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AIDS
<img src="http://www.soropositivo.org/new_imagens/img_releases/" border="0" /> <br /><font class="TitCategoria"> </font><h3 align="center"><font class="TitCategoria">Um novo teste para carga viral</font></h3> <font class="TitCategoria"> <br /> <br /> </font><font class="DescCategoria"> </font><div align="justify"><font class="DescCategoria"></font><font class="DescCategoria"></font><font class="DescCategoria"> <p align="justify"><table border="0" width="450" align="center" summary="Tablela de entrada de dados no sistema soropositivo, criada em 19/06/2007"><tbody><tr><td height="41" align="middle" valign="center"><p align="center"> </p></td></tr><tr><td height="41" align="middle" valign="center"><strong>Fonte: <a href="http://soropositivo.org/wp-content/uploads/2009/06/pt5" target="_blank">AIDSMAP</a></strong></td></tr><tr><td valign="top"><div align="justify"><p class="style2">Um novo teste para carga viral pode ser usado em qualquer lugar acessível por automóvel printer friendly version send to friend glossary comment <br />Keith Alcorn, Thursday, June 17, 2004 <br />Um novo teste desenvolvido pelo Instituto de Virologia Humana da Universidade de Maryland’s pode ser empregue em locais remotos da África desde que acessíveis por automóvel, expandindo o acesso à carga viral desde os hospitais centrais aos cuidados de Saúde primários. </p><p class="style2">O método relatado na edição de Julho do American Journal of Clinical Pathology, necessita de ser validado ainda em ensaios clínicos mas já ultrapassou a primeira barreira provando que pode detectar mais precocemente o HIV que os testes usados correntemente para a carga viral, a PCR RNA e que pode detectar o HIV a níveis mais baixos do que a PCR RNA usando uma menor quantidade de sangue (ver artigo acompanhante). </p><p class="style2">O Dr. Niel Constantine disse a aidsmap.com que o equipamento do teste poderá ser activado por uma bateria de automóvel. É baseado numa plataforma desenvolvida pela companhia norueguesa BioNor para testes de anticorpos. </p><p class="style2">“O que é que se pretende num país onde o fornecimento de electricidade é muito irregular e onde a média de temperaturas é superior a 37 graus centígrados, no que diz respeito às reacções imunológicas? Uma bateria de automóvel poderá também dar luz e permitir que os testes sejam feitos à noite, quando está mais fresco.” </p><p class="style2">O Dr. Constantine disse que as baterias das máquinas de cortar relva também poderão ser suficientes para produzir energia e que as baterias solares deverão ser mais caras que as baterias para automóveis. </p><p class="style2">O método não mede os níveis de carga viral com a mesma precisão que o método Real Time Immuno PCR explicitado no American Journal of Clinical Pathology. </p><p class="style2">“Nós planeamos desenvolver o método para limites de 30.000 a 40.000 cópias/ml uma vez que este é o limiar para o qual para as pessoas que não estão em tratamento se necessita de considerar o tratamento e pessoas em tratamento necessitam de alterações terapêuticas (antes de que se dê a progressão da doença) ” disse o Dr. Constantine </p><p class="style2">O teste realiza-se através do reconhecimento de uma alteração colorimétrica, tal como um teste de Elisa, mas pode também empregar um leitor portátil que mede o grau de alteração de intensidade da cor em relação a uma escala de cor padrão. Isto pode ajudar a saber a carga viral ao longo do tempo, sugeriu o Dr. Constantine se bem que o teste esteja ainda numa fase inicial do seu desenvolvimento. </p><p class="style2">É provável que o teste possa ser usado com um treino mínimo e que os técnicos sejam capazes de realizar 50 testes por dia. </p>
O desenvolvimento do teste é suportado por $200.000 dólares da Doris Duke Foundation delineado para melhorar os cuidados clínicos em locais de recursos limitados.
( http://www.suportemaximo.com.br )
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