Vacina antiAids facilitaria contágio

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, Dados preliminares apontam que voluntários de teste da Merck apresentam risco maior de contrair doença Washington Mais de 3 mil pessoas que se apresentaram como voluntárias de dois estudos experimentais para uma vacina antiAids da farmacêutica Merck estão sendo orientadas a realizar exames adicionais porque a própria aplicação pode ter aumentado o risco de contágio.Pesquisadores enfatizaram que ainda não têm informação suficiente para afirmar com segurança se os voluntários submetidos à vacina estão mais vulneráveis – e ressaltam que não se trata de concluir que a vacina, em si, causa infecção -, mas esclareceram que dados iniciais dos testes clínicos, interrompidos repentinamente no mês passado, “são preocupantes”. “No momento, uma imensa quantidade de dados está sendo analisada”, afirmou Mark Feinberg, vice-presidente de assuntos médicos e saúde pública da Merck.Segundo laudo do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, co-patrocinador do estudo, 24 casos de infecção por HIV foram verificados entre 741 voluntários que receberam pelo menos uma dose da vacina, ante 21 casos de infectados entre 762 participantes que receberam placebo (preparação neutra, usada para fixar parâmetros de teste).A pesquisa, iniciada em 2004, recrutou voluntários nos Estados Unidos, no Peru, no Brasil, na República Dominicana, no Haiti, na Jamaica e na Austrália. O segundo teste foi iniciado neste ano na África do Sul, com 800 pessoas.NOVO FRONTCientistas franceses desenvolveram uma molécula química que bloqueia os mecanismos celulares que o vírus causador da Aids utiliza para se multiplicar e espalhar pelo organismo, anunciou ontem o Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNPC) da França.Segundo um comunicado da entidade, a molécula IDC16 impede a replicação do HIV-1, etapa crucial do processo de multiplicação do vírus ocorrida dentro da célula atacada.Os pesquisadores do Instituto de Genética Molecular de Montpellier desenvolveram a estrutura com o objetivo de evitar os problemas de resistência do vírus às chamadas triterapias (combinação de três medicamentos para conter o desenvolvimento da doença).Os tratamentos clássicos contra o HIV associam três moléculas que atuam sobre os mecanismos próprios do vírus. Porém, como ele está em contínua mutação, acaba desenvolvendo resistência. Para os pesquisadores, a nova alternativa terapêutica mostrou-se “extremamente promissora na luta contra a Aids e qualquer outra patologia causada por um vírus com mecanismos celulares semelhantes”. A molécula pode ser eficaz no combate a vírus isolados que oferecem resistência a tratamentos.REUTERS E EFE


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Claudio Souza DJ, Bloqueiro e Escritor
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