Use Camisinha. Evite DSTs e também a AIDS

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AS DST são coisas muito sérias e eu decidi tratar isso de una forna nais específica.

O que segue abaixo aso as informações retiradas da Wikipedia

Doença sexualmente transmissível

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de DST)
Doença sexualmente transmissível
Use Camisinha. Evite DSTs e também a AIDS 220px SheMayLookCleanBut

Cartaz norte-americano de propagandadirecionada aos soldados e marinheiros da II Guerra Mundial, alertando contra o risco das DST’s.

Classificação e recursos externos
CID10 A64
CID9 099.9
DiseasesDB 27130
MeSH D012749
Aviso médico

Doenças sexualmente transmissíveis ou Infecção sexualmente transmissível, conhecida popularmente por DST são patologias antigamente conhecidas como doenças venéreas. São doenças infecciosas que se transmitem essencialmente (porém não de forma exclusiva) pelo contato sexual. O uso de preservativo (camisinha) tem sido considerado como a medida mais eficiente para prevenir a contaminação e impedir sua disseminação.1

Alguns grupos, principalmente os religiosos, afirmam que a castidade, a abstinência sexual e a fidelidade conjugal poderiam bastar para evitar a disseminação de tais doenças.2 3

Pesquisas afirmam que a contaminação de pessoas monogâmicas e não-fiéis portadoras de DST tem aumentado, em resultado da contaminação ocasional do companheiro(a), que pode contrair a doença em relações extra-conjugais. Todavia, as campanhas pelo uso do preservativo nem sempre conseguem reduzir a incidência de doenças sexualmente transmissíveis.4

História

Nas primeiras civilizações havia o culto aos deuses e deusas da fertilidade, que eram consideradas como uma dádiva. O culto para essas deusas era feito principalmente a partir da prostituição. Uma das características presentes nessas sociedades era a promiscuidade, um dos motivos para o surgimentos dessas doenças, que mais tarde seriam conhecidas como doenças venéreas, em referência à Vênus, considerada a deusa do amor.5

A Gonorreia foi citada na Bíblia,[necessário esclarecer] mas a causa da doença só foi conhecida no século XIX. Além disso, no Egito antigo tumbas apresentaram alguns registros sobre a Sífilis.6

Em 1494 houve um surto de sífilis na Europa. A doença se espalhou rapidamente pelo continente, matando mais de cinco milhões de pessoas.7 Cada localidade por onde passava recebia um nome diferente. Contudo, em 1536 foi publicado um poema médico, em que um dos personagens da história havia contraído a doença. O nome do personagem era Sifilo.8

Antes de serem inventados os medicamentos, as doenças eram consideradas incuráveis, e o tratamento se limitava a diminuir os sintomas.9 Todavia, no século XX surgiu os antibióticos, que se mostraram bastante eficientes.6 Em 1980 a herpes genital e a AIDSsurgiram na sociedade como doenças incuráveis. Essa, por sua vez se tornou uma pandemia.9

Causa

Vários tipos de agentes infecciosos (vírus, fungos, bactérias e parasitas) estão envolvidos na contaminação por DST, gerando diferentes manifestações, como feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.10

Bactérias

Micrografia mostrando o efeito citopático do vírus da Herpes. Exame de Papanicolau.

Fungos
Vírus
Parasitas
Protozoários

Prevenção

Preservativo

Um Preservativo.

