Na Capital catarinense, a segunda do país com maior número de casos por habitantes, a média é de um teste com resultado positivo ao dia. Profissionais da saúde consideram expressiva a quantidade, mas contestam os dados apresentados, ontem, pelo Ministério da Saúde.
Segundo a psicóloga Nilceia Antunes, da Vigilância Epidemiológica do município, o ministério computou a taxa de incidência da doença a cada 100 mil habitantes referente ao ano de 2007, que é de 57,4 casos. Ela afirma que as informações atuais, já com base no ano de 2008, apontam que a taxa diminuiu para 37,8 casos pelo mesmo número de habitantes.
Para Helena Lima Pires, presidente do Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS (Gapa) na Capital, está aumentando a quantidade de casos em idosos e adolescentes. Outra constatação é o abandono da medicação por usuários de drogas.
Ontem à tarde, ela encaminhou um jovem de 19 anos viciado em crack para atendimento no Hospital Universitário. O rapaz é SOROPOSITIVO, quer fazer o tratamento, mas não consegue mantê-lo por causa do vício da pedra.
- Não há prevenção, as pessoas bebem e usam crack. Sem falar do preconceito que ainda existe e faz com as pessoas não busquem emprego – diz Helena
DIÁRIO DA SAÚDE |
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28/NOVEMBRO/09 |
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