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Combatendo a homofobia e e outras fobias sóciais nas empresas, locais de trabalho e em diversos ambientes.

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Dia da Consciencia LGBT
Diversidade Humana
Devemos seguir o exemplo delas, as crianças; se ninguém poluir seus espíritos com mentiras e hipocrisias, elas certamente aceitarão as pessoss como elas são, uma vez que não percebem, por que em essência não há, diferenças entre seres humanos, a não ser aquelas que nos tornam únicos em meio aos iguais.
Ninguém é tão pobre que não possa ajudar
Cláudio Santos de Souza – 074 975 248-36

 

Vinde a mim os pequeninos, porque deles é o Céu e todo o reino
Vinde a mim os pequeninos, porque deles é o Céu e todo o reino

São Paulo possui uma Lei Estadual que pune as condutas homofóbicas em empresas, co​m penas que variam de multas até suspensão da licença de funcionamento, além dos danos morais em processo cível. Para evitar isso, as advogadas Rosangela Novaes e Patricia Gorisch criaram a UP Humanização e Treinamento, pioneira no Brasil. O objetivo principal é preparar a sociedade e as empresas para as mudanças que vêm ocorrendo no País e no mundo, envolvendo a população LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Intersexo).

A UP nasceu do desejo de construir uma sociedade mais justa, solidária, plural e igualitária, livre de quaisquer formas de preconceito, como preceitua a Constituição Federal.

“Enquanto alguns velhos preconceitos estão diminuindo, outros permanecem. Pessoas LGBTI sofrem com tratamento discriminatório no trabalho, em hospitais, clínicas, escolas, bares, hotéis, restaurantes etc. Hoje, a principal bandeira do movimento social é a luta contra a homofobia, lesbofobia e transfobia, entendida como medo e/ou ódio da homossexualidade ou das pessoas trans, geralmente expressos por xingamentos, bullyng, exclusão, preconceito, discriminação e atos de violência que podem chegar até a morte. Qualquer pessoa LGBT ou presumida como sendo LGBT, pode ser alvo da homofobia”, disse Rosângela Novaes.

A UP busca a harmonia no ambiente de trabalho, por meio do esclarecimento e do suporte técnico, evitando constrangimentos e eventuais demandas judiciais em razão de tratamento discriminatório. É uma empresa pioneira na inclusão da população LGBTI, quer no ambiente de trabalho quer no ambiente social.No Estado de São Paulo vige a Lei Estadual que pune as condutas homofóbicas co​m penas que variam de multas até suspensão da licença de funcionamento, além dos danos morais em processo cível.

Negação

A negação de direito em razão da orientação sexual e da identidade de gênero recebe o nome de homolesbotransfobia, uma violência quewomen and men ranging from 18 to 45 years transforma características da diversidade sexual em motivo para desigualdades, vulnerabilidades, exclusões e riscos de toda sorte. O direito ao trabalho é um desses direitos humanos que precisam ser garantidos às pessoas LGBT. Não se trata apenas de acesso ao emprego e a estabilidade do mesmo, mas do direito a um ambiente amigável onde todos possam desenvolver plenamente seu potencial sem barreiras ou entraves à carreira, com tratamento respeitoso, equidade e liberdade para se expressar sem constrangimentos.

“Quando uma pessoa não é respeitada em sua singularidade, condição ou situação, se gasta muita energia e tempo para esconder sua realidade diante de um padrão dominante, opressor e violento. Esse padrão imposto desqualifica a pessoa de muitas maneiras, não permitindo reconhecer qualidades em sua atuação profissional. Ambientes respeitosos, inclusivos e que promovem interações entre pessoas, valorizando a diversidade, são potencialmente mais criativos,qualificados e capacitados para lidar com um mundo também diverso, em rápido e profundo processo de mudança”, afirmou Rosângela Novaes.

A UP oferece suporte para criar um ambiente de trabalho respeitoso e produtivo, por meio de palestras de esclarecimento, evitando riscos com discriminação e violência, ensejando a boa imagem e reputação da empresa.

Rosangela Novaes:

Advocacia Cível – Família e Sucessões – Direito Homoafetivo – Consultoria Jurídica Secretária da Comissão Especial da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB Coordenadora Nacional das Comissões da Diversidade Sexual OAB e IBDFAM Presidente da Comissão Estadual da Diversidade Sexual e Direito Homoafetivo do IBDFAM – SP – Instituto Brasileiro de Direito de Família Coordenadora do Núcleo do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM Santos Membro da Comissão da Diversidade Sexual e Direito Homoafetivo – OAB Santos – São Paulo Membro da Comissão Municipal da Diversidade Sexual – Santos – São Paulo Membro do GADvS – Grupo de Advogados pela Diversidade Sexua

Patricia Gorisch:

Advogada e Professora Universitária

Mestre em Direito Internacional

Group of Diverse College Students wearing their traditional attiPresidente da Comissão Nacional de Direito Homoafetivo do IBDFAM – Instituto Brasileiro de Direito de Família Professora da UNIP – Universidade Paulista em Direitos Humanos e Filosofia do Direito Pesquisadora em Direitos Humanos da Universidade Católica de Santos Associada ao ABA – American Bar Association – Law Family Section e International Law Section, Estados Unidos.

Associada ao The National LGBT Bar Association, Estados Unidos.

Associada a ANDHEP – Associação Nacional de Direitos Humanos, Pesquisa e Pós Graduação Diretora do GADVS – Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual de São Paulo Membro da Comissão de Direito Homoafetivo e Diversidade Sexual da OAB/Santos Membro da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB/Santos

Se você precisa, por alguma razão, entrar em contato com a UP, mande um e-mail para Glauco.

Nota do Editor: O texto acima foi publicado após telefonema para certificar-me que poderia publica-lo.

O teor do mesmo é de responsabilidade do remetente que entrou em contato pelo fale conosco do site soropositivo web site.

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E Você? O Que Acha

Muitas Pessoas, os “sorointerrogativos” olham com desdém para as pessoas com HIV.

Um amigo meu (ex-amigo que levou uma chave…), no passado, ciente de minha condição, referiu-se a outra pessoa, supostamente infectada por HIV da seguinte maneira:

-“Este é outro que está bichado”.

Até hoje eu não entendo os porquês de eu não tê-lo socado até fazer dele um pastel de burro, sei lá.

Como o assuto é sério e esclarecimentos cabem, eu coloco, antes, este vídeo:

Durante Décadas Foi Tabú! Pessoalmente sofri por isso. E Você, teria um relacionamento sorodivergente

Você é portador(a) de HIV? Se sim, conseguiu a aposentadoria ou o auxilio doença como manda a ei ou teve de lutar como um cão?

Precisa Conversar, comece pelos comentários, ou por aqui







Ou Custa A Fã Page do Blog!

 

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