Vida Positiva: Missão, visão e estratégia de implantação e sustentabilidade.

0
91

< http-equiv=”Content-Type” content=”text/html; charset=iso-8859-1″ />Untitled Document<<!–.</

Vida Positiva: Missão, visão e estratégia de implantação e sustentabilidade.

 

 

Quadro geral, à guisa de introdução:

Segundo dados do ministério da Saúde, existem cerca de 200.000 (duzentos mil) casos de infecção por HIV notificados; ainda segundo o MS, há uma estimativa que o número total de portadores de HIV esteja girando em torno de 700.000 casos. Ou seja,quatro quintos da população infectada desconhece o fato de estar infectada. Não é difícil acabar de crer que estas pessoas contraíram HIV por praticar sexo inseguro ou compartilhar agulhas e seringas durante o consumo de drogas. Não há motivos para que possamos acreditar que, de chofre, estas pessoas mudaram seus comportamentos. Parece claro que estas pessoas, de maneira desavisada e desastrosa, continuem compartilhando agulhas e seringas enquanto consumem drogas injetáveis e, infelizmente, continuem praticando sexo inseguro.

Numa visão otimista, casa uma destas pessoas pode se relacionar, num período de 12 (doze) meses com, pelo menos, 2 (dois) parceiros. A contaminação é quase uma certeza (acredita-se que em matéria de Saúde Pública uma “quase certeza” mereça a atenção de todos).

Aceitamos que “apenas” 500.000 (quinhentas mil) pessoas estejam contaminadas e não saibam disso, e mantenham um procedimento sexual inseguro teremos, ao cabo de 12 (doze) meses, mais 1.000.000 (um milhão de pessoas infectadas). Somadas às 500.000 (quinhentas mil) do ano anterior teremos 1.500.000 (um milhão e quinhentas mil) pessoas infectadas.

É de se crer que, no decorrer de um ano, um percentual pequeno deste universo descubra sua sorologia e adote procedimentos sexuais mais seguros (muito embora exista a possibilidade contrária). Aceitemos então que 1.400.000 mil pessoas, depois de um ano, estejam contaminadas por HIV.

É um número alarmante, muito próximo de um por cento da população do País.
A maioria esmagadora desse universo é composta por pessoas em idade produtiva e reprodutiva, o que trará, em médio e em longo prazo, conseqüências imprevisíveis e desastrosas a toda a sociedade.

Nota extraída do documento AIDS, Sujeito e comunidade

“Segundo a Organização Mundial da Saúde em Outubro de 1994, no seu relatório sobre Vulnerabilidade à aids:
Vulnerabilidade ao HIV/AIDS se refere a:
1) crescente potencialidade de se expor à contaminação pelo HIV, e/ou
2) crescente potencialidade de sofrer desnecessárias conseqüências da contaminação e da aids.""

A prevalência da aids ameaça a economia, principalmente nos setores que dependem diretamente da mão-de-obra. Afeta principalmente adultos jovens, o grupo economicamente mais produtivo. Os custos devidos à perda da produção se calculam num valor entre 10 e 20 vezes o dos gastos médicos. Os países em desenvolvimento acrescentam a aids a sistemas sociais e de saúde originariamente debilitados.

Em muitas comunidades há um abismo entre necessidades de assistência e possibilidades da mesma. Este abismo se agrava com o empobrecimento resultante da infecção.

A nível familiar, a aids se concentra naqueles que são o sustento da casa, das crianças e dos velhos. Isto traz não apenas uma reviravolta emocional, como ameaça a economia familiar global ”

Há um possível impacto, cujas proporções são incognoscíveis, na capacidade produtiva e reprodutiva do Brasil o que se segue abaixo, em negrito, foi extraído de um documento da Saúde de 1999; os números assustam:

“A criança e o adolescente têm o direito de serem atendidos, bem informados sobre cuidados com seu corpo, as transformações que vão acontecendo, sem tabus, preconceitos ou medos, sobre drogas e doenças; o que resultará em escolhas mais sensatas, sabendo o que querem para si, aumentando as chances de terem uma vida mais saudável e de melhor qualidade.”
Em 1994, o Ministério da Saúde firmou acordo de empréstimo com o Banco Mundial para a execução de um Programa de controle das DST e da AIDS.

