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Interrupções do Tratamento e infecção recente são os principais períodos de transmissão do HIV

HIV \representação gráfica do HIV em 3D

Camisinha no caraUma grande parte das transmissões HIV ocorrem durante a infecção recente ou interrupções na terapia anti-retroviral, relataram pesquisadores suíços no September 19 advance edition of Clinical Infectious Diseases. No geral, 44% das transmissões foram associados com infecção recente e 14% podem ser atribuído as interrupções do tratamento. Os autores acreditam que estes achados representam um grande desafio para as estratégias do tratamento como a prevenção (TasP).(Treatment as prevention). (Nota do Editor: Isso deveria ser traduzido assim: TCP (Travamento Como Prevenção), mas eu, a Cassandra apocalíptica, se que o “North American Way” vai se impor aqui, com mais um aleijão que impões o inglesamento dos idiomas mesmo que seja por força inercial ou vicio mental. Deixo aqui meu protesto)

“Nossos resultados sugerem que TasP precisa de ser acompanhada de intervenções para combater a descontinuidade do tratamento, a adesão, a manutenção do atendimento e, o mais importante, o diagnóstico precoce”, comentou os investigadores.

Estudos anteriores têm demonstrado que entre 10% e 80% das transmissões HIV são atribuíveis a pessoas que foram recentemente infectados com o vírus. Sabendo que a proporção da fase precoce transmissões é importante, especialmente tendo em conta a recente ênfase sobre o uso de tratamento do HIV como prevenção.

Com efeito, o impacto do tratamento na prevenção da epidemia em curso pode ser limitado se há elevada proporção de transmissões provenientes de indivíduos com infecção recente. Muitos desses pacientes são inconscientes do seu estado e, portanto, não são capazes de beneficiar TARV (terapia antirretroviral). Além disso, porque infecção recente está associada a uma elevada carga viral, os indivíduos durante esta fase de infecção são muitas vezes altamente infecciosos.

Os pesquisadores com o estudo Swiss HIV Cohort, por conseguinte, realizou uma análise retrospectiva das características genéticas das armazenadas amostras de sangue obtidas dos pacientes da  Swiss Patients. Usando uma técnica chamada análise filogenética*, olharam para as infecções com perfis genéticos semelhantes, que são susceptíveis de ser parte de um cluster transmissão .

Nota do tradutor: Em biologia, filogenia (ou filogênese) é o estudo da relação evolutiva entre grupos de organismos (por exemplo, espéciespopulações), que é descoberto por meio de sequenciamento de dados moleculares e matrizes de dados morfológicos. O termo filogenética deriva do termos grego File (φυλή) e Filon (φῦλον), denotando “tribo” e “raça“,[1] e o termo genético (γενετικός), denotando “em relação ao nascimento”, da gênese (γένεσις) “origem” ou “nascimento”.[2] O resultado dos estudos filogenéticos é a história evolutiva dos grupos taxonômicos, ou seja sua filogenia.[3]

Taxonomia, a classificação, identificação e designação dos organismos, é ricamente baseada em informações da filogenia, mas são metodologicamente distintas.[4] Os campos de filogenia com sobreposição nataxonomia forma a sistemática filogenética – Uma metodologia cladística com características derivadas (sinapomorfias) usadas ​​para encontrar o ancestral descendente na árvore (cladogramas e delimitam o taxon(clados).[5] [6] Na sistemática biológica como um todo, as análises filogenéticas tornaram-se essenciais na pesquisa da árvore evolucionária da vida. Fonte Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Um total de 19.604 sequências genéticas de aproximadamente 11.000 pacientes (59% dos participantes da coorte) estavam disponíveis para análise. O ano de diagnóstico de HIV para as pessoas incluídas na análise variou de 1984 a 2014. A maioria (71%) eram homens, SENDO QUE 77% eram brancos, e 38% foram em homens que têm sexo com homens (HSH) o grupo com o mais elevado comportamento de risco de risco. *Nota do editor: É assim porque ninguém trata do assunto, como se eles, por não se reconhecerem como gays, não sejam nada e, portanto, não precisamos cuidar da prevenção entre eles…

Data de soroconversão para o HIV poderia ser estimada para 4079 pacientes, sendo que 82% desses indivíduos foram diagnosticados durante o primeiro ano após a soroconversão.

Os pesquisadores identificaram entre 71 e 378 pares da transmissão. Cerca de dois terços (62 % -66%) em homens que têm sexo com homens.

Quando infecção recente foi definida como o primeiro ano após a infecção, a porcentagem média de transmissões atribuíveis à infecção recente variou de uma baixa de 41% para um máximo de 44 %.  Quando usando 6 meses desde que a soro conversão como o critério para infecção recente, entre 28% e 42% das transmissões tiveram sua origem em pacientes com infecção recente.

Os autores, em seguida, olharam para as transmissões durante a fase crônica da infecção pelo HIV. Carga viral mais elevada, menor contagem de células CD4 e mais tempo para início do tratamento antirretroviral foram significativamente associados com as transmissões.

