no país, que foi divulgado, quinta-feira, pelo Ministério da Saúde, indicou que o número de casos da doença, em Santa Catarina, no ano passado, registrou um aumento sobre os dados do ano anterior. No ranking nacional dos 20 municípios com mais de 50 mil habitantes que apresentaram as maiores taxas de pessoas infectadas pelo HIV, cinco deles se localizam em Santa Catarina, e os demais no vizinho Rio Grande do Sul. A constatação sublinha a necessidade de novas e maciças ações de prevenção e de conscientização.
O documento do Ministério da Saúde acende um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Santa Catarina manteve sua triste posição de terceiro estado com a mais alta taxa de casos, com 26,9 para cada grupo de 100 mil habitantes. Camboriú é a cidade com a segunda maior taxa de incidência no país, com preocupantes 91,3 casos por 100 mil habitantes; entre as capitais, Florianópolis ocupa o segundo posto, com 57,4 casos por 100 mil habitantes. No início da semana, um relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas Sobre a AIDS informava que há, no planeta, 33 milhões de pessoas infectadas com o HIV, e que, a cada dia, são contabilizados 7,4 mil casos novos. O mesmo relatório da ONU enfatizava a necessidade de reforçar as políticas de prevenção, e lembrava que, os novos medicamentos e tratamentos antirretrovirais possibilitam, sobrevida de qualidade cada vez maior e melhor aos doentes.
Pandemia em plena atividade, a AIDS exige atenção e ações permanentes da saúde pública. Em Santa Catarina e no mundo inteiro. Os números estão na mesa.
DIÁRIO CATARINENSE-DF |
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29/NOVEMBRO/09 |
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