Quatro anos depois, a atuação do Ministério da Saúde está sendo avaliada como muito bem sucedida e um novo empréstimo foi negociado para o período segmente de quatro anos de execução do Programa, a partir de 1999. O desafio, entretanto, persiste; a necessidade de atuar preventivamente é, ainda, muito grande e as crianças e adolescentes se tornaram um dos grupos populacionais mais vulneráveis às DST, à AIDS e ao uso indevido de drogas.
Podemos dizer que pelo menos um terço das 30 milhões de pessoas que vivem com HIV ou AIDS no mundo são jovens da faixa etária de 10 a 24 anos, levando em conta que estes percentuais refletem a predominância de jovens no mundo.
Esses dados são resultantes da combinação de risco e vulnerabilidade vividas por essa população.

Temos dados que atestam que em alguns países como em Zimbábue, 30% das jovens grávidas de 15 a 19 anos de idade que frenqüentam clínicas pré-natal são HIV positivas.
Em Maharashta, na Índia, a taxa de mulheres HIV positiva abaixo de 20 anos, passou de 2,3 % para 3,5 % no período de 1994 a 1996.

Desde sua introdução em nosso meio, há dezessete anos, a epidemia de AIDS vem mudando seu perfil: de uma fase inicial, caracterizada pela hegemonia da transmissão sexual e afetando, principalmente, homens adultos com comportamento homo e bissexual, escolaridade elevada, vivendo nas grandes cidades da Região Sudeste, a epidemia passou por um processo, mais ou menos simultâneo, de juvenilização, pauperização, feminização e interiorização.

A epidemia, hoje, se caracteriza pela predominância e pelo grande aumento da transmissão heterossexual, atingindo um número crescente de mulheres e crianças – estas em decorrência de transmissão perinatal-,fazendo-se presente, também, em cidades de pequeno porte e pessoas de baixa escolaridade.

Vinte e cinco por cento dos casos atualmente notificados ao Ministério da Saúde ocorre em mulheres. (estes dados são de 1999-hoje 26/06/2002 este número é quase de um para um; na faixa entre 14 e 18 anos está em um para um).

Inicialmente, a faixa etária mais atingida foi a de 20 a 39 anos.

Ao longo desses dezessete anos, no entanto, observou-se um progressivo aumento da freqüência relativa de pacientes mais jovens.

Atualmente, a faixa etária mais atingida é a de pessoas com 20 a 29 anos, mostrando o elevado risco de infecção entre adolescent
es
e adultos jovens.

Em algumas unidades federadas, como São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, o número de casos de AIDS em adolescentes já é preocupante. (Os números são alarmantes!!!)

Esses percentuais mostram apenas parte da história destes jovens. Existem razões especiais do porquê da exposição dos jovens à transmissão por via sexual: tanto a adolescência quanto a juventude são fases de descobrimentos e de iniciação de novos comportamentos e relacionamentos.

De uma maneira geral, os jovens estão em busca de uma identidade e vivenciam, cada vez mais cedo, novos valores comportamentais relacionados com a afetividade e vida sexual que, associados a pouca percepção de risco é a limitada informação que têm sobre sexualidade, doenças sexualmente transmissíveis (DST), Aids e drogas, torna-os vulneráveis.
Ao mesmo tempo, as comunidades de baixa renda passaram a ser crescentemente atingidas. Considerando o nível de escolaridade dos pacientes de Aids como indicador sócio-econômico, vemos que, atualmente, 69% dos casos notificados ao Ministério da Saúde ocorreram em analfabetos ou em pessoa que tinham cursado o primeiro grau apenas.

Entre as mulheres, este percentual já era de 78%, em 1994. Ainda que tivessem sido afetados tardiamente, os usuários de drogas injetáveis passaram a ter uma importância estratégica para o controle da epidemia em nosso País, em decorrência do aumento rápido da disseminação do vírus entre eles e da importância relativa desse grupo, de tal forma que, hoje, 25% do total de casos de aids notificados no País estão associados ao uso de drogas injetáveis.

