DA REPORTAGEM LOCAL
Militantes de defesa dos doentes de AIDS protestaram ontem no Instituto Emílio Ribas, em São Paulo, contra convênio firmado entre o hospital e a entidade privada Fundação Faculdade de Medicina.
O Emílio Ribas é referência em doenças infecciosas. Mas, sendo público, enfrenta demora e burocracia para fazer compras e receber doações. Com a intermediação da fundação privada, espera-se que isso seja superado.
Os militantes temem que a gestão seja terceirizada, e o pronto-socorro, fechado. Esperam discrepâncias salariais -funcionários contratados com alto salário pela fundação.
Segundo o diretor do Emílio Ribas, David Uip, “o atendimento será como sempre foi”. O diretor da fundação, Flavio Fava de Moraes, diz que a entidade será “subalterna” ao hospital. (RICARDO WESTIN)
FOLHA DE S.PAULO |
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COTIDIANO |
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02/DEZEMBRO/09 |
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