Goiás decreta estado de alerta por baixa taxa de vacinação contra H1N1
Apesar da divulgação sobre a importância de se prevenir, muita gente diz que ainda não sabia sobre a campanha de vacinação. É o caso do motorista Maurício Saraiva, que levou o filho para ser imunizado em um posto de saúde na última sexta-feira (9). “Eu fico fora nem sabia e aí a mãe dele me falou sobre a vacina”, disse.
A Secretaria ressalta que a gripe A provoca febre, tosse ou dor na garganta, dor de cabeça, na musculatura e nas articulações. No estágio mais grave, os sintomas são falta de ar, febre por mais de três dias, fortes dores no abdômen e fraqueza.
Recomendações
A vacinação é de responsabilidade das prefeituras, mas em função da baixa procura, a Secretaria de Estado recomendou as cidades algumas medidas para garantir que a meta seja alcançada.
“A gente pede que os municípios estendam o período de vacinação além do horário comercial, a colocação de postos em locais estratégicos e a busca pelas equipes de Saúde da Família pelo público alvo, principalmente crianças e idosos”, disse a gerente de imunização da Secretaria de Saúde, Clecia Vecci.
Segundo ela, é importante que as pessoas se previnam antes do período de circulação do vírus H1N1. “Além disso, em função da Copa do Mundo, quando teremos uma grande circulação de pessoas vindas de outros países, a vacina é importante para prevenir contra a gripe. Sem contar a imunização contra outras doenças, como a poliomielite e sarampo, que também devem estar em dia”, ressaltou.
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