Medicamento de DST/Aids falta na rede pública de MS
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DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO
Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a possibilidade de este ser o único lugar onde este conteúdo ainda exista.
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Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.
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Medicamento de DST/Aids falta na rede pública de MS
Campo Grande News
O antibiótico Azitromicina, usado em casos de baixa imunidade, está em falta nos hospitais Dia do Nova Bahia e HU (Hospital Universitário), que atendem pacientes soropositivos.
No Hospital Dia do HU, desde janeiro não há repasse do remédio, considerado o mais eficiente no tratamento de doenças oportunistas de DST/AIDS. Por mês, o hospital distribuía 500 comprimidos. Um paliativo seria a Claritromicina, mas também está em falta na rede pública.
O infectologista do HU, Bruno Filardi, explica que a Azitromicina é profilática, para prevenção de infecções, e também a única solução nos quadros mais drásticos da AIDS, por exemplo, quando o paciente está com a imunidade muito baixa e sujeita a infecções por bactérias. .
No caso de pneumonia, pacientes alérgicos à penicilina e seus derivados também têm de usar esses dois medicamentos.
O medicamento é estratégico, portanto, só é repassado às pessoas inscritas no projeto de DSTS. Informações obtidas no programa dão conta de que foi montado um processo de compra para que o Estado custeie a aquisição do medicamento.
Entretanto, a SAD (Secretaria de Administração) não informou ainda quando o fornecimento do remédio será normalizado. Por hora, o medicamento é distribuído apenas em programas onde o repasse do remédio é atribuição do governo federal, como o programa de tracoma (doença oftalmológica).
O Campo Grande News entrou em contato com a Secretaria Estadual de Saúde, mas não obteve previsão de quando o remédio será comprado.
“O paciente não tem alternativa”, afirma Elias Erivaldo, residente no Hospital Dia do HU. Ele explica que a Azitromicina é o medicamento indicado para evitar infecções por microbactérias. Nas farmácias, uma caixa com três comprimidos do antibiótico custa entre R$ 15,20 e R$ 21,29.
Os remédios para as chamadas infecções oportunistas integram a lista dos medicamentos obrigatórios na rede pública.
FÁTIMA NEWS |
Editoria: | Pág. | Dia / Mês/Ano: |
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11/JUNHO/09 |
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