Ministério da Saúde libera R$ 1 milhão para prevenção à AIDS
Publicado em 5 de julho de 2010 (há 16 anos, 3 meses e 17 dias)Atualizado em 31 de julho de 2026 (há 2 meses e 21 dias) DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações....
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| NOTAPAJOS | AIDS | DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS | LGBT Brasil – O Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), AIDS e Hepatites Virais liberou R$ 1,2 milhão para projetos que estimulem o diagnóstico e a prevenção à AIDS, hepatite e a outras doenças sexualmente transmissíveis durante as paradas gays promovidas em todo o país pela Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros (LGBT), este ano. Cada projeto pode contar com até R$ 25 mil. As entidades interessadas em participar deverão preencher o formulário e seguir as exigências do edital, no site www.AIDS.gov.br, que inclui como uma das exigências, a necessidade de a instituição ter um histórico de trabalhos desenvolvidos com medidas de prevenção. As inscrições podem ser feitas até o dia 19, e o resultado está previsto para 7 de maio. O assessor técnico do DEPARTAMENTO DE DST do ministério Gil Casimiro explica o fato de priorizar as ações de prevenção dos projetos em grupos LGBT. “Esse grupo ainda é bastante vulnerável à transmissão do HIV. A campanha visa a trabalhar com medidas de prevenção às ações desenvolvidas nas passeatas e, principalmente, destacar a importância dos cuidados. O grande problema hoje é o diagnóstico tardio da doença. ” Casimiro diz ainda que todas as ações desenvolvidas no DEPARTAMENTO DE DST contam com participação da sociedade nas discussões em grupo, que se articulam em todo o país. A presidente da ONG Vhivendo Positivo, Anelise Giaconimi, avalia a iniciativa como elemento fundamental no combate à disseminação do vírus HIV. “Prevenir é fundamental, mas é preciso conscientizar os portadores do risco da transmissão e do cuidado em ter uma vida sexualmente ativa, informando o parceiro o fato de ser portador. Muitos casos de transmissão, acontecem na omissão do parceiro que não revela o fato de ter o vírus.” A instituição presidida por Anelise atende a 108 pessoas em Cruz Alta, no Rio Grande do Sul, que inclui crianças e adultos. O trabalho tem como objetivo atuar junto com as famílias nas formas de transmissão do vírus. A finalidade é ajudar o portador a conviver socialmente, tendo uma vida sexualmente ativa sem transmitir o vírus. Agência Brasil |
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