Este texto é antigo. Eu o encontrei em um leito do CRT-A (Centro de Referência e Treinamento – AIDS ainda vou falar do cartão do CRT-A em tempo oportuno, porque ele me fez perder um emprego) quando ele ainda era na Rua Antônio Carlos.

Era um folheto de uma ONG muito proativa naquela época e muito proativa hoje em dia, se era o Pella Vida ou o GIV eu, sinceramente, não me lembro mais.

Era 1994 e eu tinha acabado de ser diagnosticado, não sabia absolutamente nada sobre a doença e, como haviam me dado um prognóstico de “sobrevivência de seis meses” meu desespero era total, porque o tempo não para.

Peguei o folheto e não o li, pus no bolso e resolvi que só o leria quando estivesse de volta à Casa de Apoio Brenda Lee, para onde patrões, amigos, amigas, amantes e colegas de copo e de cruz me desterraram.

Ninguém me valeu, mas este texto, bem, na época ele me valeu muito e, à medida que eu o for colando e lendo, farei inserções comparando a realidade de agora com a realidade de então e quanta besteira foi dita e, até hoje, ninguém fez nada, nada mesmo, para limpar a lambança que fez.

Mesmo a “imprensa séria” ficava marrom quando se tratava de falar em AIDS.

Vejam, a revista “Isto é” entrevistou um advogado que se tornou ativista na causa dos direitos humanos de pessoas vivendo com HIUV e pôs, em sua capa, em letras garrafais a seguinte chamada:

O DIREITO DOS AIDÉTICOS”

POR FAVOR NÉ?

E a mídia televisiva não ajudava muito.

As matérias ultrapassavam, em muito, a linha do absurdo.

Nada do que se falava tinha um embasamento científico e, vejam bem:

Sandra Bréa foi um ícone da Beleza Feminina das décadas de 70 e 80 e, no entanto, um porco chauvinista declarou, publicamente, que ela era “uma prostituta de luxo e pagou o preço que devia pagar” em resposta a um texto meu intitulado “Morreu La Brea”.

Isso aconteceu em uma lista de discussões do YahooGroups (um precursor de mídias sociais onde você mandava uma mensagem para um endereço x@estegrupo.x e todas as pessoas matriculadas em estewgrupo.x recebiam a mensagem e podiam responde-la.

Ocorriam alguns flames terríveis e a resposta que este porco me deu gerou um flame terrível.

Minha primeira pergunta para ele foi:

E se fosse sua mãe, o que você diria. Vejam que ele respondeu com um parágrafo eu devolvi seis laudas para ele. E posso ser particularmente perverso com textos escritos…

Para que eu não seja injusto e diga que La Bréa morreu abandonada e sozinha, eu tenho de dizer a verdade e contar a todos que o ator Ney Latorraca a visitava todos os dias até o féretro dela.

A título de introdução, eu já escrevi o bastante então vou colar aqui e reler o texto Compreendendo melhor a Doença (título original) que em meu blog foi publicado como:

“Compreendendo melhor a AIDS”.

Compreender melhor o HIV/aids melhor ajuda você a entender melhor o que está acontecendo em seu corpo e combate melhor o que entende!

Nem sempre a aids está na vida de quem porta o HIV. Não tema o HIV ou a aids! Especialmente agora, que você sabe que tem HIV, enfrente-o olho no olho e não surte! Isso te paralisaria!

O fato de você ser HIV positivo (soropositivo) não significa que você está doente, mas você precisa compreender a aids, pois isso é de fundamental importância para que você tome o controle da situação, o que poderá evitar que você fique gravemente doente em breve.

A Infecção Por HIV

Compreender como a infecção por HIV e a aids evoluem pode lhe dar uma melhor perspectiva sobre o processo em si e ajudar seu corpo, com medidas saudáveis, a combater este inimigo.

Mas você está em meio a uma luta para proteger seu sistema imunológico, sua saúde e sua vida.

