Milhares de pessoas se manifestaram na cidade de Jinja, em Uganda, em apoio ao projeto de lei contra os homossexuais que tramita no Parlamento de Kampala, o qual prevê até pena de morte para o “homossexualismo agravado”.
O protesto, organizado pelo Movimento Internacional contra o Homossexualismo em Uganda, reuniu entre 25 mil e 30 mil pessoas a cerca de 75 quilômetros de Kampala. Na capital do país, no entanto, a polícia proibiu uma passeata convocada com o mesmo propósito.
O pastor Martin Sempa liderou a manifestação, que foi pacífica e na qual os participantes carregavam cartazes com frases como “Não à sodomia, sim à família” ou “Dizemos não aos homossexuais, o homossexualismo deve ser abolido”.
Sempa, líder do movimento contra os gays em Uganda, disse à multidão presente no protesto que tinha recebido uma mensagem da polícia para que adiasse a manifestação em Kampala. Ele disse que se reuniria com altos funcionários da área de segurança para realizar a manifestação.
O governo de Kampala teme manifestações grandes na cidade devido aos distúrbios anteriores.
TRIBUNA DO BRASIL – DF |
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17/FEVEREIRO/10 |
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