Há Vida com HIV

Danuravir e Dolutegravir São bem tolerados e eficientes em terapia dupla

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Darunavir e Dolutegravir, em um regime de terapia dupla, mantém carga viral indetectável na maioria das pessoas que mudam de um regime supressivo de três medicamentos.

No entanto, dois medicamentos podem não ser suficientes para aqueles que desejam fazer a troca enquanto sua carga viral é detectável.

E com excelente potencial para alcançar a carga viral indetectável.

Portanto, a terapia dupla Darunavir associado a Dolutegravir é Eficaz

Um contingente de pacientes acima dos 90%, tendo mudado de um regime que tornou a carga viral indetectável para darunavir e dolutegravir mantiveram suas cargas virais sob controle. Mas estes resultados foram outros, com uma queda para abaixo de 80% entre aqueles que tinham carga viral detectável quando mudaram o tratamento, relatou Kellie Hawkins, da Denver Public. Health.

A terapia antirretroviral padrão envolve três medicamentos. Geralmente dois NRTIs associados a um inibidor da transcriptase reversa não nucleosídeo (NNRTI). E um inibidor da protease ou um inibidor da integrase.

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Intolerância ao NRTI

Terapia dupla com Darunavir e Dolutegravir pode ser ótima alternativa à intolerância ao abacavir
Abacavir

No entanto, algumas pessoas têm dificuldade em tolerar os NRTIs. Um dos agentes mais amplamente usados ​​nesta classe, tenofovir disiproxil fumarato (Viread, também um componente de Truvada, Atripla e Stribild), pode causar toxicidade renal e perda óssea em indivíduos suscetíveis. Outro, o abacavir (Ziagen, também em Kivexa e Triumeq), pode causar reações de hipersensibilidade em pessoas com suscetibilidade genética e foi associado a um risco aumentado de problemas cardiovasculares.

Hawkins apresentou resultados de um estudo de coorte retrospectivo que incluiu todos os 65 indivíduos com experiência em tratamento.

Eles havia recebido dolutegravir mais darunavir potenciado nas duas maiores clínicas de HIV em Denver. Isso se deu entre janeiro de 2013 e dezembro de 2017. 

A maioria dos pacientes era composta por homens, com idade média era ao redor dos 55 anos.

Contudo, a contagem inicial de células CD4 média era de 527 células / mm³. Que é, sim, uma boa contagem; não é o melhor cenário, mas é melhor que abaixo de 500; isso favoreceu a troca por Darunavir e Dolutegravir. Pois, os riscos eram, dentro de um estudo, menores.

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A Mudança para Darunavir/Dolutegravir Originou-se por Resistência Suspeitada ou Comprovada! A Terapia Dupla É Uma Ótima Alternativa na busca da carga viral indetectável

Descobri que tenho HIV! E agora
Descobri que tenho HIV! E agora? Quando alguém me pergunta isso, eu só tenho uma resposta. A resposta que a vida, de mãos dadas ao HIV e o sofrimento me ensinaram: É vida que segue. People die!

Os participantes do estudo foram analisados ​​em dois subgrupos:

  •  Um com 49 pessoas com supressão viral (<200 cópias / ml) na linha-base.
  • De16 pessoas com “RNA” do HIV acima de 200 cópias / ml na linha de base.

Os participantes estavam em terapia antirretroviral por uma média de 19 anos. Todos eles usaram NRTIs e a maioria fora exposta a todas às três das outras classes de medicamentos principais. Um percentual expressivo, de 90% dos pacientes, estava atualmente em um regime de uma pílula uma vez ao dia. Foram divididos igualmente entre aqueles que usaram o cobicistate e aqueles que usaram o ritonavir como reforço.

Quase metade (46%) mudou para a terapia dupla por consequência de resistência suspeitada ou comprovada ao tenofovir. Um terço experimentou toxicidades relacionadas ao tenofovir ou intolerância.

Outros  20% tiveram doença renal crônica (uma contra-indicação para tenofovir DF).

Testes de carga viral do HIV or que os fazer?

