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Agência de Notícias da Aids |
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29/NOVEMBRO/07 |
28/11/2007 – 11h20
A sub-área de Saúde Pública do SENAC SP e a Agência de Notícias da Aids realizarão na tarde desta quarta-feira, 28, na unidade de Vila Prudente, em São Paulo, o terceiro evento que terá como tema “Saúde Pública, Informação, Arte e Cidadania contra a Aids, abordando a prevenção na melhor idade!” O encontro contemplará uma Mesa Redonda com o tema central a Saúde Pública , a prevenção ao HIV/Aids e a cidadania, focando principalmente o público da terceira idade. A intenção do projeto é consolidar a nova área da Saúde Pública dentro do SENAC SP. O comando e a apresentação da ação serão realizados pela jornalista Roseli Tardelli, editora-executiva e idealizadora da Agência de Notícias da Aids e pela Beatriz Pacheco, integrante do Movimento Nacional das Cidadãs PositHIVas.
Outras duas unidades do Senac já receberam ação semelhante: Santos e São José do Rio Preto (São José do Rio Preto: 04/Out/2007 – com Mesa Redonda) / Santos: 07/Nov/2007 com Mesa Redonda e Exposição) . Em São José, Silvia Almeida foi a ativista convidada para comandar a ação. O marido de Silvia faleceu em 1996 em conseqüência de complicações da Aids. A partir daí, ela conheceu o Grupo de Incentivo à Vida (GIV).“No momento em que a gente recebe o diagnóstico é muito difícil lidar com esta realidade.Eu precisava reconstruir e re-equilibrar minha vida, e o grupo teve um papel fundamental nesta fase”, conta. Como membro do GIV, ajuda a coordenar o Toque de Mulher (uma atividade direcionada só para mulheres), sendo portadoras do HIV, ou não.Representa atualmente o Movimento Nacional das Cidadãs PositHIVas no Estado São Paulo e tem participado de vários programas de rádio e tv, incentivando a prevenção e a diminuição do preconceito e estigma relacionados à Aids. Em 2006, fez em parceria com a Ecos, o projeto para tocar no rádio –CD Silvia e Você”.
EXPOSIÇÃO DOS CARTUNS DO I FESTIVAL HUMOR E DST SERÁ MONTADO NA UNIDADE
À convite do Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde,chargistas e cartunistas participaram de um Festival de Humor.Eles criaram suas obras em torno do tema prevenção às DST/HIV. O resultado desta ação são 30 cartuns muito bem humorados e irreverentes que, através da imagem, chamam atenção do público para a questão da Aids sempre com um foco voltado para a prevenção e de maneira alegre e saudável. o I Festival de Humor em DST/Aids já percorreu várias cidades do país. O Festival Internacional do Humor foi lançado em agosto de 2004, por uma iniciativa do Ministério da Saúde e do Instituto do Memorial de Artes Gráficas do Brasil (IMAG). Foram selecionados mil trabalhos enviados por artistas de 50 países. A primeira exposição aconteceu no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. A exposição durou 10 dias e contou com a visitação de 10 mil pessoas. O sucesso foi tão grande e houve pedidos de tantas cidades, que o Programa Brasileiro, decidiu transformar o festival em exposição itinerante. A idéia deu certo graças a parceria com coordenações estaduais e municipais. Com isso, mais de 200 mil brasileiros já viram as 300 charges selecionadas, entre as mil, para participar do Festival.
As charges são apresentadas das mais variadas formas, em praças públicas, em teatros, em shopping-centers e em escolas. Mas não importa o lugar, pessoas de diversas idades se colocam em frente às imagens e extraem do humor informações sobre a Aids e, de certa forma, são sensibilizadas pelas questões sugeridas pela arte dos cartuns, que são divididos em três temas: assistência, prevenção e direitos humanos.
Prova de que o humor pode ser utilizado como ferramenta de prevenção e educação é a experiência da estudante Camila Cristina Ferraz, de Teresina (PI). Ela visitou a exposição acompanhada pela professora e colegas de turma. Após a visita, ficou tão impressionada que realizou diversos trabalhos com a mesma temática. “A gente teve que fazer redação sobre o que observou das charges; na aula de biologia fizemos um trabalho sobre as DST e a Aids. Até em matemática a gente fez trabalho motivado pela exposição”, conta.
Ações como essas desenvolvidas pela escola de Camila são realizadas onde ocorrem as exposições itinerantes. A professora Teresa Guimarães, diretora de uma escola da rede pública de ensino do município de Rio Branco (AC), vê com bons olhos a utilização das charges para incentivar os alunos a refletirem sobre Aids. “O bom é que os alunos saem do livro didático e levam seus olhares para outros horizontes e fazem isso brincando, nem percebem a aula que estão tendo”.
Usar preservativo, não compartilhar agulhas e seringas, ir ao médico regularmente e fazer o teste de Aids são conselhos dados a todo o momento. E as pessoas vão continuar a ser lembradas de que esses cuidados e tanto outros são necessários para se evitar a Aids. Mas que não se repita a forma. Faça-se do humor o instrumento de fixação da idéia.
Afinal, não é de hoje que humor e saúde estão relacionados. Na Roma Antiga, por exemplo, os humores significavam os quatro líquidos que circulam em nosso corpo. Quem tivesse com eles em equilíbrio seria uma pessoa bem-humorada e, conseqüentemente, saudável. Será verdade, portanto, que o riso pode ajudar no processo de cura ou na mudança de comportamento. Antecipando as ações do Primeiro de Dezembro, Dia Mundial de Combate à Aids, a uidade do Senac de Vila Prudente foi escolhida para encerrar esta etapa do projeto e marcar a data mundialmente lembrada.
Redação Agência de Notícias da Aids
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