O preservativo, mais conhecido como camisinha é um dos métodos mais seguros contra as DSTs.25 Sua matéria prima é o latex.26 Antes de chegar nas lojas, é submetido à vários testes de qualidade.27 Apesar de ser o método mais eficiente contra a transmissão do vírus HIV (causador da epidemia da SIDA), o uso de preservativo não é aceito pela Igreja Católica Romana, pelas Igrejas Ortodoxas e pelos praticantes do Hinduísmo. O principal argumento utilizado pelas religiões para sua recusa é que um comportamento sexual avesso à promiscuidade e à infidelidade conjugal bastaria para a protecção e pelo fato de que o preservativo não é totalmente eficiente contra DSTs. 28

Vacina

Alguns tipos de HPV,21 a Hepatite A e B podem ser prevenidas através da vacina.18

Abstinência sexual

A abstinência sexual consiste em evitar relações sexuais de qualquer espécie.29 Possui forte ligação com a religião.30

Tratamento

Advertência: A Wikipédia não é consultório médico nem farmácia.
Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde.
As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.

Algumas DST’s são de fácil tratamento e de rápida resolução quando tratadas corretamente, contudo outras são de tratamento difícil ou permanecem latentes, apesar da falsa sensação de melhora. As mulheres representam um grupo que deve receber especial atenção, uma vez que em diferentes casos de DST os sintomas levam tempo para tornarem-se perceptíveis ou confundem-se com as reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher, em especial aquelas com vida sexual ativa, independente da idade, consultas periódicas ao serviço de saúde.10

Certas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves como infertilidade31 , infecções neonatais, malformações congênitas, aborto, câncer e a morte.32 Num caso, a primeira recomendação é procurar um médico, que fará diagnóstico para que seja preparado um tratamento.33 Também há o controle de cura, ou seja, uma reavaliação clínica. A automedicação é altamente perigosa, pois pode até fazer com que a doença seja camuflada.34

Epidemiologia

Incidência de DST’s (exceto AIDS) por idade a cada 100 mil habitantes em 2004.35

  sem dados
  < 60
  60–120
  120–180
  180–240
  240–300
  300–360
  360–420
  420–480
  480–540
  540–600
  600–1000
  > 1000

As taxas de incidência de doenças sexualmente transmissíveis continuam em altos níveis em todo o mundo, apesar dos avanços de diagnosticação e tratamento. Em muitas culturas, especialmente para as mulheres houve a eliminação de restrições sexuais através da mudança na moral e o uso de contraceptivos, e tanto médicos e pacientes acabam tendo dificuldade em lidar de forma aberta e francamente com essas questões. Além disso, o desenvolvimento e a disseminação de bactérias resistentes aosantibióticos fazem que certas doenças sejam cada vez mais difíceis de serem curadas.36

Em 1996, a OMS estimou que mais de um milhão de pessoas estavam sendo infectadas diariamente, e cerca de 60% dessas infecções em jovens menores de 25 anos de idade, e cerca desses jovens 30% são menores de 20 anos. Entre as idades de 14 a 19 anos, as doenças ocorrem mais em mulheres em uma proporção quase dobrada. Estima-se que cerca de 340 milhões de novos casos de sífilis, gonorreia, clamídia, tricomoníase ocorreram em todo o planeta em 1999.37

A Aids é a maior causa da mortalidade na África Subsaariana, sendo que em cinco mortes uma é por causa da doença. Por causa da situação, o governo do Quênia pediu que a população deixasse de fazer sexo por dois anos.38 No Brasil, desde o primeiro caso até junho de 2011 foram registrados mais de seiscentos mil casos da doença. Entre 2000 e 2010, a incidência caiu na Região Sudeste, enquanto nas outras regiões aumentou. A mortalidade também diminuiu.20 As cidades de São Paulo, Rio de Janeiro,Curitiba e Porto Alegre são as que possuem o maior número dos portadores da doença. Em contrapartida, o país é um dos que mais se destacam no combate, além de ser o líder em distribuição gratuita do Coquetel anti-HIV.39

