Seja voluntário na luta contra a AIDS
DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a...
DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO
Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a possibilidade de este ser o único lugar onde este conteúdo ainda exista.
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Este site é mantido de forma totalmente independente por Cláudio Souza, diagnosticado com HIV/AIDS em 1994 e enfrentando, mais recentemente, os diagnósticos de Insuficiência Pancreática Exógena e Miastenia Gravis.
Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.
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olá, esta é a história real que precisava ser contada. A vida testa a gente nos detalhes mais improváveis, mas a história construída até aqui permanece de pé, registrada com toda a transparência e resiliência possível.
Seja voluntário na luta contra a AIDS
A Luta contra a AIDS já está completando 32 anos no mundo.

No início da epidemia, houve muito pânico gerando atitudes de discriminação. Em consequência, ocorreu uma grande mobilização de pessoas e instituições que se comprometeram em enfrentar o preconceito e diminuir a discriminação. Hoje, observamos que está ocorrendo uma queda do ativismo na luta contra a AIDS, mas, por outro lado, a epidemia da doença continua aumentando.
A expansão da AIDS está ocorrendo, principalmente, em pessoas que vivem em situação de pobreza, o que leva a necessidade de uma maior participação da sociedade no apoio às pessoas que vivem com HIV/AIDS. Também o crescimento da epidemia mostra a necessidade do maior envolvimento da sociedade nas ações de prevenção na comunidade onde cada pessoa reside, no local de trabalho, nos sindicatos de classe, nas instituições públicas, nas organizações da sociedade civil e associações de moradores.
O trabalho voluntário é uma ação de cidadania e solidariedade, que traz realização pessoal para quem o faz. Ser voluntário é dedicar espontaneamente parte do seu tempo para trabalhar em prol do bem social e comunitário.
Trabalhar como voluntário é também um aprendizado, já que com ele aprendemos a dividir melhor nosso tempo, conhecemos pessoas de realidades muito diferentes da qual se está acostumado, assumindo assim uma postura responsável por uma sociedade menos desigual.
A Secretaria de Estado da Saúde, através da Gerência de DST/AIDS está iniciando a formação de um grupo de voluntários denominado “AMIGOS DA PREVENÇÃO E CIDADANIA” que serão capacitados para atuarem em várias áreas ligadas a ações de prevenção e cidadania. As áreas de atuação serão:
Campanhas de Prevenção junto à comunidade, em locais de trabalho e junto às populações específicas; Ações de apoio e assistência às pessoas que vivem com HIV/AIDS (Visitas domiciliares, hospitalares, etc.); Voluntário das Casas de Apoio que assistem pessoas vivendo com HIV/AIDS e outras ONG/AIDS; Voluntário online para divulgação de boas práticas de prevenção e solidariedade nas redes sociais.
Na próxima terça-feira, dia 27 de maio, das 8 às 17 horas, será realizada uma capacitação para a formação do primeiro grupo de voluntários, no auditório da FUNESA, na Travessa Basílio Rocha, nº 33, Getúlio Vargas, Aracaju/SE (próximo à antiga Estação Ferroviária da Leste). Serão inscritas 50 pessoas. A inscrição poderá ser feita através do telefone da Gerência Estadual de DST/AIDS (3226-8322) ou pessoalmente, no Edifício Maria Feliciana (Edifício Banco do Estado de Sergipe), 18°andar, no centro de Aracaju.
Também pode ser feita através do e-mail: jalmirs@infonet.com.br; joseaugusto.oliveira@saude.se.gov.br.
Enfrentar a epidemia de AIDS não é só obrigação do governo. A sociedade civil precisa também fazer a sua parte.
Participe do grupo “AMIGOS DA PREVENÇÃO E CIDADANIA”.
Você pode contribuir com suas habilidades, talentos ou simplesmente com sua vontade de ajudar.
Seu trabalho pode ajudar a melhorar a vida de pessoas com HIV/AIDS e a diminuir a vulnerabilidade de muitas pessoas que estão expostas à infecção pelo HIV.
Nota do Editor de Soropositivo Web Site: O texto a seguir foi extraído do site maisbrasil.org.br
É um breve relato do que eu pude assistir, digamos, pessoalmente. Um ato de amor que agigantou-se e virou referência na luta contra a AIDS no Rio de Janeiro:
A MAIS Brasil – Movimento de Apoio à Inclusão Social no Brasil nasceu no Natal de 2005, a partir da iniciativa da pesquisadora musical Renata Cholbi de coletar alimentos e brinquedos com amigos e através do site de relacionamentos Orkut, para doar às mães e crianças soropositivas do Hospital dos Servidores do Estado (HSE), no Rio de Janeiro. Mas ela não quis parar por aí. Reunida com um grupo de amigos na comunidade “Apoio Mães e crianças com HIV”, Renata Cholbi, uma das mais autênticas voluntárias na luta contra a AIDS deu início a um projeto de inclusão social, inicialmente voltado a mães e crianças portadoras do vírus HIV, justamente o primeiro público a que teve possibilidade de atender.
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