A falta de informação é o principal obstáculo para que parceiros desenvolvam uma prática sexual mais prazerosa e saudável.
O sexo é e sempre será uma fonte de mistérios, fantasias e preconceitos. Mas muitas vezes devido a desinformação que atravessa gerações, acredita-se em uma série de mitos, criando-se assim grandes obstáculos para que se desenvolva uma prática sexual mais prazerosa e saudável.
E por ainda ser grande o número de pessoas que vão pra cama com os seus respectivos mitos, é necessário saber quais são verdadeiros e quais são falsos. Foi por essas e outras que o dr. Barry Buffman, diretor do Los Angeles Boston Medical Group, publicou uma lista com os 10 mitos sexuais mais comuns ainda presentes no nosso cotidiano. Vamos a eles então:
Falso. A predisposição sexual responde às mudanças na libido, que pode ser alterada conforme a dieta, o sono, o estresse, a saúde e a autoconfiança. Essas variáveis afetam igualmente a homens e mulheres.
Um velho mito. A diminuição da libido não é um sintoma natural de envelhecimento. O envelhecimento não diminui a vontade sexual, como reza o mito. A ciência responde que outros fatores como a depressão, as deficiências hormonais e distúrbios de ansiedade podem potencializar uma perda de desejo sexual. No entanto, a falta de comunicação e a depressão são duas variáveis importantes que acompanham o ser humano em todas as fases de suas vidas.
Papo-furado. Não há qualquer prova científica para confirmar que alguns alimentos ajudam a restaurar ou a estimular o desejo sexual. O melhor remédio para “voltar a ter tesão” está na mente de todos.
Totalmente apoiado. Tendo em conta que a atividade sexual começa no cérebro, não é pecado algum imaginar uma terceira pessoa durante o ato sexual, sobretudo quando isso melhora o desempenho dos parceiros. Afinal, se sexo é também imaginação, por que não? Ah, é prudente não contar para o parceiro(a) que você é chegado (a) num ménage à trois mental.
Resposta rápida: não. Apesar de o imaginário popular atribuir a “rapidíssima de coelho”, digamos assim, somente aos turbinados adolescentes, muitos estudos alertam que a ejaculação precoce afeta 30% dos homens em algum momento de suas vidas. Os fatores determinantes podem ser fadiga, depressão e ansiedade.{linkr:related;keywords:sexualidade;limit:10;title:Artigos+Relacionados}
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