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21, novembro,2019

Tentar saber se tem HIV com base em sintomas é tiro no escuro

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Janela Imunológica Sintomas da AIDS Sintomas Da Infecção Primária por HIV

Tentar Saber Se Você Tem HIV Falando sobre “Sintomas Clínicos” e a Diagnose de Sorologia para HIV

Sintomas inespecíficos e não graves, foram encontrados em estudos e em nada auxiliaram na diagnose de Infecção por HIV ou como demarcador de janela imunológica

Na prática clínica, a detecção de Infecção por HIV – considerado o estágio mais comum da doença infecciosa – demonstra-se ser de difícil diagnose conforme o relatado pelos pesquisadoresa detecção de Infecção por HIV – considerado o estágio mais comum da doença infecciosa – demonstra-se ser de difícil diagnose conforme o relatado pelos pesquisadores. A janela imunológica é a regra de ouro e deve ser respeitada e aceita. Dizem os pesquisadores.
Difícil é fazer com que a aceitem! Afirmo eu!!!!!

Mesmo em um estudo de coorte prospectivo cujos participantes de alto risco foram monitorados de perto, quem contraiu o vírus raramente apresento algum sinal ou sintomas clínicos agudos que indicassem a presença do HIV, de acordo com Merlin Robb, MD, e colegas do Programa de Pesquisa Militar em HIV dos EUA em Bethesda, Maryland.

“Durante a fase aguda e identificação de casos de HIV sobre a base de critérios clínicos pode vir a ser difícil”, concluíram Robb, e colegas, na edição online do New England Journal of Medicine.

A fase aguda da infecção é caracterizada Pela presença de RNA do HIV ou o chamado do antigénio p24, mas a ausência de anticorpos anti-HIV. 

Historicamente, acreditava-se que esta fase poderia ser associada, em muitos casos, com graves sintomas de gripe que poderiam permitir que os médicos detectassem estes casos rapidamente.

Detecção de infecção pelo HIV na fase aguda é importante por várias razões, segundo Robb e colegas. Em primeiro lugar, os pacientes são potencialmente mais infecciosos na fase aguda, e com uma diagnose rápida, permitiria-se que o tratamento com antiretroviral e a modificação do comportamento de interromper a cadeia de transmissão posterior.

Definir Infecção por HIV com base em “Sintomas clínicos” é um triste caminho

Janela Imunológica precisa ser esperada por 45 se voc^quer saber se tem HIV, se está vivendo com a infecção por hiv aida é diferente de ter AIDS
Tudo isso é muito inespecífico e, embora você deva procurar um médico, no afã de levantar as causas destes problemas, eles nem sempre apresentarão “uma sinal de AIDS ou, como muitos tem dito, “sintomas da “doença da soroconversão”. Pegando de empréstimo, palavras de minha esposa, ela teve “uma gripe”. Uma gripe verdadeiramente frente, à qual ela supões que não sobreviveria, mas sobreviveu. S

Bem, há alguns indícios de que o chamado reservatório viral — um pool de células infectadas que não é afetada pela terapia anti-retroviral em fases posteriores — pode ser reduzida em tamanho ou mesmo impedidos de se estabelecer pelo início imediato da terapia Antirretroviral durante a fase aguda.

E há evidências de que O tratamento precoce pode permitir que os pacientes, mais tarde, poderiam controlar a infecção por HIV sem o uso de medicamentos antirretrovirais.

Para caracterizar a fase aguda mais claramente, Robb Report e colegas estão realizando um estudo prospectivo de história natural – o dubbed RV 217 — em Uganda, Quênia, Tanzânia, e Tailândia.

Análises clínicas podem gerar resultados  equivocadas

Ele se destina a proceder uma ainda mais rigorosa análise da forma como o hospedeiro e vírus interagem durante a fase aguda da infecção, bem como das manifestações clínicas da doença e as manifestações que podem ocorrer ainda na fase da janela imunológica.

Os 2,276 participantes eram pessoas com alto risco para contágio por HIV — mas ainda não infectadas — recrutados de “bares, clubes e outros locais associados com sexo transacional” nos quatro países, os pesquisadores relataram.

A primeira parte do estudo envolveu a vigilância, com voluntários dando pequenas amostras de sangue por punção digital de medição e de grande volume de amostras de sangue de 26 a 67 ml a cada 6 meses. O segundo aspecto foi a análise do que acontece no período após a infecção.

 

A coleta de pequenas amostras de sangue foram testados para o RNA do HIV em até 48 horas

As pequenas amostras de sangue foram testados para o RNA do HIV dentro de 24 a 48 horas após a coleta.

Robb Report e colegas relataram que 261 destas pessoas tinham RNA inicial reações e 112 tinham sido confirmados como reagente para HIV, confirmando uma  taxa de incidência global de 3,4%.

Dos 112, 50 voluntários apresentavam duas ou mais amostras positivas para RNA do HIV antes de serem detectados anticorpos e foram incluídos na análise virológicas e imunológica.

Sabe-se que o nível da carga viral do HIV no sangue comporta-se de maneira a aumentar consideravelmente após a infecção, atingindo um pico e depois, eventualmente, uma queda, ou assenta-se no que é chamado de ponto de ajuste de carga viral – platô de viremia, que persiste durável na ausência de terapia.

