Conteúdos gerais do Soropositivo.Org sobre saúde, prevenção, tratamento, cidadania, qualidade de vida e utilidade pública.
25/11/2009 – 16h30
Em parceria com a Fundação Pró-Sangue, o Instituto Cultural Barong realiza ação de prevenção às Doenças Sexualmente Transmissíveis e aids no Condomínio Conjunto Nacional em São Paulo. Todos os meses, a organização faz esta iniciativa no local. “Além do Marketing Social do Preservativo também estamos explicando para as pessoas a diferença entre doar sangue e doar sangue apenas para saber se está infectado com o vírus da aids”, explicou Pamela Mattos, integrante do Barong. Hoje é comemorado o Dia Nacional do Doador de Sangue.
Segundo Mattos, “muitas pessoas doam sangue para saber se estão infectadas, e depois não voltam mais ao local”, disse.
A entidade está divulgando todos os locais que os paulistanos poderão doar sangue, e também os locais onde são realizados os testes de HIV. “ Para informar o diagnóstico de uma pessoa infectada existe um profissional capacitado, ou seja, não é doação sangue”, afirmou a presidente do Barong, Marta McBritton.
A ONG itinerante também informa o público sobre DST/aids, saúde sexual, prevenção e faz o Marketing Social do Preservativo. O Conjunto fica na Avenida Paulista, 2073.
Barong
O Instituto Cultural Barong foi criado em 1995, com a característica de uma “ONG na Rua”. Foi pioneiro no conceito de mercado social itinerante com objetivo de informar a população sobre as necessidades de prevenção às DST/Aids.
O nome Barong não poderia ser mais apropriado. Há mais de 10 anos, quando não se falava de sexo abertamente e não se tinham amplo conhecimento de doenças como a Aids, foi preciso disfarçar a ONG de Bar, usando um trailer para levar informações e educação sexual.
O Instituto distribui material informativo do Ministério da Saúde em todas as ações, palestras e performances. O Instituto vende com preços subsidiados vários tipos de camisinhas. Promove também oficinas de manuseio correto dos preservativos.
Talita Martins
AGÊNCIA AIDS | Editoria: | Pág. | Dia / Mês/Ano: |
|
| 26/NOVEMBRO/09 |
Estela e Julio têm algo em comum: são portadores do vírus HIV e já sofreram discriminação por isso. Deram a volta por cima, e hoje fazem parte da organização não governamental Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/aids, mas alertam que a impunidade é dolorida. Histórias como essas poderão mudar a partir da aprovação do projeto de lei proposto pelo deputado Régis de Oliveira (PSC-SP), que prevê a criminalização para quem praticar discriminação contra portadores do vírus HIV e de aids. Após a aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados na semana passada, o projeto deverá ser votado em plenário e, se aprovado, ir para sanção ou veto presidencial, provavelmente no ano que vem. A pena poderá ser de 1 a 4 anos de prisão, além de multa, que ainda não está estipulada.
Em todo o mundo, o dia 1º de dezembro tem um significado especial: por decisão da Assembléia Mundial de Saúde, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), desde 1987, a data é consagrada como o Dia Mundial da Luta contra a AIDS, para reforçar a solidariedade, tolerância, compaixão e compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV.
Você precisa fazer login para comentar.