26/10/2009 – 17h30
“Trinta anos depois da aparição da doença, ainda não chegou a hora de diminuir os esforços”, ressaltou a Comissão, em um documento alarmante sobre a situação do HIV no continente.
Apesar de haver tratamentos eficazes para retardar a aparição dos efeitos da Aids, nenhum remédio ou vacina pode prevenir a transmissão entre adultos, lembra o relatório.
Entre 2001 e 2007, o número de pessoas que viviam com o vírus na Europa passou de 1,5 milhão para 2,2 milhões (730.000 delas moram na UE).
Espanha, Portugal, França e Itália possuem índices relativamente elevados, entre 0,4% a 0,5%, proporção que alcança o dobro na Letônia e o triplo na Estônia (1,32%).
Fora da União Europeia, a situação da Rússia (1,1% da população adulta infectada) e da Ucrânia (1,6%) é preocupante.
No leste europeu, o vírus se propaga principalmente em viciados em drogas injetáveis que compartilham seringas. É o caso na Ucrânia, Belarus, Moldávia, Letônia, Estônia e Polônia.
Na UE, os novos casos são registrados sobretudo após relações sexuais entre homens, como no Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Portugal e Bélgica.
Em suas recomendações, a Comissão insiste na necessidade de um diagnóstico precoce e um rápido acesso aos tratamentos disponíveis.
Fonte: AFP
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