Robb Report e colegas encontraram o que se segue abaixo:

  • A mediana da viremia pico foi de 6,7 log10cópias do RNA do HIV por mililitro de sangue e ocorreu 13 dias após a primeira amostra mostrou HIV ácidos nucleicos.
  • Os anticorpos foram detectados em uma enzima imuno ensaio ocorreu em um média de catorze dias após a primeira amostra positiva do RNA viral.
  • O ponto baixo de carga viral viremia foi 4,3 log10cópias por mililitro, foi visto em uma média de 31 dias e foi semelhante à média do ponto de ajuste de carga viral de 4,4 log10 cópias por mililitro.

Saber se tem HIV, disgnosticado com infecção por hivAs manifestações clínicas da  infecção pelo HIV aguda foram mais comuns no período em torno do pico de viremia, os sintomas mais freqüentemente relatados foram febre, cefaleia e mal-estar, enquanto taquicardia e linfadenopatia estavam entre os  sinais mais comuns.

Cerca de 94% dos voluntários tiveram uma manifestação clínica, com 88% de relatos de pelo menos um sintoma e 78% pelo menos um sinal, mas em 367 de 518 visitas que incluíram um exame físico, os participantes relataram ausência de sintomasos participantes relataram ausência de sintomas.

Sinais e sintomas foram mais comumente relatados na visita de estudo pouco antes do pico de viremia — uma média de um para ambos os sinais e sintomas, com variação de de zero a quinze e de zero a três, respectivamente com variação de de zero a quinze e de zero a três, respectivamente.

“Sintomas inespecíficos e sinais eram mais comuns e não foram observadas manifestações graves, os voluntários referiram sintomas em apenas 29% das visitas e em qualquer dia de visita a probabilidade de observar um sintoma ou sinal foi apenas de 50%”, os pesquisadores resumiram.

Encontrar pessoas com HIV na fase aguda é, portanto, “algo desafiador” e impreciso em um ambiente de clínica geral, concluíram.

O estudo foi apoiado pelo Departamento da Defesa e pelo  Instituto Nacional de alergia e doenças infecciosas. O oficial disse que não há potenciais conflitos relevantes à pesquisa a serem relatados.

Traduzido por Cláudio Souza do Original

  • Revisto pelo  Perry Wilson, MD, MSCE Professor Assistente da Seção de Nefrologia da Faculdade de Medicina de Yale e Dorothy Caputo, MA, a BSN, RN, Enfermeira Capacity Planner

Última atualização 07.03.2019

  • Fonte primária

Nova Inglaterra Oficial de Medicina

Referência Robb ML, et al “Prospective study of acute HIV-1 infection in adults in east africa and thailand” N Engl J Med 2016; DOI: 10.1056/NEJMoa1508952.

Tentar saber se tem HIV com base em sintomas me faz lembrar uma conversa com o Chicão, um amigo, amigo de verdade, de outros tempos. É um conversa antiga, ainda válida….

Nós conversávamos sobra AIDS e sobre a absoluta falta de vontade que tínhamos de fazer o exame porque, para nós, na segunda metade da década de 80, do Século XX.

Isso porque não há FDP maldito que me convença que a expressão “década de 1980 é correta”, e “não saber se vc tinha AIDS, naqueles tempos, era uma bênção. Hoje, e era uma benção sabê-lo, pois é mais fácil tratar.

Teste-se periodicamente, e em especial depois do carnaval de 2019. Ou qualquer outro.

E ainda falamos sobre o sujeito que saiu do Vagão Plaza, depois de ter estado com aquela criatura escultural.

Uma fada, e uma foda, isso foi tudo!

Depois, ele passou pela lanchonete, as seis e meia da manhã, entrou, com um sorriso no rosto e encontrou um balconista “P” da vida e pediu um suco de laranja.

E um misto frio, pois foi o que sobrou do dinheiro dele. Rsrs.

O balconista nem olha para as laranjas (alguém falou em laranjas?) e as tritura.

Só que uma delas estava meio que passadinha e quando o cidadão acorda, quatro ou cinco horas mais tarde ele vê na TV que “diarréia é sintoma de AIDS“.

Veja bem, até pode ser, mas não é bem assim!

Quinze minutos mais tarde a laranja passadinha faz seu primeiro ataque e, no banheiro, um “spray inesperado vindo do local improvávelspray inesperado vindo do local improvável.

E ele pensa, tola e apavoradamente:

MEU DEUS! ESTOU COM AIDS.

Poderia até ser, mas em outras circunstâncias, e é por isso que nós dizemos:

Teste-se Para HIV

No Topo Deste Site Está Escrito: “Há Vida Com HIV”!. E Há Mesmo. Ou Eu Não O Diria!

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3 Parece que está começando a acontecer um debate por aqui! Participe

Cleide 18/08/2016 at 09:44:08

Muito bia a matéria mais continuo sem endende porque meu infectologista não acha que não preciso tomar o remédio tem 8 meses que meuarido m contou que tava com HIV fiz p exame e deu que sou seropositivo vou ao medico de 3 em 3 meses minha imunidade ta alta mais estou doente diariamente mesmo assim ele acha que ainda nai preciso

E aqui temos esta resposta
Claudio Souza 18/08/2016 at 21:38:23

Se você foi diagnosticada como HIV positiva, você tem de receber a medicação IMEDIATAMENTE e não se fala mais nisso. Se ela insistir neste ponto, procure outra médica, pois esta esta mumificada em crenças que a ciencia já provou estarem erradas

E aqui temos esta resposta
Janela Imunológica. Os fatos. Texto Atualizado em 02/05/2016 – Soropositivo.Org. Há vida com HIV 27/06/2016 at 21:55:35

[…] 27 de junho de 2016 in 1º Semestre de 2016 // Ainda a Respeito de Janela Imunológica: “S… […]

E aqui temos esta resposta

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