Cerca de 54 das 121 pessoas (45%) que transmitiram o HIV durante a fase crônica da infecção foram conhecidos por ter começado TARV. A Carga Viral e os dados estavam disponíveis para 44 destes indivíduos, e 35 tiveram pelo menos uma “medição acima de 400 cópias/mL (mediana carga viral detectável foi 70.800 cópias/mL)”.  Os autores sugerem a 9 outros pacientes poderiam representar não-transmissão direta aos pares (por exemplo, um transmissor intermediário), um cluster de falso-positivos , ou perder a medição da carga viral detectável.

Dados adicionais foram obtidos para as 35 pessoas com um caso confirmado de elevada carga viral que transmitiram HIV durante a fase crônica. Em 18 destes, os dados estimados de transmissão estavam muito perto da data em que a TARV contra o HIV já havia iniciado. “Esses indivíduos transmitiram ou pouco antes ou pouco tempo depois do início da TARV,” sugeriram os autores.

Todos, mas 1 dos outros 17 pacientes tinham um histórico documentado de tratamento antirretroviral com  interrupção.

“De um modo geral, os resultados indicam que uma parte substancial da fase crônica eventos de transmissão — pelo menos 17 das 121 pessoas (14%) e até 54 de 121 pessoas (45%) — ocorreu após o início TARV pelo emissor”, comentou um dos pesquisadores. “Esta constatação sublinha o importante contributo das interrupções e períodos perto de TARV início para posterior transmissão do HIV.”

Concluem, “nosso trabalho destaca a alta fração de fase recente da transmissão e a transmissão durante a terapia interrupções, dois desafios-chave para reduzir incidência do HIV com TasP.”

Categoria: Treatment as Prevention

Publicado em terça-feira, 06 Outubro de 2015 às 00:00h.

Escrito por Michael Carter

[Produced in collaboration with Aidsmap.com]

Treaduzido para o Português do Brasil por Cláudio Souza e revisa por Mara Macedo do original em Inglês situado em HIV-1 Transmission During Recent Infection and During Treatment Interruptions as Major Drivers of New Infections in the Swiss HIV Cohort Study

Nota do editor de Soropositivo.Org: Chega a me causar urticária observar os desdobramentos destes raciocínios para o futuro, com sombrios testes obrigatórios e tratamentos compulsórios, que vão contra tudo o que eu sei em matéria de direitos humanos. Houve, em minha história como soropositivo, duas vezes em que resusei tratamento e o retorno ao tratamento foi imediato, e houve uma terceira vezem que eu condicionei a manutenção do meu tratamento à mudança de profissional (sic) de Saúde que me tratava para a MÉDICA que trata de mim; alguns dirão que sou louco e, se parar de tomar seis comprimidos e AZT seis vezes por dia é ser louco então sim, eu sou louco. Na outra circunstância eu não estava psiquiatricamente bem, e havia desistido de viver; fiquei tres meses sem aparecer na casa da AIDS, que ligava insistentemente, e eu não atendia por reconhecer o número, até que eles me abordaram através de outro terminal e eu atendi. Foi uma longa conversa e, depois que eu apresentei minha “lista de exigências” eu voltei ao tratamento.

Não aconselho ninguém a fazer o que eu fiz e, se o fiz, é porque realmente falta um pino no meu cérebro e eu jogo com minha vida e a qualidade dela afins de obter melhorias para mim e para outros pacientes, emboara ninguém saiba como ou porque, de repente, o tratamento depois da coleta de sangue no antigo CRTA, ainda na Rua Antônio Carlos, passou a haver café, leite, pão e frios para pessoas que, as vezes, vinham de lugares, em São Paulo, que ficam “depois da SEGUNDA BALSA”, só com o dinheiro de voltar, sem um trocado nem para o café.

É preciso ficar, estar e permanecer com olhos atentos e ouvidos abertos a eventuais pequenas mudanças na lei ou sabe-se lá em que regimento, buscando evitar coisas como as que estão descritas no texto que segue depois deste link

06/10/2015 quem quiser ler o abstract (em inglês) sobre este artigo bata seguir este link

Referência

O Marzel, M Shilaih, WL Yang, et al. O HIV-1 Transmissão durante infecção recente e durante o tratamento as interrupções como grandes pilotos de novas infecções no estudo Swiss HIV Cohort. Quadro clínico as Doenças Infecciosas. 19 DE SETEMBRO DE 2015

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Olha só pessoal.

No início do post tem uma imagem com um texto falando sobre o trabalho e os custos que a gente tem. Você que está me lendo agora, pode e tem o direito de não acreditar.

No mês de mais, quando mais de quarenta mil visitas foram registradas, houve três cooperações.

Quando nós pedimos cooperação financeira, qualquer valor é bom.

Sabe, o beija-flor pode carregar uma diminuta gota d’água em seu bico, no afã de apagar o incêndio na floresta….

E nunca será insuficiente 😊

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Sobre Claudio Santos (524 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois ou tres, quase quatro anos, fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus...

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