Em determinadas cidades das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste esse percentual é superior a 60%. A maior concentração de casos ainda está nos grandes centros urbanos do Sul e do Sudeste, no entanto, a epidemia difundiu-se, seguindo a rota dos grandes eixos viários, de tal forma que, atualmente, dos 5.507 municípios brasileiros, 2.585, isto é, 47% já notificaram pelo menos um caso de aids. Da população brasileira, 32,2% encontram-se na faixa dos 5 aos 19 anos constituindo pouco menos de 17 milhões de crianças (5 a 9 anos) e pouco mais de 35 milhões de adolescentes (10 a 19 anos). Esse contingente de mais de 52 milhões de crianças e adolescentes deverá crescer nos próximos anos. A Aids não é o único problema que afeta esse grupo populacional, atingido grandemente pela violência, pelos danos decorrentes do uso indevido de drogas e pelas DST. Para complicar o quadro, é reconhecido que o sistema de saúde não se encontra sensibilizado nem aparelhado para prestar aos adolescentes a assistência de que necessitam e a educação sexual começa a ser realidade nas escolas.

Um importante problema com que se defrontam as famílias, as escolas e os serviços de saúde e assistência social é a elevada incidência de gravidez na adolescência.

Paralelamente a uma significativa redução da taxa de fecundidade em todas as faixas etárias, vivemos, já há alguns anos, o crescimento dessa taxa entre adolescentes.

Segundo o DATASUS, 24% dos partos realizados no âmbito do Sistema Ùnico de Saúde, em 1997, eram de adolescentes, sendo também importante o número de curetagens pós-abortamento realizadas em meninas com idade entre 10 e 19 anos.

Os estudos mostram que 49,1% dos filhos de mães adolescentes são indesejados (1996); que há uma relação inversa entre escolaridade e incidência de gravidez na adolescência; que os adolescentes não têm acesso a meios e métodos contraceptivos e que os serviços de saúde não estão preparados para assisti-los.

Ainda que entendida como um fenômeno cultural e sócio-econômico, a gravidez na adolescência, quando indesejada e, principalmente, quando desprotegida, implica sérios riscos, entre os quais: a interrupção dos estudos, a descontinuidade dos projetos de vida, o abandono do parceiro ou da família, a perda de identidade com o grupo de idade, a perpetuação do ciclo de pobreza e problemas de saúde, em especial a realização de abortamento em condições inseguras, com elevado risco de vida.

O uso indevido de drogas – que é um fenômeno mundial – cobra elevados dividendos em termos econômicos e de vidas prematuramente ceifadas. Nosso País, na opinião da Coordenação de Saúde Mental do Ministério da Saúde, é “uma sociedade afetada de forma dramática pelo uso indevido de drogas”.

Por isso há o possível surgimento de uma espécie de “vácuo etário”, resultante da dificuldade reprodutiva de uma ou duas gerações, o que vai criar segundo impacto no PIB e no crescimento populacional que pode nos levar até mesmo a ter que “importar” mão-de-obra, com as conseqüências mais que previsíveis, com sensível redução do PIB em médio e em longo prazo. Isso acarretaria um desastre social que fará com que a atual crise Argentina não pareça nada mais nada menos que um passeio à praça.

Estamos diante de um inferno autogerador que possa mudar ou, ao menos, minimizar os impactos sociais da epidemia HIV/Aids. Uma alternativa é a recolocação das pessoas soropositivas no mercado de trabalho e da educação das comunidades, quanto à prevenção.

Vale ressaltar que o respeito, antes da solidariedade, às pessoas portadoras de HIV ou doentes de AIDS é imprescindível.

Segundo a Coordenação Nacional DST/AIDS, órgão do Ministério da Saúde, uma pessoa se contamina a cada dois minutos no complexo que abrange a América do Sul, Central e as Ilhas Caribenhas.

Dada a dimensão continental do Brasil, não é difícil presumir que a maioria destes casos novos ocorram bem aqui, sob nossos olhares desatentos – uma pessoa a cada dois minutos-.

Precisamos estar preparados para isso, envolvidos nisso até a medula dos ossos para manobrar este quadro da melhor maneira possível.

E dois aspectos são fundamentais:

O primeiro é um ponto batido e rebatido, de maneira vã, até aqui: As campanhas de prevenção.