Você precisa de um médico que estará pronto a atendê-lo, sempre que necessário.

Recentes pesquisas têm fornecido novas e importantes informações sobre a replicação (reprodução) do vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), tais como: a velocidade na qual o vírus faz cópias de si, quantas cópias ele faz e como o sistema imunológico responde a isso.

Os cientistas desenvolveram novas tecnologias que prometem melhorar a nossa capacidade de detectar e avaliar a atividade do vírus em todos os estágios da infecção pelo HIV.

Novos exames medem diretamente o vírus, juntamente a contagem de células T CD4 podem nos dar uma ideia melhor do estágio da infecção por HIV.

Esta página responde a algumas das dúvidas mais frequentes que as pessoas têm sobre o HIV. À medida que você for lendo esta página, aprenderá mais sobre o vírus, como ele se multiplica e qual sua relação com a progressão da doença. Quanto mais você souber sobre o HIV (o vírus) e a doença, mas você poderá fazer para se manter saudável por um tempo maior.

SE EU ME SINTO BEM, isso SIGNIFICA QUE O VÍRUS NÃO está ATIVO? Ou isso já é aids?”

Até recentemente, acreditava-se que, enquanto a pessoa não apresentasse sintomas, o vírus não estaria ativo em seu corpo.

Recentemente, porém, as pesquisas demonstram que o vírus nunca está parado ou adormecido.

Na verdade, o vírus está se multiplicando rapidamente desde o início da infecção e o sistema imunológico está lutando contra ele.

Estima-se que mais de 700.000 pessoas no Brasil estejam infectadas pelo HIV e a maioria permanecerá ativa e saudável por um longo período — muitas vezes anos – após terem sido infectadas.

“COMO O NOSSO CORPO LUTA CONTRA AS INFECÇÕES?”

O corpo humano está sob ataque constante de uma grande variedade de bactérias, vírus e fungos.

A função do sistema imunológico é remover ou controlar estes invasores e proteger o corpo destes invasores e seus efeitos danosos. Um dos protagonistas mais importantes do sistema imunológico é um conjunto de células conhecidas como CD4 ou células T.

É um grupo bem específico de células brancas e, embora todo CD4 seja um glóbulo branco, nem todas as células brancas são células T ou CD4!

 Assim, não é útil avaliar sua condução imunológica por meio de hemogramas ou tentar saber se você é uma pessoa vivendo com HIV com base em “sintomas” que, em síntese, podem ser os de quaisquer viroses. 

Existem inúmeras dinâmicas para entender este sistema e, com a honrosa exceção dos médicos e médicas que me brindam e honram meu trabalho com suas visitas, ninguém poderia determinar sua condição imunológica com base em hemogramas.

As células T lideram a resposta imune contra as infecções.

Mais especificamente, elas mandam outras células procurarem e destruírem as bactérias, fungos e outros vírus que causam infecções.

“Por que o HIV É DIFERENTE?”

Uma das principais diferenças entre o HIV e outros vírus é que o HIV usa as células T (células que auxiliam o corpo a lutar contra as infecções) para se multiplicar ou replicar.

O HIV invade as células T e transforma o material genético da célula T em seu próprio material genético.

Assim que as células T são controladas pelo HIV, elas não conseguem mais controlar o sistema imunológico.

Ao invés disso, as células T infectadas pelo HIV começam a produzir mais HIV.

O ataque e a replicação constante dos vírus, visando principalmente as células Tratamento, vão gradualmente acabando com o sistema imunológico e enfraquecendo as defesas do organismo.

“ONDE É QUE ESTÁ ACONTECENDO ISSO NO MEU ORGANISMO?”

Embora o HIV infecte as células T e outras células por todo o organismo, ele se multiplica principalmente nos nódulos linfáticos.

Os nódulos linfáticos estão localizados em muitas partes do corpo.

