HIV+ Sou Reagente, e agora? É vida que segue!
AVISO IMPORTANTEEste texto é informativo e não substitui avaliação médica. Eu escrevo também a partir da minha experiência como paciente, mas decisões sobre exames, diagnóstico e tratamento devem ser...
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Este site é mantido de forma totalmente independente por Cláudio Souza, diagnosticado com HIV/AIDS em 1994 e enfrentando, mais recentemente, os diagnósticos de Insuficiência Pancreática Exógena e Miastenia Gravis.
Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.
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HIV+ Sou Reagente, e agora? E Cláudio te diz: É vida que segue!
Em alguns países, nem todos que precisam de tratamento para o HIV podem se apossar dele. Da mesma forma, no Brasil, há 25 ou 30 anos, não existia tratamento eficaz contra o HIV. Nestas circunstâncias, muitas pessoas com HIV morreram prematura e apavorantemente! E estes mortos, bem como seus familiares não querem desculpas. Preferem respeito. Eu bem sei que há o risco da traulitada reversa. Mas isso viria da turba… E este não é mais o caso de pessoas vivendo com HIV no Brasil. Graças à medicina moderna, o sendo cotidiano de Respeito a Direitos Humanos, a maioria das pessoas vive uma vida longa e saudável, quando diagnosticada prematuramente. As pessoas que fazem tratamento contra o HIV que protege seu sistema imunológico e mantém sua carga viral ‘indetectável’, podem esperar viver tanto quanto as pessoas que não têm HIV. Por exemplo, espera-se que alguém que comece o tratamento aos 35 anos viva até os 80 anos. Drª Ângela me contou isso há dois anos atrás e, sim, está publicado aqui desde então! Clique em “AIDS, agora sim, sem diagnóstico para sonhar, expectativa de vida normal”! Reata a mim perguntar a todos: O que é “normal”? O HIV não precisa impedi-lo de continuar com o resto da sua vida. Muitas pessoas vivendo com HIV cuidam mais da sua saúde do que antes. Algumas pessoas passam por um período de adaptação e reconsideram suas prioridades. Mas a maioria das pessoas vivendo com HIV continua com seus empregos e atividades habituais. O HIV não deve impedir você de ter relacionamentos, ter filhos ou fazer planos para o futuro.Ter um bebê
Todos os anos no Brasil, mais de mil mulheres vivendo com HIV dão à luz e quase todas têm bebês saudáveis que não têm HIV. A transmissão do HIV da mãe para o bebê pode ser evitada:- tomando medicamentos anti-HIV durante a gravidez,
- não amamentando e
- dando o novo medicamento anti-HIV ao bebê por algumas semanas.
Tornar-se pai
O HIV pode ser transmitido de mãe para bebê durante a gravidez, mas não pode ser transmitido diretamente do pai para o bebê. Mas agora, há um grande progresso! Inicialmente a cidade de Santos, que erradicou o nascimento de crianças com HIV há pelo menos cinco anos e, depois, o Estado de São Paulo, também erradicou por completo o nascimento de crianças com HIV! E eu tenho esperanças a respeito disso. Se houver vontade política, porque sempre depende disso, em breve o Brasil inter O seu médico pode aconselhar você e seu parceiro sobre como ele pode ter seu filho sem que ele contrate o HIV. Se você estiver tomando tratamento para o HIV, sempre tome suas pílulas e tenha uma carga viral indetectável por pelo menos seis meses, não precisará se preocupar em transmitir o HIV.Se você gosta deste trabalho, se ele te ajudou de alguma forma, deixe um comentário abaixo — eu leio todos e sempre respondo, mesmo que demore um pouco.
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