02/12/2009 – 01h
De acordo com a UNESCO, crianças de 6 ou 7 anos já podem aprender educação sexaul nas escolas. “Se os pais forem contra isso, ela pode ter informações erradas por outros meios e crescer com informações equivocadas”, disse Chequer.
Durante a mesa, ancorada pela jornalista Neide Duarte, o público da região central também tirou dúvidas sobre o meio de transmissão do vírus HIV e como funcionam os remédios antirretrovirais. “As drogas não são feitas somentes para homens, mas para todos. Mas, a maioria tem algum tipo de efeito colateral”, explicou a médica Rosa Alencar.
Pedro Chequer também abordou o panorama da aids no País. “O Brasil como um todo vai bem, mas se analisarmos por regiões, existem fragilidades de estados e municípios”, comentou.
Já a ativista Maria Eliza contou que contraiu o vírus HIV por meio do uso de drogas injetáveis. “Meu irmão ficou sete anos sem falar comigo. Ele aceitava eu ser usuárioa de drogas, mas não o HIV”, disse ela sobre o preconceito. “Hoje minha vida tomou outro significado e acredito que a melhor arma contra o HIV é a informação”.
Antônio Mello Filho que estava no local perguntou ainda porque o INSS nos últimos tempos nega benefícios previdenciários a portadores do HIV. “Aids é uma doença que não tem cura, mas eles querem fazer parecer uma coisa normal como qualquer outra”, questionou. Para a médica Rosa Alencar, o fato das pessoas com HIV terem qualidade de vida fez o órgão rever suas políticas. “A tendência atual é evitar afastamentos excessivos do mercado de trabalho. Mas, sem dúvidas, certos casos merecem mais atenção”.
Rodrigo Vasconcellos
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