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Menor nível educacional gera diagnóstico tardio

Um estudo europeu revela que o menor nível educacional está relacionado a um diagnóstico e início do tratamento tardios

Nível educacional

Inclusive nos países ocidentais, onde existe um acesso universal para a atenção sanitária, um estudo recente revelou que existem desigualdades socioeconômicas na hora de realizar a tempo o teste do HIV.

As pessoas com menores níveis de educação têm mais probabilidades de serem diagnosticadas quando a infeção está mais avançada e a começar um tratamento com uma contagem de CD4 mais baixa.

Em consequência, Sara Lodi e uma equipe de colegas decidiram analisar os dados de coorte de 15.414 pessoas diagnosticadas com HIV em Áustria, França, Grécia, Itália, Espanha e Suíça entre 1996 e 2011.

Como indicador substituto para medir o estado socioeconômico, a equipe de investigadores empregou o nível educacional, já que foi o único dato coletado de forma padronizada em vários países europeus. Os níveis educacionais concluídos foram classificados em: básico incompleto (em geral, abandono da escola antes dos 16 anos), básico (geralmente até os 16 anos), secundário (geralmente, escolarização além dos 16 anos) e terciário (graduação ou cursos vocacionais).

Entre as coortes, embora 73% das pessoas com um nível educacional básico incompleto foram diagnosticadas com HIV quando sua contagem de CD4 estava abaixo de 350 células/mm3, esta porcentagem reduziu-se a 55% no caso das pessoas com nível educativo terciário. Do mesmo modo, 52% das pessoas com um nível educacional básico incompleto foram diagnosticadas com HIV quando sua contagem de CD4 estava abaixo de 200 células/mm3, em relação a apenas 31% no grupo de educação terciária. As contagens médias de CD4 no momento do diagnóstico nestas duas categorias foram de 173 e 251 células/mm3, respectivamente.

Comentário: É possível que esses resultados não suponham uma grande surpresa, mas é relativamente raro encontrar estudos pan-europeus focados nos aspectos sociais do HIV. Os investigadores afirmam que a educação pode significar que as pessoas disponham de um melhor acesso ao atendimento sanitário, a um acompanhamento mais cuidadoso de sua própria saúde, a tomar melhores decisões sobre a saúde e a ser mais capazes de superar o estigma e os fatores psicológicos como a baixa confiança em sua própria capacidade.

Tradução

Diana Margarita

www.tradutoradeespanhol.com.br

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Sobre Claudio Santos (509 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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