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DIÁRIO DO NORDESTE – CE | CIDADE
AIDS | DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS 27/06/2010 27/6/2010 Forte esquema de segurança será montado na tentativa de dar tranquilidade ao evento popular Será realizada, neste domingo, dia 27, a XI Parada pela Diversidade Sexual do Ceará, que vai percorrer a Avenida Beira-Mar. O evento, que já faz parte do calendário oficial da Cidade, irá contar com a animação de oito trios elétricos. A abertura será realizada às 15 horas, em frente à barraca do Joca, próximo ao Clube Naútico Cearense, quando a madrinha da parada, a doutora em Sociologia, Zelma Madeira, será apresentada. Seiscentos policiais militares farão a segurança do evento. Além deles, estarão distribuídos pela avenida 300 guardas municipais e 14 salva-vidas. Noventa agentes da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania (AMC) irão controlar o fluxo do trânsito nas proximidades da Parada pela Diversidade Sexual do Ceará. A partir das 13 horas, a circulação de veículos será proibida no trecho entre as ruas Oswaldo Cruz e Júlio Ibiapina. À medida em que o evento avançar pela avenida, cada quarteirão interditado será desbloqueado. Com o tema “Vote Contra a Homofobia, Defenda a Cidadania!”, o evento busca, neste ano de eleições presidenciais, a conscientização do eleitorado gay, para votar em candidatos que se comprometam com a luta contra a homofobia. Crime A aprovação do Projeto de Lei nº 122/06 (tramitando no Senado Federal), que criminaliza a homofobia, é um dos focos do tema. A expectativa do Grupo de Resistência Asa Branca (GRAB) é de que a XI Parada pela Diversidade Sexual do Ceará ultrapasse o público alcançado em 2009, que foi de cerca de um milhão de participantes. De acordo com o técnico da Coordenação Municipal de DST/AIDS, Diego Medeiros, um dos maiores desafios do movimento é acabar com o preconceito contra as doenças sexualmente transmissíveis, para alcançar um tratamento eficaz e reduzir os índices de infectados na Capital cearense. “Recomendo a todos a realização do exame de HIV, prático e rápido. No entanto, admito que não é um exame comum, pois o paciente precisa de um acompanhamento psicológico antes e depois”, conclui o representante da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). |
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