É imprescindível que existam campanhas de prevenção à AIDS, efetivas, fundamentadas na verdade, sem falsos pudores e sem medo de gerar pânico e que esclareçam de maneira detalhada o que é HIV, o que é AIDS, o que é ARC (AIDS Related Complex). A situação está próxima disso e algum pânico pode ser útil, uma vez que, em se tratando de sexualidade, é comum as pessoas perderem o juízo.

As campanhas devem ser esclarecedoras para que as pessoas possam ter um referencial forte e inequívoco sobre quais são as possíveis conseqüências de uma transa sem camisinha.

Seria conveniente que estas campanhas fossem escritas e produzidas por
quem vive o problema na pele (seria melhor dizer no sangue?),com todas as agruras que isso pode trazer. È importante considerar que tais campanhas sejam dramáticas, moralmente impactantes, não se entenda moralmente por um chamado à moral e aos bons costumes. Alguns enfoques de exemplo de campanha:

1. A infecção por HIV pode não evoluir para AIDS, mas pode gerar lipodistrofia, má distribuição de gordura pelo corpo, deformando o paciente.

2. A AIDS está associada a infecções por Citomegalovírus que podem se instalar na retina e levar a perda parcial ou completa da visão

.
3. A AIDS pode propiciar um quadro de criptosporidiose, com diarréias fortíssimas, com perda de dez a quinze litros de água em um único dia, o que pode levar a óbito em dois ou três dias.

4. A AIDS pode propiciar campo para a evolução de tumores como Linfoma de Hodgkin ou Sarcoma de Kaposi, este último muito doloroso em sua evolução e em seu tratamento.

5. A AIDS pode levar a demência.

6. A AIDS pode levar a invalidez completa e definitiva, deixando o paciente prostrado em uma cadeira de rodas.

7. A AIDS propicia a evolução de quadros de toxoplasmose, doença que afeta o cérebro e que pode deixar todo tipo de seqüelas, desde a cegueira até a demência, passando pela incapacitação motora.

8. A AIDS traz, num outro aspecto, o estigma e a exclusão social, que são fatores determinantes da morte social, o que também é necessário combater.

É preciso, entretanto, com exceção do último item, salientar que todos os outros são possibilidades, muito embora factíveis, que podem se dar, infelizmente, de maneira concomitante. Uma campanha de prevenção a AIDS deve, necessariamente, tocar em cada um destes pontos sem se esquecer de dizer que:

1. O portador de HIV continua sendo uma pessoas humana, com os mesmos diretos civis que quaisquer outras pessoas.

2. O portador de HIV não é um ser digno de compaixão e sim, de respeito

.
3. O portador de HIV e o doente de AIDS merecem, antes da solidariedade, o respeito

4. A sorologia positiva para HIV não se constitui em sentença de morte.

5. A pessoa soropositiva pode permanecer apta ao trabalho indefinidamente, tendo acompanhamento médico, executando seu tratamento sistemático. Portanto, tomar dela, o direito ao trabalho, direito fundamental, inerente à pessoa humana, é um ato de extrema crueldade, execetuando-se casos em que ocorram demissões por “justa causa”

Então, o que passa a existir é um modelo social baseado no caritatismo, no assistencialismo social e, principalmente, na exclusão social.

Fica determinada a morte social.

Segundo dados do Ministério da Saúde publicados em um jornal de grande circulação, 95% (noventa e cinco por cento) dos 200.000 (duzentos mil) portadores de HIV estão desempregados.

A esmagadora maioria não tem formação superior e muitas vezes, não tem, sequer o primeiro grau completo. A AIDS tem empobrecido as pessoas da classe média, os pobres vão à miséria, e essa leva à morte rapidamente.

A AIDS vai se interiorizando e de feminizando e faz com que na maioria dos casos reste uma viúva soropositiva com um ou dois filhos nos braços.

Em todos os casos são vidas humanas se perdendo ou perdendo sua qualidade, direito fundamental inerente a qualquer ser humano.

A AIDS está criando uma epidemia de pobreza ainda maior que a já existente no Continente Sul Americano e no complexo das ilhas caribenhas.

Na África do Sul uma, entre cinco pessoas, porta HIV (dados de 1999). Fonte WHO (Organização Mundial da Saúde).

