Mulheres gravemente afetadas pela SIDA.

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Mulheres. extremanente vulneráveis à SIDA  Mulheres gravemente  afetadas pela SIDA. lazy placeholder
Meu conselho é um só: Seja a camisinha feminina, seja a camisinha masculina, tnha sempre uma à mão. E, se o cara der uma de João sem braço, caia fora! Sua vida vale mais que uma transa!!! Ou mesmo que certos maridos

Dos 34 mi­lhões de adul­tos que ho­je vi­vem com o VIH e si­da no mun­do, se es­ti­ma que a me­ta­de de­les são mu­lhe­res.

Elas são du­as ve­zes mais pro­pen­sas que os ho­mens a con­trai­rem a in­fecção através de re­lações des­pro­te­gi­das.

O se­xo fe­mi­ni­no con­ti­nua su­por­tan­do três déca­das de epi­de­mia, e de­vem se tornar uma pri­o­ri­da­de na pes­qui­sa, no cui­da­do e tra­ta­men­to em to­dos os níveis, as­se­gu­ra­ram pe­ri­tos reu­ni­dos na XIX Con­ferência In­ter­na­ci­o­nal de si­da que de­cor­reu em Washing­ton, Es­ta­dos Uni­dos.

Em mui­tos países, as mu­lhe­res têm me­nos hipóte­ses de ne­go­ci­a­rem o uso do pre­ser­va­ti­vo e são mais vul­neráveis a te­rem re­lações se­xu­ais não óti­mas. A pos­si­bi­li­da­de de fi­ca­rem gra­vi­da­sas si­tua fa­ce­questões tais co­mo a trans­missão do VIH de mãe pa­ra fi­lho.

A res­pon­sa­bi­li­da­de de cui­dar de pa­ci­en­tes e órfãos do­en­tes também é uma questão que tem um im­pac­to mai­or nas mu­lhe­res, ma­ni­fes­ta­ram.

Não se po­de fa­lar de aca­bar a epi­de­mia en­quan­to gran­de par­te do im­pac­to re­cai imen­so so­bre as mu­lhe­res, fri­sa­ram.

Os gran­des avanços atin­gi­dos na re­dução da trans­missão de mãe pa­ra­fi­lho ge­ra­do pe­las dro­gas an­tir­re­tro­vi­rais de­vem ser tra­ta­dos nou­tros lo­cais vi­san­do ali­vi­ar o pe­so des­ta epi­de­mia.

As no­vas tec­no­lo­gi­as pre­ven­ti­vas tais co­mo a pro­fi­la­xia pós-ex­po­sição e os mi­cro­bi­ci­das serão a cha­ve, ex­pres­sa­ram os es­pe­ci­a­lis­tas.

En­tre­tan­to, é des­ta­que a cres­cen­te fe­mi­ni­zação da epi­de­mia co­mo re­fle­xo das de­si­gual­da­des cul­tu­rais, so­ci­ais, econômi­cas e jurídi­cas que expõem ao se­xo fe­mi­ni­no a um mai­or ris­co de in­fecção.

A par­tir des­te da­do, se tor­na im­pres­cindível a ne­ces­si­da­de de cri­ar cam­pa­nhas de pre­venção que abran­ge­ra questão de gêne­ro, um de­sa­fio ain­da pen­den­te.

Er­ra­di­car to­da for­ma de in­ti­mi­dação se­xis­ta, as­se­gu­rar o aces­so das com­pa­nhei­ras aos re­cur­sos, ser­viços de saúde e edu­cação, e im­pul­si­o­nar ações po­si­ti­vas pa­ra for­ta­le­cer sua par­ti­ci­pação na to­ma­da de de­cisões, são es­tratégi­as in­dis­pensáveis pa­ra ten­tar de­ter a in­fecção.

Também pro­mo­ver a igual­da­de de aces­so aos tra­ta­men­tos an­tir­re­tro­vi­rais, e ga­ran­tir que os pro­gra­mas te­rapêuti­cos se­jam acessíveis, flexíveis e re­guláveis.

Des­te mo­do é ne­cessário in­se­rir ati­va­men­te às mu­lhe­res no de­ba­te so­bre o uso do pre­ser­va­ti­vo, e in­cluir os ho­mens nos te­mas vin­cu­la­dos com a pro­criação, a an­ti­con­cepção ou a trans­missão ver­ti­cal do SI­DA, uma do­ença cu­ja úni­ca va­ci­na é a boa in­for­mação.

A pe­sar de te­rem avançan­do imen­so nos últi­mos anos no co­nhe­ci­men­to da afecção, me­ca­nis­mos imu­nológi­cos, for­ma clíni­cas, tra­ta­men­to de in­fecções opor­tu­nis­tas, o uso de dro­gas an­tir­re­tro­vi­rais e a cons­tan­te lu­ta por pa­rar a ex­pansão do mal, a ver­da­de é que os de­vas­ta­do­res núme­ros do VIH não re­cu­am.

* Jor­na­lis­ta da Re­dação de Ciência e Técni­ca de Pren­sa La­ti­na

Em busca do Amor

Depois daquela viagem, de Valéria Polizzi


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Claudio Souza DJ, Bloqueiro e Escritor
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