
APOIO. Gestante é acompanhada por uma equipe multidisciplinar o tempo que for necessário.
Por: FÁTIMA ALMEIDA – REPÓRTER.
O diagnóstico de soropositivo para o vírus da Aids abala a estrutura emocional de qualquer cidadão. Ainda mais quando se trata de uma mulher gestante ou com um bebê recém-nascido, em fase de amamentação. Nesses casos, segundo o psicólogo e coordenador de Serviço de Atendimento Especializado (SAE) do PAM Salgadinho, Samuel Delano Júnior, os riscos de transmissão vertical do HIV – de mãe para filho – são muito altos, podendo chegar a 30%, se a portadora não estiver sendo tratada.
Essa transmissão, tanto pode ocorrer durante a gravidez, como durante o parto ou no ato da amamentação. Mas, segundo ele, esse risco pode ser reduzido a níveis abaixo de 2%, se a presença do vírus na mãe for detectado a tempo de ela iniciar o tratamento ainda na gestação, e de poder reduzir fatores agravantes. No caso de uma gestante soropositivo, segundo Samuel, os médicos sempre recomendam o parto cesariano, e as mães são conscientizadas de que não poderão amamentar seus filhos recém-nascidos para reduzir os riscos de transmissão.
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