| O DOCUMENTO – MT | CIDADES AIDS | DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS | CONTRACEPTIVOS 23/06/2010 23/06/2010 – 10h37 Da Redação Nesta quinta-feira (24), o Pantanal Shopping, em parceria com o MT HEMOCENTRO, realizará uma campanha de sensibilização para a DOAÇÃO DE SANGUE. Das 14h às 20h, o ônibus do HEMOCENTRO permanecerá no estacionamento VIP realizando coleta de sangue total. Para doar sangue, é necessário que a pessoa sinta-se bem, com saúde. Ela deve apresentar um documento com foto, emitido por órgão oficial e válido em todo o território nacional, ter entre 18 e 65 anos de idade e mais de 50 quilos. Para o dia da doação, é recomendado que o doador não esteja em jejum, faça um repouso mínimo de seis horas na noite anterior à doação, não ingira bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores, evite fumar por pelo menos duas horas antes da doação e evite alimentos gordurosos. Não pode doar quem teve diagnóstico de hepatite após os 10 anos de idade; mulheres grávidas ou que estejam amamentando; pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue, como AIDS, hepatite, SÍFILIS e doença de Chagas; usuário de drogas; e quem teve contato sexual com múltiplos parceiros nos últimos 12 meses. Quem se vacinou contra o vírus Influenza A (H1N1) só poderá doar sangue 30 dias após a vacinação. Mais informações pelo telefone 3617-4001. Saiba mais sobre o Pantanal Shopping no site http://www.pantanalshopping.com.br e no http://www.twitter.com/pantanalshop. |
Mulheres e AIDS
| CORREIO DO POVO – AL | AIDS | DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS | CONTRACEPTIVOS 23/06/2010
Os Hemocentros de Alagoas (Hemoal) e o Regional de Arapiraca (Hemoar) encerram nesta quarta-feira (23), às 18h, a Campanha de DOAÇÃO DE SANGUE Junina. Mas até às 17h, os maceioenses podem se candidatar à DOAÇÃO DE SANGUE no Calçadão do Comércio, no Centro, onde a Unidade Móvel está estacionada. Com a ação, a direção da Hemorrede Pública de Alagoas espera formar um estoque estratégico para atender as unidades de saúde durante os festejos juninos e as festas em comemoração à Copa do Mundo. Isso porque, até a última terça-feira o estoque ainda era suficiente para atender aos hospitais, maternidades e mini-prontos socorros durante o feriadão. “O número de transfusões triplica durante esta época do ano, segundo estatísticas do Núcleo de Processamento de Dados (NPD) do Hemoal e Hemoar. Isso porque, as os casos de violência por armas branca e de fogo aumentam e os acidentes de trânsito também, além dos casos de queimados no Hospital Geral do Estado (HGE) e das vítimas de Dengue, internadas no Hospital Escola Hélvio Auto”, salientou a diretora do Hemoal, Verônica Guedes. Doação – Para se candidatar à doação, além de estar em perfeito estado de saúde e portando um documento de identificação com foto, o candidato deve comprovar que possui no mínimo 18 anos de idade e peso igual ou superior a 50 kg. Estarão impossibilitados de doar àqueles que não preencham estes pré-requisitos e sejam portadores do vírus HIV ou que já foram acometidos por SÍFILIS, Chagas e, após os dez anos de idade, tenham contraído hepatite. Já quanto às mulheres, não é permitida a doação para àquelas que estejam grávidas ou amamentado. De acordo com o Ministério da Saúde (MS), o candidato à doação deve comparecer ao Hemoal ou ao Hemoar bem alimentado. O Hemoal funciona na rua Jorge de Lima, próximo ao Estádio Rei Pelé, no bairro Trapiche. Já o Hemoar está localizado na rua Geraldo Barbosa Lima, no Centro de Arapiraca. |
| FOLHA DE S. PAULO – SP | SAÚDE AIDS | HEPATITE 24/06/2010 Estudo observou atitudes comuns entre infectados; jovens que fazem sexo com muitas pessoas são grupo de risco Pesquisa da USP associa transmissão do vírus a “conexões”; doença atinge cerca de 2% da população brasileira SABINE RIGHETTI COLABORAÇÃO PARA A FOLHA Uma pesquisa da USP sugere que homens jovens e promíscuos são as vítimas preferenciais da HEPATITE C, doença incurável cujos mecanismos de transmissão não são bem conhecidos. Analisando 591 portadores do vírus em São Paulo, os pesquisadores verificaram que a transmissão do vírus está diretamente relacionada às “conexões” que uma pessoa estabelece. A análise das conexões por meio do número de parceiros sexuais não é a toa: “O sexo é um bom indicador de como são formadas as estruturas sociais”, explica Paolo Zanotto, virologista do Instituto de Ciências Biomédicas da USP e coautor do estudo. Entre os pacientes com “alta conectividade” (que tiveram mais de 50 parceiros sexuais), 60% têm o subtipo 1a da doença e a maioria está na faixa etária