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SLU vacina seus servidores contra Hepatite

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TRIBUNA DO BRASIL – DF | GRANDE BRASÍLIA

HEPATITE

12/08/2010

5 mil trabalhadores serão imunizados até o dia 24 de agosto

Francisco Gomes

Prevenção é a palavra-chave na hora de evitar doenças como febre amarela, HEPATITE B, difeteria, tétano, H1N1, sarampo, caxumba e rubéola. Com essa intenção, o Sistema de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU), em parceria com a Secretaria de Saúde, começou, no último dia 9, uma campanha de vacinação contra essas moléstias, que se estenderá até o dia 24 de agosto e deverá imunizar 5 mil trabalhadores que lidam diariamente com a coleta de lixo no DF. Além de servidores, estagiários e catadores de materiais recicláveis também tomarão a vacina. Essa é a primeira vez que a campanha estará aberta para todos. Nas anteriores, apenas a área operacional teve direitos às doses.

Cada etapa da vacinação ocorrerá em locais distintos. A primeira foi realizada nessa segunda-feira (9) no distrito da L 2 Norte. Ontem e hoje as doses foram aplicadas no Núcleo de Limpeza da Asa Sul, na L 2 Sul, onde funciona a Usina de Tratamento de Lixo. O ultimo local a receber a imunização será o Lixão da Estrutural, onde os responsáveis pela aplicação das vacinas ficarão lá, de 20 a 24 de agosto.

Para a superintendente de Manutenções de Monumentos Público (Sumop), Eliana Fortis, o SLU está sensibilizado com a necessidade de os trabalhadores se prevenirem contra doenças provocadas pelo contato com resíduos sólidos. Segundo ela, a campanha é apenas uma das formas de prevenção.

“A vacina é importante, sem dúvida, mas, nós queremos usar todos os meios para evitar que as pessoas que lidam diretamente com os variados tipos de lixo contraiam qualquer tipo de doença”, esclareceu Eliana A superintendente informou, ainda, que será lançada uma campanha de incentivo ao uso adequado dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), para minimizar os riscos de acidentes e ajudar na prevenção contra animais peçonhentos como ratos, cobras e escorpiões.

De acordo com Eliana, outra ação a ser implementada pelo SLU é um ciclo de palestras, provavelmente no início de setembro, para alertar os servidores sobre como evitar doenças como hantavirose e laptospirose. “Quero enfatizar que todas essas ações são estendidas inclusive para quem não é servidor do órgão, como é o caso dos catadores de entulho do Lixão da Estrutural”, declarou a superintendente.

Eliana Fortis reforçou que a nova direção do SLU, que assumiu há cerca de três meses, tem como principal objetivo garantir o bem-estar dos servidores. “Queremos contribuir para que todos tenham uma melhor qualidade de vida. Nós já temos um consultório dentário, que em breve está funcionando e que atenderá não só servidores, mas, os familiares deles também. Ainda faremos uma reforma geral de todas as instalações sanitárias onde serão disponibilizados produtos de limpeza, tais como álcool gel para estimular a todos o hábito de uma higiene saudável”, informou.

O chefe da Usina de Reciclagem, Cícero Carlos Gomes de Lacerda, considera que as atividades desenvolvidas pelos coletores e catadores de lixo oferecem muitos riscos de contaminação. Ele entende que a vacina é um meio importante de evitar que os trabalhadores adoeçam. “Eles trabalham em um tipo de serviço bastante arriscado. Muitos já se acidentaram com corte de vidros, ferros e outros tipos de materiais cortantes. Então, para evitar a contaminação de doenças como o tétano, por exemplo, nada melhor do que tomar as doses das vacinas. Além de prevenir também garante que eles desenvolvam suas atividades da melhor forma possível”.

Astrolábio Vieira Aguiar, 48 anos, é motorista há três anos da Qualix e tomou a vacina contra a gripe A H1N1 e a terceira dose contra o tétano. Para ele, a vacina é fundamental para livrar os trabalhadores de contaminações futuras. “Muita gente não tem consciência e não se preocupa em fazer a separação do lixo. Já vi acidentes com vários companheiros que se cortaram com vidros colocados em contêineres, espetos usados para churrascos e até seringas. Se houvesse mais consciência por parte da comunidade, muitos acidentes seriam evitados”, avalia o trabalhador.

 

 

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