E esse processo tende a ficar muito mais sério. Na faixa etária compreendida entre 14 e 18 anos já existe a paridade de um para um entre os sexos.

Estas pessoas estão começando suas vidas, sob os pontos de vista produtivo e reprodutivo, estão completamente comprometidas repercutindo na saúde reprodutiva do País e compremetendo também o mercado de trabalho para daqui a dez anos, talvez menos.

Então, é urgente estabelecer planos que reduzam os danos causados pelo HIV, pela AIDS e, principalmente, pelo preconceito.

1. É preciso criar campanhas educativas que mostrem claramente o que é e o que não é a infecção por HIV e a AIDS

.
2. É preciso reavivar a memória das pessoas para a grande calamidade que se dava até 1996, quando pouco ou nada podia ser feito por uma pessoa vítima da AIDS e os hospitais encarregados de cuidar desses pacientes se tornaram, naquela época, incubadoras da morte ( basta anotar o “movimento” chamado BAREBACK, composto de jovens homossexuais que se recusam a usar preservativos).

3. É imprescindível criar meios alternativos de geração de renda para as pessoas que vivem com HIV ou AIDS; e é imprescindível que o empresariado seja conscientizado do dano que se causa não a uma humana, mas as famílias inteiras, quando se exclui uma pessoa do mercado de trabalho simplesmente portar HIV.

4. É imprescindível, em virtude do item anterior, esclarecer a população com um todo, por todos os meios informativos existentes, que o convívio social com portadores de HIV não representa nenhum perigo, não havendo a menor possibilidade de contágio.

Proposta do projeto

A missão

O princípio fundamental da organização é recolocar o portador de HIV ou doente de AIDS no mercado de trabalho, de uma maneira ou de outra, com o fito de minimizar os impactos sociais que se acarretam uns sobre os outros, quando o portador de HIV, ou doente de AIDS perde seu emprego, por causa de preconceito ou “corte de funcionários”.

É preciso cadastrar e triar as pessoas que procurem a organização para apurar inicialmente:

1. Nome
2. Endereço (se houver)
3. Idade
4. Sexo
5. Escolaridade
6. Profissão (se tiver alguma)
7. Condição social

O caráter destas informações é confidencial e qualquer pessoa, dentro da organização, que forneça estas informações a terceiros, será imediatamente desligada da organização e processada, nos termos da lei até o último desdobramento possível.

O cadastramento e triagem serão feitos pelo(a) assistente social que encaminhará o inscrito ao setor de psicologia. É papel do(a) assistente social também avaliar as condições sócio-econômicas do inscrito determinar e efetivar o encaminhamento do caso aos órgãos competentes quando da necessidade de auxílio à alimentação, auxílio-doença e transporte gratuito (este último, garantido por lei). O setor de psicologia avaliará a condição do inscrito bem como suas habilidades para um melhor atendimento no processo de formação profissional, oferecendo-lhes, dessa forma, opções pertinentes.

<

p align=”center”>
Justificativa

Inicialmente é preciso dem


Descubra mais sobre Blog Soropositivio Arquivo HIV

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Artigo anteriorSua saúde
Próximo artigoRevista elogia campanhas do governo sobre uso de preservativos
Claudio Souza DJ, Bloqueiro e Escritor
🌟 25 Anos de História e Dedicação! 🌟 Há mais de duas décadas, compartilho experiências, aprendizados e insights neste espaço que foi crescendo com o tempo. São 24 anos de dedicação, trazendo histórias da noite, reflexões e tudo o que pulsa no coração e na mente. Manter essa trajetória viva e acessível a todos sempre foi uma paixão, e agora, com a migração para o WordPress, estou dando um passo importante para manter esse legado digital acessível e atual. Se meu trabalho trouxe alguma inspiração, riso, ou reflexão para você, convido a fazer parte desta jornada! 🌈 Qualquer doação é bem-vinda para manter este espaço no ar, evoluindo sempre. Se VC quer falar comigo, faça um PIX de R$ 30,00 para solidariedade@soropositivo.org Eu não checo este e-mail. Vejo apenas se há recibos deste valor. Sou forçado a isso porque vivo de uma aposentadoria por invalidez e "simplesmente pedir" não resolve. É preciso que seja assim., Mande o recibo, sem whats e conversaremos por um mês

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.