 

No entanto, eles precisavam evitar o abacavir devido à resistência, intolerância ou presença da mutação genética HLA-B * 5701. Pois, se sabe, tal mutação que prediz risco de hipersensibilidade Isso favoreceu a escolha pela combinação Darunavir e Dolutegravir.

Após um período de acompanhamento médio de 14 meses, 95% geralmente tinham carga viral indetectável.

Entre as pessoas com supressão viral, indetectável,  entre 100% e 98% mantiveram a carga viral abaixo desses respectivos pontos de corte. Entretanto, entre aqueles com um vírus não suprimido, já no início do estudo, a taxa de resposta caiu para 81%.

Independentemente de qualquer um dos pontos de corte.

Sujeitos do estudo comprometidos com boa adesão.

As taxas de resposta não diferiram de acordo com a dosagem uma vez versus duas vezes ao dia, uso de cobicistate versus ritonavir como um reforço ou mutações de resistência pré-existentes.

Os três indivíduos com supressão viral no início do estudo que desenvolveram carga viral detectável após a mudança para a terapia dupla. Mas passaram a atingir a re-supressão com o novo regime duplo, com Darunavir e Dolutegravir.

Rebote Viral e Dependência Química

 

Todavia, três pessoas que começaram com o vírus não suprimido jamais alcançaram carga viral indetectável com o regime darunavir e dolutegravir.

A adesão foi muito boa, aproximando-se dos 100% nos grupos com e sem supressão de suas cargas virais. Contudo, uma das três pessoas com carga viral detectável no início do estudo que não atingiu a supressão viral com a terapia dupla obteve não mais que o parco resultado de 16% em sua adesão!

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Darunavir e Dolutegravir Associados foram bem tolerado e Terapia Dupla

O tratamento com Darunavir e Dolutegravir foi, em geral, seguro e bem tolerado. Um grupo de dez pessoas, 15% dos sujeitos do estudo, parou de tomar o regime duplo durante o período do estudo.

Cinco o fizeram para evitar interações medicamentosas com o agente de reforço. Dois tinham fatores de risco cardiovascular. O darunavir, que tem a propriedade de alterar o quadro lipídico sanguíneo e isso justificou suas dúvidas. Um tinha uma carga viral persistente de baixo nível. E outro perdeu o acompanhamento e um foi internado em uma clínica psiquiátrica.

“A terapia dupla de darunavir com dolutegravir demonstrou taxas sustentadas de supressão viral, mesmo naqueles com falha na terapia antes do início do regime do estudo”, concluíram os pesquisadores.

Apesar de Boa Alternativa No entanto,  a Terapia Dupla Gerou Preocupações

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.

No entanto, a moderadora da sessão, Mônica Gandhi expressou preocupação de que essa combinação possa não ser potente o suficiente para algumas pessoas.

“Esses dados são preocupantes para mim posto que, embora o número fosse muito pequeno, para algumas pessoas que não tinham carga viral indetectável, isso não é justificativa boa o bastante para colocá-las em regime com dois medicamentos.”

Gandhi disse que mudar para a terapia dupla para simplificação depois que um regime de três drogas reduziu a carga viral – conhecido como indução-manutenção – é bom, mas ela foi cautelosa ao iniciar um regime duplo em alguém sem supressão viral.

“É a diferença entre indução-manutenção versus iniciar alguém que realmente não está indo bem com dois medicamentos.  Penso que vamos precisar de três medicamentos para pessoas que não estão indo bem”, disse ela.

Ela observou que há um estudo em andamento, avaliando se a mudança para darunavir potenciado com ritonavir mais dolutegravir é não leva a um tratamento inferior, e se não seria melhor permanecer com darunavir potenciado associado ao tenofovir DF/entricitabina ou abacavir/lamivudina em uma população maior randomizada. Traduzido por Cláudio Souza, em 6 de janeiro de 2021 Originalmente escrito por Liz Highleyman, para o AIDSMAP.

Dolutegravir plus darunavir maintain viral suppression without NRTIs.

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