Cada nódulo linfático possui em seu interior uma estrutura em forma de rede que age como um filtro protetor, aprisionando os vírus e as células T infectadas.

Um número abundante de células T saudáveis tornam-se infectadas pelo HIV quando passam normalmente pelos nódulos linfáticos. Sabemos agora que existem muito mais células infectadas nos nódulos linfáticos do que no sangue, especialmente durante as fases iniciais da doença.

“O VÍRUS CONTINUA ATIVO QUANDO ESTÁ PRESO NOS NÓDULOS LINFÁTICOS?”

Sim.

Pesquisas recentes demonstram que inúmeros vírus novos são produzidos diariamente, desde o início da infecção.

Seu organismo contra-ataca — ataca substituindo as células T infectadas com até 2 bilhões de células T não infectadas, diariamente.

Isto permite que sua contagem de células T fique constante por algum tempo.

No entanto, o corpo não consegue aguentar isso indefinidamente. Gradualmente o sistema imunológico perde a batalha e não consegue produzir células T em número suficiente para substituir as que são destruídas pelo HIV, levando ao enfraquecimento do sistema imunológico, aumentando a possibilidade do aparecimento de doenças oportunistas e/ou tumores que acabariam por caracterizar aids, propriamente dita.

“COMO POSSO SABER A QUANTIDADE DE VÍRUS EXISTEM EM MEU CORPO?”

Até pouco tempo, a maneira mais comum de acompanhar a progressão da doença por HIV era medindo a quantidade de células T.

As contagens de células T são importantes porque indicam como seu sistema imunológico está respondendo à atividade contínua do vírus no seu corpo.

Exames novos que podem medir o vírus diretamente dão uma boa ideia da taxa de replicação do vírus no seu sangue. O número de vírus em uma pequena amostra do seu sangue é conhecido como carga viral.

A carga viral é um indicador do grau de atividade do HIV em seus nódulos linfáticos e em todo o organismo, oferecendo, portanto, mais uma forma de acompanhar a progressão da doença por HIV.

O vírus está se reproduzindo constantemente.

Mesmo que você esteja se sentindo perfeitamente bem — durante a chamada fase “silenciosa” ou assintomática da infecção — aglomerados de cópias do HIV estão se reproduzindo rápida e continuamente.

“POSSO USAR MINHA CONTAGEM DE CÉLULAS T E MINHA CARGA VIRAL PARA ENTENDER MELHOR ESTA DOENÇA?”

“COM QUE FREQUÊNCIA DEVEM SER REALIZADOS TESTES PARA AVALIAR OS NÍVEIS VIRAIS?”

De modo geral, níveis mais altos de vírus parecem estar associados com um número menor de células T.

Da mesma maneira, cargas virais mais baixas geralmente significam contagens de células T mais altas.

Pesquisas recentes têm demonstrado que níveis mais altos de vírus geralmente significam uma progressão mais rápida da doença, enquanto níveis mais baixos de vírus significam progressão mais lenta da doença.

Em uma analogia comumente efetuada, a aids representa um precipício que estaria situado ao final de uma estrada de ferro a ser percorrida pelo HIV, que seria um trem; a carga viral representa a velocidade com que o trem percorreria esta estrada de ferro, ao passo que a contagem das células CD4, ou células T, seria a indicativa da distância entre a posição atual entre a composição ferroviária em si e o precipício; em suma:

Saber quantos vírus estão se reproduzindo no seu corpo e o número de células T que o seu organismo tem para lutar contra o vírus poderá ajudar você e seu médico a decidirem qual é a melhor forma de tratar a infecção.

Estar bem informado pode trazer uma grande diferença no curso de sua infecção. Quanto mais você souber, mais poderá fazer.

Hoje, existem mais recursos do que nunca para ajuda – lo a lutar contra o HIV e a aids. Seu médico tem novas informações sobre a doença e o seu tratamento. Fale com ele ainda hoje.

