens gays e bissexuais correspondam à maioria dos norte-americanos portadores do HIV, metade deles não está recebendo um tratamento de forma regular nem está tomando os medicamentos contra o vírus necessários para manter-se saudável, segundo um novo relatório.

No estudo, dos Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças (CDC) de EUA, observaram-se os dados de 2010 de mais de 400.000 homens gays e bissexuais americanos que tinham o vírus causador da AIDS.

A pesquisa revela que, embora 77,5% tenham permanecido inicialmente submetidos a tratamento médico contra o vírus; 3 meses após o diagnóstico, somente 51% continuaram recebendo tratamento de forma regular.

Os especialistas indicam que a infecção pelo HIV pode ser controlada mediante o uso de medicamentos antivirais potentes de forma regular. Mas o relatório dos CDC revelou que se esses medicamentos foram receitados para menos da metade dos homens gays ou bissexuais HIV positivos, e que somente 42% chegou realmente a uma “supressão viral” saudável.

Por que há tantos homens infectados que não recebem o tratamento adequado? Os investigadores dos CDC disseram que muitos fatores podem ter influenciado.

“A falta de seguro de saúde, o estigma e a discriminação poderiam influenciar no acesso [de homens gays e bissexuais] ao atendimento médico”, escreveram. Obter acesso ao atendimento médico logo depois do diagnóstico é crucial em relação ao fato de o paciente continuar tomando medicamentos para suprimir o vírus ou não, acrescentou a equipe.

Os homens mais jovens e os pertencentes a minorias parecem ser os que têm o risco mais elevado de não receber o tratamento contra o HIV de que precisam, afirmou a equipe dirigida pela pesquisadora dos CDC, Sonia Singh.

Por exemplo, embora 84% dos homens de 45 a 54 anos de idade que tinham acabado de serem diagnosticados como portadores do HIV receberam atendimento médico, essa porcentagem reduziu-se a 71% para os homens de 13 a 24 anos de idade. Uma “diferença conforme a idade” parecida foi observada nas estatísticas relacionadas ao acompanhamento do tratamento médico do infecção, revelou o estudo dos CDC.

A diferença aumentou em relação aos homens que tomavam os medicamentos para suprimir o HIV. Embora quase 68% dos homens gays ou bissexuais de 55 anos de idade ou acima disso tomassem os medicamentos, essa cifra reduziu-se a apenas 30,5% para os homens entre 18 e 24 anos de idade, segundo o estudo.

Os pacientes pertencentes a minorias tinham mais probabilidades de não receberem o atendimento médico necessário que os pacientes brancos, acrescentaram os CDC. Embora aproximadamente 83% dos homens gays ou bissexuais brancos que tinham o vírus da imunodeficiência Humana tivessem iniciado o tratamento logo após o diagnóstico, a taxa dos homens negros caiu até aproximadamente 72%.

Todas essas cifras ficam abaixo dos objetivos da Estratégia Nacional contra o HIV/SIDA dos CDC, que têm como objetivo para 2015 fazer com que 80% dos homens gays e bissexuais infectados sigam o tratamento médico de forma regular.

Segundo os CDC, os homens gays ou bissexuais representam 2% da população norte-americana, mas supõem 52% dos americanos com o vírus. Muitos não sabem que estão infectados.

Os CDC indicaram que “em 2011, o Sistema Nacional de Vigilância da Conduta com relação ao vírus da AIDS em 20 cidades revelou que apenas 49% dos [homens gays e bissexuais] de 18 a 24 anos de idade cujo teste resultou positivo sabiam que tinham o vírus”. Os homens jovens negros ou hispanos têm um risco muito maior de não saber se são, ou não, soropositivos, declararam os CDC.

Segundo os especialistas, a detecção precoce é crucial para fazer que os pacientes diagnosticados recentemente comecem o tratamento e para reduzir a propagação do vírus.

“As pessoas que são conscientes de seu status de soropositivas são menos propensas a manter comportamentos arriscados que aumentem a probabilidade de transmitir o HIV para seus parceiros”, indicou a equipe de Singh. “Saber o status da infecção pode também ajudar as pessoas a iniciarem antes o tratamento médico, o que melhora os resultados para sua saúde”, acrescentaram.

Para isso, recomendam que todos os homens gays e bissexuais sexualmente ativos, mas que na atualidade não portem o Vírus da Imunodeficiência Humana, realizem o teste de HIV ao menos uma vez por ano e, preferivelmente, a cada 3 ou 6 meses.

Um esforço maior de alcance poderia também melhorar os níveis de tratamento. As descobertas do novo relatório “reforçam a necessidade da expansão contínua dos esforços para a prevenção, o atendimento médico e o tratamento”, especialmente para os homens gays e bissexuais jovens e pertencentes a minorias, afirmaram os autores.

O estudo aparece na edição de 26 de setembro da revista dos CDC, Morbidity and Mortality Weekly Report.

Mais informação

Disponha de mais informação sobre HIV e AIDS em AIDS.gov.

http://healthfinder.gov/news/newsstory2.aspx?docid=692135
Artículo por HealthDay, traducido por HolaDoctor.com

© Derechos de autor 2014, HealthDay

FUENTE: Morbidity and Mortality Weekly Report, Sept. 26, 2014

Derecho de Autor © 2014 ScoutNews, LLC.   Todos los derechos reservados.

Tradução para o Português feita por voluntário anônimo

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Nota do Editor de Soropositivo Web Site: Quando se trata de HIV e “minorias” oi ” “diferentes” sempre há descuido(SIC).


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Claudio Souza DJ, Bloqueiro e Escritor
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