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O vírus H1N1 volta a assustar o Sul do Brasil. Apesar de não haver sinais de uma nova epidemia, em Santa Catarina já foram registrados 28 óbitos e 1.080 casos, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde. O município mais afetado é Blumenau, com 85 notificações, entre suspeitas e confirmações. Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde informou que “se mantém alerta, monitorando os casos de infecção respiratória grave” e implementando ações, como campanhas educativas e de imunização. No Rio Grande do Sul, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) informou que, até quarta-feira, houve 26 casos, com dois óbitos. No Paraná, há 64 casos confirmados e cinco mortes. Não se sabe ainda o motivo pelo qual o Sul já contabilizava tantas notificações antes mesmo do início do inverno, estação que começou ontem e na qual as infecções respiratórias são mais comuns. De acordo com o Ministério da Saúde, porém, a região inspira mais cuidados porque tem um inverno mais rigoroso. De acordo com o órgão, grande parte da população brasileira já está protegida contra o vírus H1N1, seja por causa da infecção de 2009 ou devido às vacinações. Ontem, o ministério divulgou uma nota técnica, reforçando os cuidados necessários para evitar a infecção pelos diversos subtipos de gripes. Entre eles, a adoção, por parte dos profissionais de saúde, do novo Protocolo de Tratamento da Influenza, que passou por revisão no ano passado. Para a população em geral, as recomendações são lavar a mão com frequência, evitar tocar o rosto e proteger a tosse e o espirro com lenço descartável. |
CORREIO BRAZILIENSE – DF | SAÚDE
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22/06/2012
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