O DIAGNÓSTICO POSITIVO NÃO É UMA SENTENÇA DE MORTE

Adaptado do manual “vivendo positivamente”, do grupo Pella Vidda

Até hoje, não se sabe como tirar o HIV do corpo de uma pessoa, apesar de termos alguns casos, foram procedimentos perigosíssimos feitos em pessoas que não tinham quase nada a perder desde que ele tenha se instalado no organismo.

Portanto, a infecção pelo HIV dura pelo resto da vida da pessoa contaminada. Mesmo que a pessoa não apresente nenhum sintoma, pode transmitir o vírus.

LENDAS DE UMA ÉPOCA

Além disso, a pessoa contaminada deve cuidar – se para que não haja re – contaminação. uma vez que novas contaminações podem colaborar para o agravamento da infecção com o aumento da carga viral, queda da contagem de CD4 e consequente aumento no risco de desenvolvimento de infecções oportunistas de maior ou menor gravidade.

Hoje sabemos que uma pessoa em tratamento, com sua carga viral indetectável, ou seja, menos que 40 cópias de RNA viral na corrente sanguínea é incapaz de transmitir o vírus.

ISSO DEVERIA DIMINUIR O ESTIGMA E O PRECONCEITO, MAS NÃO É O CASO.

Eu mantenho, em meu blog, o número do meu whats app +55 13 991 845 455(você pode me chamar por texto se precisar tirar alguma dúvida) para que as pessoas possam tirar suas dúvidas diretamente comigo ou simplesmente conversar.

Geralmente as conversas gora em torno da Janela Imunológica, que é de 14 ou 15 dias, mas eles insistem em se testar dezenas, centenas de vezes, em alguns casos diariamente e ficam buzinando em minha cabeça que eles têm os “sintomas”.

Já expliquei que estes ditos sintomas são os mesmos de quaisquer viroses e, se o teste foi feito depois da janela imunológica ter passado eles não são portadores de HIV.

Com o tempo, alguns se convencem, outros não. Seja como for, tanto uns, como os outros, se afastam de mim e, na boa, eu já lidei mal com isso e fiz muita terapia para lidar com estas dores que eu sentia por pessoas que, na verdade, eu nem conhecia…

O caso é que sou, acreditem nisso, por favor, um ser humano e, por isso mesmo, sou uma criatura gregária, que gosta de se agrupar com outras e, em alguns casos, também preciso desabafar alguma coisa que está doendo na alma.

Certa feita estava em uma destas crises e procurei por uma pessoa que, até ali, se mostrou muito decente e a chamei para conversar por cinco minutos e ela me tirou este coelho de sua Cartola:

Olha, eu vou bloquear você no meu telefone porque não tenho como justificar uma amizade com uma pessoa como você, uma pessoa assim!

Ato contínuo ela me bloqueou e, se eu podia mandar ao menos um SMS perguntando o que ela quis dizer com pessoa assim, talvez eu pudesse dormir melhor naquela noite, mas não, nunca entendi, direito, o que ela quis dizer com “pessoa assim”.

Porque a pessoa assim foi a única que lhe valeu alguma coisa quando ela ficou com o cú na mão, com medo de ter contraído HIV.

Em outra ocasião, a moça veio do Rio de Janeiro até São Paulo para vasculhar a vida do irmão e encontrou medicação antirretroviral na casa dele e disse:

– “É… ele tem HIV mesmo… eu tinha esperanças que fosse só um câncer … a pessoa que me disse isso é uma profissional de saúde mental  formada e se eu não estivesse tão calejado com estas coisas, talvez tivesse a mandado para a ponte que caiu! Não mandei; neste caso eu simplesmente a bloqueei.

Em um último desabafo, quando adoeci, tive direito a sacar meu fundo de garantia e isso era feito sob um código muito específico, digamos que fosse zyk694; a moça do caixa uivou na agência tem um zyk694 aqui! Era uma maneia que eles inventaram de expor uma pessoa com HIV para outros funcionários!