de 30 anos. Já entre os de “baixa conectividade” (menos de 5 parceiros sexuais), 40% têm o subtipo 1b da HEPATITE C e foram contaminados por transfusão de sangue. “Menos de um terço dos pacientes infectados pelos subtipos 1a e 3a da doença são usuários de drogas injetáveis. Claramente o vírus está sendo transmitido por outras vias”, diz Camila Malta Romano, pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo da USP e coordenadora do estudo. Para a especialista, as pessoas mais jovens e os homens, que têm mais parceiros sexuais do que as mulheres, estão no grupo de risco. “Não existe confirmação de que a relação heterossexual possa transmitir HEPATITE C. Mas observamos uma maior incidência de um subtipo do vírus entre pessoas com mais parceiros”, diz Romano. Os cientistas também notaram que o subtipo 1a do vírus, mais comum nos grupos considerados “mais conectados”, é o que mais tem crescido em número de casos. O estudo não pretendia avaliar a dinâmica da transmissão do vírus, mas acabou fazendo um mapeamento ao observar alguns comportamentos comuns em indivíduos contaminados. O trabalho é inédito no mundo e os primeiros resultados foram publicados hoje no periódico científico de acesso livre PLoS ONE, da Public Library of Science. CONEXÕES Zanotto, responsável por um trabalho maior que envolveu quatro vírus –HIV, HCV (da HEPATITE C), RSV (vírus respiratório) e hantavírus (transmitido por roedores)- explica que a análise comportamental foi uma espécie de braço do trabalho. A ideia de conexões usada pelo especialista tem a ver com a teoria do físico Albert-laszlo Barabasi, que no livro “Linked -a Nova Ciência dos Networks”, lançado no Brasil em 2009, analisa o impacto das conexões das pessoas em vários aspectos da vida -até na medicina e na saúde. “Queremos, agora, entender as conexões dos portadores do vírus HCV”, afirma Zanotto, da USP. O vírus da HEPATITE C, descoberto em 1989, atingia inicialmente pessoas que recebiam transfusão de sangue. Depois da implantação das políticas de controle da transmissão por transfusão, as causas da doença passaram a ser um ponto de interrogação para cerca de 40% dos casos. Estima-se que 190 milhões de pessoas no mundo tenham HEPATITE C. No Brasil, aproximadamente 2% da população está contaminada. Ainda não há vacina. |
Prevenção é o segredo para enfrentar o câncer de colo de útero (Blog Donna)
| CLICRBS | AIDS | CAMISINHA | HPV
Médico ensina quais os exames que podem detectar cedo o problema No Brasil, os dados do INCA apontam para 51 novos casos de câncer de colo de útero por dia e cerca de 21 óbitos. Essa elevada letalidade, em parte se deve a falha na detecção precoce do problema. O Papilomavírus Humano, mais conhecido como HPV, está presente em 99.7% de todos os casos de câncer de colo do útero e poucas pessoas sabem disso. E menos pessoas ainda sabem que esse tipo de câncer é o único que pode ser evitado. De acordo com o médico Paulo Naud, professor adjunto da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, vários tipos de HPV podem causar o câncer, mas quatro deles (os de número 16, 18, 31 e 45) são responsáveis por mais de 80% dos casos. Esse dado reflete a associação do vírus, altamente contagioso, com esse tipo de câncer. – Esse é o único câncer que pode ser evitado. Para que se tenha uma idéia, uma das vacinas licenciadas no Brasil é 100% eficaz na prevenção de lesões mais graves provocadas pelos mesmos – alerta Naud. – As mulheres devem ser informadas a cerca da possibilidade de prevenção do câncer do colo do útero por meio de vacinas, e mesmo que estejam devidamente vacinadas devem, periodicamente, consultar o ginecologista para avaliação de outras enfermidades. Um hábito considerado extremamente importante por Naud – e que nem sempre é realizado com a freqüência seja no âmbito da saúde pública ou privada – é o exame preventivo, conhecido como Papanicolau. – É necessário que as mulheres tenham consciência de que a realização periódica deve ser uma rotina – explica. O HPV é transmitido sexualmente, e ao contrário do HIV, o uso de CAMISINHA não tem se mostrado capaz em reduzir a transmissão do vírus. O câncer de colo de útero, se descoberto em estágio inicial, pode ser removido por meio de cirurgia, por cauterização do local ou até mesmo a retirada completa do colo do útero, dependendo da gravidade do caso. Já se observa um movimento em algumas Prefeituras, entre elas da Cidade de Cristal (RS) e de Magé (RJ), que por iniciativa própria, reconhecendo a importância da prevenção, incluíram em seus programas a vacina contra o HPV. |
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