DE SÃO PAULO
Das 34 parcerias firmadas desde 2009, sete medicamentos já estão em produção: o antirretroviral tenofovir, os antipsicóticos clozapina, quetiapina e olanzapina, a toxina botulínica, o imunossupressor tacrolimo e a rivastigmina, usada no tratamento de Alzheimer.
Por ano, são gastos R$ 4 bilhões em compras públicas de remédios e outros gastos médicos. O governo espera economizar até R$ 1,7 bilhão ao ano com o resultado das parcerias.
Dos acordos assinados até agora, quase 53% estão concentrados em duas instituições. A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) participa de 11 e o Lafepe (Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco), de sete projetos.
“Os laboratórios com mais estrutura estão sobrecarregados. Eles são muito bons, mas não podem dar conta de tudo”, diz Antônio Britto, presidente da Interfarma.
O Ministério da Saúde rebate a crítica:
“Os laboratórios não estão sobrecarregados. Pelo contrário, esse programa tem uma perspectiva de desenvolvimento regional muito interessante. Há um movimento forte de renascimento de laboratórios públicos, que estavam acabando na década de 1990”, afirmou Carlos Gadelha, secretário de Ciência Tecnologia e Insumos Estratégicos da pasta.
O presidente do Lafepe, Luciano Vasquez, diz que a instituição está dando conta de todos os acordos.
E que ainda há margem para novas parcerias. “A transferência de tecnologia está proporcionando um intercâmbio muito positivo“, avalia.
Hayne Felipe, diretor de Farmanguinhos, um dos laboratórios da Fiocruz, também diz que a instituição está bem, mesmo com vários projetos acordados.
“Está tudo indo bem”, diz ele.
FOLHA DE S. PAULO – SP | SAÚDE CIÊNCIA
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24/04/2012
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