Isso nunca foi mudado e, em 2015/2016 eu participei de um processo seletivo em uma empresa de telemarketing, cujo nome me escapa agora.

Vejam, eu queria tanto trabalhar e precisava tanto de trabalho que estava disposto a com mais ou menos 50 anos de vida, ir trabalhar numa empresa de telemarketing.

Fui muito bem nos testes e me convidaram para mais um processo seletivo, de maneira que, se eu passasse, e passei, iria trabalhar na empresa que era a menina de olhos deles.

Também passei, com “flying colours” e ficou combinado que eu entraria em treinamento em 15 dias.

Fui ao banco que eles mandaram, abri uma conta  e esperei 17 dias para ser chamado, até que Mara me chamou à atenção que o prazo havia estourado e que talvez fosse melhor eu ir lá.

Para cortar o assunto, a minha vaga havia sido fechada. Perguntei “como assim, fechada”? e ele respondeu, Fechada.

Ele, muito habilmente, tinha pego o único documento que comprovaria a contratação e, quando saí dali, fui até a agência em que abri a conta salário  e foi como se eu jamais tivesse passado por lá. Não existia conta bancária aberta menos de 20 dias atrás.

Derrotado, fui embora.

Ai na estação do Metro do Parque Dom Pedro II eu sentei e chorei, copiosamente, pensando, cá, comigo, que não existiria, jamais, um lugar válido para mim. Na verdade, era eu o problema., eu não era válido para ninguém. Fluente em inglês, DJ, redator e blogueiro, eu jamais conseguiria um emprego porque havia um código de saque de fundo de garantia que funcionava como um alcaguete dizendo:

Ó… ó… Cuidado, este aí tem AIDS…

Voltando ao texto

Conhece – se, atualmente, tratamento e cura para quase todas as doenças oportunistas e é particularmente importante que o portador de HIV tenha um acompanhamento médico constante e eficiente para poder garantir o diagnóstico precoce de uma eventual infecção oportunista, garantindo, assim, uma melhor qualidade de vida.

Se você descobrir que é portador de HIV, doente ou não, tenha em mente que não está sozinho. Esta é uma epidemia que atinge todo o mundo. Somos milhões de pessoas vivendo com o mesmo problema. Precisamos, sim, aprender a viver positivamente.

Lembre-se também de que a doença não é só o vírus. É a maneira como você vive. Entenda, enfrente e recupere-se.


Descubra mais sobre Blog Soropositivio Arquivo HIV

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Artigo anteriorA Vida Sexual dos Soropositivos – the Nutz And Boltz
Próximo artigoHIV Vira AIDS Em Quanto tempo?
Claudio Souza DJ, Bloqueiro e Escritor
🌟 25 Anos de História e Dedicação! 🌟 Há mais de duas décadas, compartilho experiências, aprendizados e insights neste espaço que foi crescendo com o tempo. São 24 anos de dedicação, trazendo histórias da noite, reflexões e tudo o que pulsa no coração e na mente. Manter essa trajetória viva e acessível a todos sempre foi uma paixão, e agora, com a migração para o WordPress, estou dando um passo importante para manter esse legado digital acessível e atual. Se meu trabalho trouxe alguma inspiração, riso, ou reflexão para você, convido a fazer parte desta jornada! 🌈 Qualquer doação é bem-vinda para manter este espaço no ar, evoluindo sempre. Se VC quer falar comigo, faça um PIX de R$ 30,00 para solidariedade@soropositivo.org Eu não checo este e-mail. Vejo apenas se há recibos deste valor. Sou forçado a isso porque vivo de uma aposentadoria por invalidez e "simplesmente pedir" não resolve. É preciso que seja assim., Mande o recibo, sem whats e conversaremos por um mês

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.