Referências

  1. Ir para cima Krukemberghe Fonseca. Doenças Sexualmente Transmissíveis – DST Brasil Escola. Visitado em 07 de janeiro de 2012.
  2. Ir para cima G1. Ensinar castidade não previne gravidez e DST. Visitado em 02 de janeiro de 2011.
  3. Ir para cima Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (30 de setembro de 2004). Papa pede ‘castidade’ contra aids. Visitado em 02 de janeiro de 2012.
  4. Ir para cima Fantástico (12 de janeiro de 2011). Mulher casa virgem e contrai HIV na primeira relação sexual. Visitado em 02 de janeiro de 2012.
  5. Ir para cima Instituto Beneficente Viva a Vida (6 de junho de 2005). Histórico das doenças sexualmente transmissíveis. Visitado em 02 de janeiro de 2012.
  6. Ir para:a b UOL (12 de janeiro de 2001). Doenças sexualmente transmissíveis: Milênio Novo, Antiga Preocupação. Visitado em 2 de janeiro de 2012.
  7. Ir para cima Oriel, J.D.. The Scars of Venus: A History of Venereology (em inglês). Londres: Springer-Verlag, 1994. ISBN 354019844X. Visitado em 3 de janeiro de 2011.
  8. Ir para cima Potyguar. Doenças. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  9. Ir para:a b História da doença sexualmente transmissíveis. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  10. Ir para:a b Copacabana. Doenças sexualmente transmissíveis – DST. Visitado em 07 de janeiro de 2011.
  11. Ir para cima Saúde na Internet. Cacro mole ou cancroide. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  12. Ir para cima Copacabanarunners. Clamídia – Sintomas, complicações, tratamento. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  13. Ir para cima CefetSP. Granuloma Iguianal. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  14. Ir para cima Gonorreia. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  15. Ir para cima ABC da Saúde. Sífilis. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  16. Ir para cima DST. Infecção por Gardnerella. Visitado em 3 de janeiro de 2011.
  17. Ir para cima Portal São Francisco. Candíase, Vaginal, Sintomas, Tratamento, O que é Candidíase. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  18. Ir para:a b Vaccini. Vacina combinada contra Hepatite A e B. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  19. Ir para cima Terra. Herpes simples e suas manifestações. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  20. Ir para:a b Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Aids no Brasil. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  21. Ir para:a b Condiloma Acuminado – Infecção por HPV dst.com.br. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  22. Ir para cima DST. Molusco Contagioso. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  23. Ir para cima Arquivo Multilígua. Piolho de Cranguejo. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  24. Ir para cima InfoEscola. Tricomoníase. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  25. Ir para cima Mariana Araguaia. Como Usar a Camisinha Masculina Brasil Escola. Visitado em 2 de janeiro de 2012.
  26. Ir para cima Adolescência. Vivendo a Adolescência. Visitado em 2 de janeiro de 2012.
  27. Ir para cima Mundo estranho. Como é feita a camisinha?. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  28. Ir para cima Reconhecido cientista assegura: papa tinha razão sobre a AIDS. [S.l.: s.n.]. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  29. Ir para cima Almas. Razões para viver a abstinência sexual no namoro Portal da família. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  30. Ir para cima ArmárioX. Homossexualidade: As Religiões e o Homossexualismo. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  31. Ir para cima Jornal da Mídia (19 de dezembro de 2007). Especialista adverte para DST e o risco da infertilidade. Visitado em 02 de janeiro de 2012.
  32. Ir para cima Salves. Visitado em 02 de janeiro de 2012.
  33. Ir para cima Copacabana runners. DSTs Testes. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  34. Ir para cima DST. DST – Considerações Gerais. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  35. Ir para cima World Health Organization (2004). WHO Disease and injury country estimates (em inglês). Visitado em 3 de janeiro de 2011.
  36. Ir para cima Mary-Ann Shafer, Anna-Barbara Moscicki (2006). Sexually Transmitted Infections, 2006 (em inglês) 8 pp.. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  37. Ir para cima STD Statistics Worldwide Avert.org. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  38. Ir para cima Eduardo de Freitas. A Aids na África Brasil Escola. Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  39. Ir para cima Tiago Casagrande. A real da AIDS hoje. Visitado em 5 de janeiro de 2012.

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